Previdência Complementar Privada

Feirão Limpa Nome: oportunidade de renegociar dívidas

25/11/2019

Se você está com o nome sujo ou tem alguma conta em atraso, saiba que este é um bom momento para renegociar suas dívidas. Até o dia 30 de novembro, a Serasa vai realizar o "Feirão Limpa Nome", com a participação de várias empresas (como bancos, financeiras, operadoras de telefonia, faculdades, etc.) oferecendo novos prazos para o pagamento e descontos.

Cada empresa define qual será o percentual de desconto, podendo chegar até 98% do valor da dívida para quem for quitar os débitos. Para renegociar uma dívida, acesse www.serasalimpanome.com.br ou baixe o aplicativo Serasa Consumidor, faça um cadastro e login. Na página é possível consultar seu CPF e saber se tem dívida com os credores que participam da ação. Feito isso, é só conferir todas as condições da renegociação, fechar o acordo, imprimir e pagar o boleto. Além disso, se você não concordar com o acordo proposto, é possível fazer uma contraproposta.

Quem preferir renegociar pessoalmente, basta comparecer a uma das agências da Serasa até o fim do mês e, em caso de dúvida, fale com a Serasa Consumidor pelo telefone 3003-6300 - de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.



Eleição para os Conselhos Deliberativo e Fiscal: novidades sobre o processo

18/11/2019

O período de inscrição para os representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade se encerrou no dia 12 de novembro e não houve chapas inscritas.

Sendo assim, o processo de eleição está encerrado e os novos representantes dos participantes (tanto para o Conselho Deliberativo quanto para o Conselho Fiscal) serão indicados pelo Conselho Deliberativo, seguindo os requisitos obrigatórios para cada função. A nomeação e posse estão previstas para acontecer até o dia 1º de abril de 2020.

Em caso de dúvidas, recomendamos consultar o Edital e os documentos do processo de eleição aqui.

Atribuições dos Conselhos

Os mandatos dos conselheiros e seus suplentes têm duração de três anos. O Conselho Deliberativo é responsável pela fixação das diretrizes da entidade e, na prática, suas ações vão desde aprovações orçamentárias e de cálculos atuariais até a alterações no regulamento dos planos de benefícios. Já o Conselho Fiscal tem o papel de acompanhar e fiscalizar a gestão da entidade, examinando os demonstrativos de resultados atuariais e os balancetes contábeis dos planos, por exemplo.



Cartões pré-pagos valem a pena?

11/11/2019

Os cartões pré-pagos são uma modalidade de pagamento que vem ganhando cada vez mais adeptos. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, o volume de recursos movimentados nestes cartões atingiu R$ 4,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que equivale a um crescimento de 62,3% se comparado com o mesmo período de 2018.

A opção é uma alternativa às modalidades de débito e crédito para quem não possui conta bancária, está com o nome sujo, pais que querem controlar a mesada de seus filhos ou até mesmo clientes que desejam ter mais segurança em compras realizadas pela internet.

Além disso, o cartão pré-pago pode ser um aliado para quem está em busca de uma melhor organização do orçamento doméstico, já que é possível recarregar o cartão com um valor e, conforme as compras forem realizadas, as transações são descontadas do saldo sem correr o risco de gastar além do previsto.

Mas, apesar do uso ser relativamente fácil, é preciso se atentar a alguns pontos antes de adquirir um cartão pré-pago como, por exemplo: avaliar as tarifas de recarga e mensalidade - que dependendo da oferta podem ser mais caras que um cartão convencional, de uma conta corrente; analisar os benefícios adicionais que o cartão oferece; saber onde pode ser usado; pesquisar os canais de atendimento ao consumidor e a reputação da empresa que administra o cartão.



Já está se preparando para a Black Friday?

04/11/2019

A Black Friday neste ano acontecerá, oficialmente, a partir das 0 horas do dia 29 de novembro. A data, marcada por promoções e descontos tentadores, é uma das mais aguardadas pelos consumidores e lojistas em todo o mundo. No Brasil, a tradição da Black Friday começou em 2010 e vem ganhando força desde então.

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria GFK, a expectativa para este ano é que o faturamento com as vendas cresça cerca de 4% se comparado com 2018, alcançando, no máximo, R$ 13,5 bilhões. Ainda segundo o levantamento, os varejistas devem ampliar a concentração de promoções em produtos com maior valor agregado, como televisores e smartphones recém lançados.

Como muitas das ofertas são em lojas virtuais e este mercado está em constante transformação, é fundamental ficar sempre atento para não cair em armadilhas e aproveitar ao máximo (e com segurança) esta data, seja para comprar aquele item de desejo com condições especiais ou até adiantar algumas compras de Natal. Confira algumas dicas que separamos para compras online:

  1. Comece a acompanhar com antecedência a evolução dos preços dos produtos que você deseja adquirir. Existem diversos sites que mostram o histórico de preços (menor preço nos últimos dias e até nos últimos meses) e ordenam as lojas com preço mais atrativo, seja para pagamento a vista ou parcelado. Além disso, é possível criar alertas com o preço que você quer pagar; se o produto chegar no valor indicado, você receberá um e-mail de notificação.

  2. Cadastre-se em lojas confiáveis para receber ofertas e tenha muito cuidado ao comprar em sites que possuem lojas parceiras (prática chamada de "marketplaces", quando o portal apenas intermedia a venda, que é feita por uma empresa terceira). Antes de comprar, mesmo que o valor seja atrativo e o site seja conhecido, verifique as avaliações do estabelecimento responsável pela venda.

  3. Cuidado com sites e anúncios falsos recebidos por e-mail ou nas redes sociais. Se você receber uma oferta imperdível de uma loja conhecida, verifique se o e-mail partiu realmente da empresa, já que os fraudadores aproveitam deste momento de euforia para praticar golpes. O mesmo vale para as redes sociais; se viu um anúncio ou post suspeito, ao invés de clicar no anúncio, acesse o site oficial da loja e verifique se a oferta é verdadeira.

E as boas práticas de organização e planejamento financeiro não devem ser deixadas de lado nesse ambiente de alto consumo que começa na Black Friday e continua até depois do Natal. Assim, antes de realizar qualquer compra, lembre-se de avaliar o seu orçamento doméstico e definir seus limites de gastos. Essa atitude evitará compras por impulso e o comprometimento das suas finanças.



Emprestar dinheiro, pode? E o nome?

28/10/2019

Uma recente pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que 36% dos brasileiros fizeram compras utilizando o nome de terceiros nos últimos 12 meses.

O estudo revelou que o hábito de pedir o nome emprestado é maior entre pessoas com dificuldades de acesso ao crédito ou que enfrentam algum imprevisto e não possuem uma reserva de emergência. Em cada dez pessoas que pediram o nome emprestado para realizar compras parceladas, aproximadamente três (30%) se encontravam com o limite estourado no cheque especial ou cartão de crédito. Outros 22% não tinham determinadas modalidades de crédito à disposição para uso, 18% estavam com o 'nome sujo' e 16% tiveram crédito negado.

Ainda segundo o levantamento, o cartão de crédito é o meio de pagamento mais solicitado (74%) e, em seguida, aparecem crediário (13%), financiamento (10%) e empréstimo bancário (9%).

Emprestar ou não emprestar: eis a questão

Emprestar o nome para um amigo ou familiar pode até parecer uma ação solidária, mas ao mesmo tempo pode causar muitos prejuízos, além de ser ilegal. Na prática, o maior problema é que quem empresta o nome se torna responsável pela dívida feita e, como geralmente a pessoa que pede esse tipo de favor está com a vida financeira desorganizada, o risco de não receber o valor gasto é alto. O próprio fato da pessoa que solicita o nome emprestado muitas vezes não ter crédito aprovado em instituições financeiras autorizadas a realizar estes tipos de empréstimos já é um bom indicativo do risco de 'calote'.

A pesquisa citada acima também demonstrou que, em diversas ocasiões, o empréstimo de nome deixou sequelas no relacionamento entre as duas partes. Em 51% dos casos a falta de pagamento do dinheiro emprestado fez com que a relação de amizade ficasse abalada.

Por isso, tenha sempre muito cuidado ao "provar sua amizade" emprestando dinheiro ou seu nome. Em muitos casos, a forma mais efetiva de ajudar é orientar o amigo ou familiar sobre como organizar sua vida financeira ao invés de assumir novos compromissos.



Eleição para os Conselhos Deliberativo e Fiscal

21/10/2019

Iniciamos, na semana passada, o processo para a eleição dos novos representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade.

Aqueles que tiverem interesse em concorrer nas eleições devem submeter suas inscrições e respectivas chapas até o dia 12 de novembro. É importante ressaltar que, antes de se candidatar, é necessário que o participante conheça a fundo as responsabilidades do cargo pretendido, além das competências e requisitos mínimos para concorrer a uma vaga em um dos conselhos.

Nesta semana serão realizados dois webmeetings para esclarecer todas as dúvidas sobre o processo eleitoral e as responsabilidades dos conselheiros. Anote na sua agenda e participe!

Dia 21/10/19 das 10h às 11h; ou

Dia 22/10/19 das 14h às 15h

Consulte os dados para acesso no site www.duprev.com.br.

Além disso, no site também é possível acessar todas as informações e os documentos necessários para a candidatura das chapas.

A votação está prevista para acontecer em dezembro, onde serão eleitos um membro efetivo e um suplente, representantes dos participantes, para cada um dos conselhos. Os mandatos dos conselheiros e seus suplentes têm duração de três anos.

Atribuições dos conselhos

O Conselho Deliberativo é responsável pela fixação das diretrizes da entidade e, na prática, suas ações vão desde aprovações orçamentárias e de cálculos atuariais até a alterações no regulamento dos planos de benefícios. Já o Conselho Fiscal tem o papel de acompanhar e fiscalizar a gestão da entidade, examinando os demonstrativos de resultados atuariais e os balancetes contábeis dos planos, por exemplo.



Liberação do saque imediato do FGTS

14/10/2019

A partir do dia 18 de outubro (sexta-feira) será possível realizar o saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quem não é correntista da Caixa Econômica Federal. Para quem é correntista da Caixa, o saque começou em setembro.

A liberação dos recursos faz parte de uma medida do governo federal que flexibilizou as regras do FGTS para estimular o consumo dos brasileiros e aquecer a economia. Quem retirar o dinheiro nesta modalidade de saque imediato continuará a ter direito à retirada integral do valor do FGTS em caso de demissão sem justa causa, além da multa de 40% sobre o valor total (entenda com mais detalhes as novas regras de acesso ao FGTS no post do dia 12/08/2019).

O pagamento será realizado em lotes de acordo com o mês de aniversário do trabalhador, e o valor de saque é limitado a R$ 500 por conta do FGTS, seja ativa (referente ao emprego atual) ou inativa (referente a empregos anteriores).

Para consultar os valores disponíveis, os canais de recebimento e as opções de crédito em conta, basta acessar o site do FGTS, inserir o CPF, data de nascimento e senha - a mesma utilizada para acessar seu extrato do FGTS no site da Caixa.

Como a rentabilidade dos recursos no FGTS é baixa, mesmo que você não tenha nenhum objetivo em relação ao saque imediato, o ideal é fazer o saque e investi-lo em alguma alternativa mais rentável. Caso tenha obrigações financeiras (como dívidas a pagar) priorize quita-las antes de investir o dinheiro ou gasta-lo.



Plantão de Dúvidas sobre as novas regras da Previdência Social

07/10/2019

Na última terça-feira (01/10), o Senado aprovou em primeiro turno o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência Social. Contudo, a reforma ainda precisa passar por um segundo turno de votação no Senado e a expectativa do governo é concluir esse processo ainda no mês de outubro.

Entre as principais mudanças previstas estão:

  • • a idade mínima para se aposentar: 62 anos para mulheres e 65 anos para homens;
  • • o tempo mínimo de contribuição, que é de 15 anos para quem já está no mercado de trabalho, subirá para 20 anos para novos trabalhadores do sexo masculino (novas trabalhadoras do sexo feminino permanecerão com tempo mínimo de 15 anos de contribuição);
  • • a nova fórmula para calcular o valor do benefício: o piso inicial é de 60% da média dos salários do trabalhador, sempre limitados ao teto vigente do INSS. As mulheres terão que contribuir por 35 anos para conseguir chegar a 100% do benefício e os homens por 40 anos.

Muitos dos nossos atuais participantes irão se aposentar pela Previdência Social nessas novas regras, então é fundamental considerar estas informações no planejamento previdenciário e, assim, evitar, surpresas no futuro.

Para facilitar o entendimento deste assunto, vamos realizar um plantão de atendimento para os funcionários esclarecerem suas dúvidas sobre a aposentadoria do INSS e a proposta de reforma. Confira abaixo os dias, horários e locais:

Data: 08/10/2019
Horário: 12h às 17h
Local: Sala Rio Branco (Corteva)

Data: 09/10/2019
Horário: 12h às 17h
Local: Sala Brasília (DuPont)

Não é preciso se inscrever com antecedência, basta comparecer no local indicado. Aproveite e leve sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (caso tenha) para um atendimento mais personalizado.



Chegamos a R$ 1 bi!

30/09/2019

No mês de setembro a Duprev alcançou um importante marco em sua história: chegamos a R$ 1 bilhão em patrimônio sob gestão. Esta conquista nos enche de orgulho, pois foi alcançada com muita dedicação e trabalho de nossa equipe, e devido à confiança depositada em nós pelos mais de 2.500 participantes ativos, vinculados, aposentados e pensionistas dos Planos BD e CD administrados pela entidade.

Como tratamos os recursos sob nossa gestão com muita responsabilidade e transparência, atualmente os participantes do Plano CD podem escolher o nível de risco da aplicação de seus recursos por meio dos Perfis de Investimento oferecidos. Além dos atuais Perfis 0, 15, 30 e 50, que possuem, respectivamente, 0%, 15%, 30% e 50% de alocação em investimentos de Renda Variável (ações), o plano contará com mais uma opção, o Perfil Curto Prazo, que entrará em vigor após a aprovação das alterações no regulamento.

Como a entidade não tem fins lucrativos, as taxas de administração dos recursos são inferiores a outros produtos e investimentos oferecidos no mercado por bancos e seguradoras. Na prática, quanto menor o custo, maior a rentabilidade que é repassada para o saldo dos participantes, e este ganho ao longo dos anos pode gerar uma diferença significativa nos recursos acumulados.

Aproveitamos o momento para celebrar esta marca histórica, mesmo sabendo que ainda temos muito chão pela frente. Após a aprovação das alterações nas regras do Plano CD e do nosso estatuto pela Previc, teremos mais novidades para a entidade, nossos participantes e seus familiares. Aguarde!



Acompanhando a gestão do seu plano de previdência

23/09/2019

Como participante de um dos planos da Duprev, você exerce um importante papel em acompanhar a administração do seu benefício.

Veja algumas formas de ficar por dentro de tudo de acontece na entidade e no seu plano de previdência complementar:

  • • Checar periodicamente a rentabilidade do seu plano e do seu Perfil de Investimentos (no caso do Plano CD), acessar o seu extrato e demais novidades e notícias sobre a entidade.
  • • Ler o Relatório Anual. Neste material, você encontra o patrimônio da entidade, número de participantes, demonstrativos das despesas, política de investimentos, demonstrações contábeis, pareceres atuariais, entre outros documentos relevantes. Acesse a edição referente a 2018 neste link.
  • • Ter conhecimento dos documentos institucionais, como o Estatuto da entidade e o Regulamento do seu plano. Neste momento, o Estatuto da entidade e o Regulamento do Plano CD estão em processo de alteração junto à Previc. Consulte o quadro comparativo de cada um destes documentos na página inicial de nosso site.
  • • Conhecer a composição dos Conselhos e da Diretoria Executiva.
  • • Eleger ou se candidatar para o Conselho Fiscal ou Conselho Deliberativo. O mandato tem duração de 3 anos.

Todas estas informações estão disponíveis no site da Duprev e/ou na Área do Participante. Para acessá-la, basta informar o seu CPF e senha. Mas, se mesmo assim você ficou com alguma dúvida sobre a gestão do seu plano, entre em contato pelo e-mail duprev@dupont.com.

Fique atento! Em breve, se iniciarão as eleições dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev onde serão eleitos um membro efetivo e um suplente (representantes dos participantes) para cada um dos conselhos e eles terão mandatos de três anos. Acompanhe, em breve, mais informações em nosso site.



Quem participa das tomadas de decisão em uma entidade de previdência complementar

16/09/2019


No post da semana passada, falamos sobre a importância de desenvolver as boas práticas da Governança Corporativa na administração de uma entidade de previdência complementar. A entidade, por sua vez, não está sozinha neste processo, ou seja, os representantes dos participantes, das patrocinadoras e os funcionários da entidade fiscalizam, gerem e estudam a administração dos planos de previdência.

Qualquer mudança necessária no plano ou na entidade percorre um caminho longo, passando pela Diretoria Executiva, que cuida para que as decisões tomadas pelos Conselhos sejam colocadas em prática, mas que também segue regras e submete algumas atividades à sua aprovação; pelo Conselho Fiscal que acompanha e fiscaliza as contas administrativas; e pelo Conselho Deliberativo que avalia e aprova o orçamento administrativo da entidade, além de discutir e aprovar atividades e alterações sugeridas pela Diretoria Executiva.

Segundo o Estatuto da Duprev, 1/3 (um terço) dos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal devem ser representantes dos participantes ativos e assistidos, enquanto o restante deve ser indicado pelas patrocinadoras do plano.

Os membros da Diretoria Executiva e Conselhos Fiscal e Deliberativo passam por um procedimento de certificação e de habilitação (este último válido apenas para a Diretoria Executiva), garantindo que essas pessoas estão aptas para exercer as suas funções, como determina a Previc, o órgão do governo que regula e fiscaliza a administração de entidades de previdência complementar.

Fique atento! Em breve, se iniciarão as eleições dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev onde serão eleitos um membro efetivo e um suplente (representantes dos participantes) para cada um dos conselhos e eles terão mandatos de três anos. Acompanhe, em breve, mais informações em nosso site.



Governança Corporativa em uma entidade de previdência complementar

09/09/2019


A administração de um plano de previdência complementar é muito mais complexa e profunda do que se pode imaginar. Afinal, o dinheiro de muitas pessoas está sendo investido na Duprev e, para alguns, essa é ou será a única ou a mais importante fonte de renda na aposentadoria.

Por isso, uma gestão eficiente é fundamental para cumprir com todos os compromissos atuais e futuros. Isso só é possível por meio da Governança Corporativa, que é um conjunto de ações com o objetivo de aperfeiçoar a qualidade da gestão, priorizando a transparência, a equidade (tratamento justo de todos os envolvidos, considerando seus direitos, deveres e interesses), a prestação de contas e a responsabilidade corporativa.

Na prática, a Governança Corporativa acontece nas tomadas de decisão por parte da entidade, e quando estas decisões e a prestação de contas são compartilhadas, diminuindo possíveis impactos e garantindo que todas as pessoas envolvidas na administração estão seguindo para o mesmo objetivo, com imparcialidade e pensando em um todo. Ou seja, garantindo mais segurança para os participantes, patrocinadoras e para a própria entidade de previdência complementar.

É importante ressaltar que a Duprev é uma entidade separada de suas empresas patrocinadoras, e seu patrimônio pertence inteiramente aos participantes. Portanto, por ser independente, ela é governada por três órgãos estatutários: o Conselho Deliberativo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva. No post da próxima semana, você entenderá a diferença nos papéis e atribuições de cada um desses órgãos.



Conhecendo as regras do Novo Plano CD: simplificação do benefício de Aposentadoria e nova flexibilidade no recebimento da renda mensal

02/09/2019


As regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixá-lo mais flexível e alinhado aos objetivos de suas patrocinadoras. Enquanto o processo está em análise pela Previc, iremos conhecer algumas das alterações propostas e como elas podem beneficiar os participantes do plano.

Os benefícios de Aposentadoria Antecipada e Aposentadoria Normal serão unificados apenas para o benefício de Aposentadoria após a aprovação do novo regulamento. Para ser elegível ao benefício o participante deverá ter, pelo menos 55 anos de idade e ter encerrado o vínculo empregatício com a empresa.

No momento do recebimento do benefício, além das formas de renda já disponíveis no plano (renda por prazo definido ou por percentual mensal de saldo), será criada uma nova forma de renda, que será definida em reais pelo participante. O valor inicial deverá ser suficiente para um pagamento mínimo de 5 anos de renda e não poderá ser inferior a 2,5 UP (R$ 1.490,80 em set/2019).

Como as rendas por prazo definido ou por percentual mensal do saldo são reajustadas mensalmente de acordo com o retorno dos investimentos, flutuações nestes retornos impactam diretamente o recebimento mensal do participante. Assim, a vantagem de uma renda definida em reais é a previsibilidade que esta renda oferece no dia a dia, pois ela só é alterada quando o participante solicitar nas janelas de alteração anuais (que serão em maio e novembro de cada ano pelas novas regras).

Nestas janelas de alteração, os participantes poderão alterar não só os parâmetros dentro da forma de renda escolhida (prazo, percentual ou valor), como também a forma de renda em sua totalidade. Isso significa que se um participante tiver optado inicialmente por uma renda por prazo definido e, ao longo do recebimento, queira alterar para a renda definida em reais, isso será possível.

Os participantes devem ter em mente que toda esta flexibilidade deve ser utilizada com prudência e sabedoria, pois caso o participante realize altas retiradas no início da sua aposentadoria, pode correr o risco de ficar sem recursos para os anos seguintes.

Para conhecer todas as alterações propostas, consulte o Quadro Comparativo disponível na seção Comunicados do site da Duprev.



Período de Eleição Geral: época de avaliar ajustes no seu plano de previdência

26/08/2019

A partir da próxima segunda-feira (02/09) começa o período que você pode alterar os percentuais das Contribuições Normal e Voluntária e o seu Perfil de Investimentos no Plano CD. Este é o momento ideal para que cada participante do plano reavalie o seu planejamento previdenciário e faça adequações de acordo com seus objetivos financeiros.

Se você tem dúvidas sobre as regras de contribuições e perfis, aproveite as leituras abaixo e, assim, tenha mais tranquilidade na hora de realizar algum ajuste no seu plano:

  • • Foco na Aposentadoria: reflexões sobre as Contribuições Normal e Voluntária no Plano Duprev CD em 2019 - 18/02/2019
  • • Mês de Eleição Geral da Duprev: maximizando suas Contribuições no Plano Duprev CD - 13/03/2019
  • • Investimentos: Reflexões sobre Renda Fixa e Renda Variável em 2019 - 11/02/2019

Após a aprovação do novo regulamento do Plano CD pela Previc, a contrapartida da empresa sobre a Contribuição Normal dos participantes será alterada (confira detalhes no post anterior). Aproveite o período de Eleição Geral para avaliar seu percentual para a Contribuição Normal e se antecipar para aproveitar ainda mais este importante benefício quando passarem a valer as novas regras.

As orientações de como solicitar as alterações estão disponíveis no site do participante e as mudanças podem ser solicitadas até as 16 horas do último dia do mês de setembro. Os novos percentuais de contribuição passam a valer para as contribuições de outubro e o novo Perfil de Investimento passa a valer em até 60 dias a partir do término do mês de eleição. O participante que não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.



Conhecendo as regras do Novo Plano CD: maior contrapartida da empresa sobre as contribuições dos participantes

19/08/2019

As regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixá-lo mais flexível e alinhado aos objetivos de suas patrocinadoras. Enquanto o processo está em análise pela Previc, iremos conhecer algumas das alterações propostas e como elas podem beneficiar os participantes do plano.

Após a aprovação regulamentar, as contribuições da empresa patrocinadora serão uma contrapartida de 150% sobre as contribuições realizadas pelo participante. Esta contrapartida terá um teto de 9% sobre a remuneração fixa e 6% sobre a remuneração variável.

Isso significa que o participante que queira aproveitar ao máximo as contribuições da empresa em seu nome deve realizar contribuições mensais de, pelo menos, 6% do seu salário e 13º e contribuição anual de 4% sobre valores recebidos a título de PPR/bônus (pois 6% x 150% = 9% e 4% x 150% = 6%, ou seja, os limites definidos nas novas regras).

Contribuições de participante acima destes patamares não terão a contrapartida da empresa, porém continuam servindo como forma de aumentar sua reserva para a aposentadoria e de aproveitar o incentivo fiscal do governo.

As novas regras de contribuição têm, por objetivo, reconhecer e beneficiar ainda mais os participantes que estejam realizando contribuições ao plano e se dedicando ao seu planejamento previdenciário. Receber, mensalmente, R$ 1,50 a cada R$ 1,00 investido para previdência é um ótimo incentivo a priorizar este objetivo financeiro, que poderá ser fundamental no futuro de cada um. Desta forma, assim que o novo regulamento for aprovado pelo órgão regulador, aproveite o momento para rever suas contribuições e usufruir ao máximo dessa oportunidade!

Para conhecer todas as alterações propostas, consulte o Quadro Comparativo disponível na seção Comunicados do site da Duprev.



O que fazer com as novas regras de acesso ao FGTS?

12/08/2019

O Governo Federal anunciou recentemente mudanças nas regras de acesso aos recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), com o objetivo de aquecer a economia. É estimado que a medida vá injetar R$ 42 bilhões na economia até 2020. Duas novas modalidades de saque foram criadas: o saque imediato e o saque aniversário.

Saque Imediato

Em 2019/2020, os trabalhadores poderão sacar até R$ 500 por conta do FGTS, ativa (referente ao emprego atual) ou inativa (referentes a empregos anteriores). As datas inicias de recebimento variam caso o trabalhador possua conta-poupança na Caixa Econômica e também dependendo do mês de aniversário do trabalhador, tendo como prazo final o dia 31 de março de 2020.

Saque Aniversário

A partir de 2020, os trabalhadores terão a opção de sacar parte do FGTS anualmente, entre seu mês de aniversário e os dois meses seguintes (o calendário referente a 2020 será mais curto para respeitar as datas do Saque Imediato). Os valores a serem sacados nesta modalidade variam de 5% a 50% do saldo, acrescidos de uma parcela fixa. Quanto maior o saldo acumulado, menor a alíquota de saque. Segundo o governo, o valor recebido anualmente seria equiparável a um "14º salário".

O trabalhador que escolher esta modalidade perde o direito de sacar a totalidade do fundo em caso de demissão sem justa causa, que a partir de agora será chamada de "Saque Rescisão". Trabalhadores que escolham o Saque Aniversário e depois desejem retornar ao modelo de Saque Rescisão deverão aguardar um período de carência de 2 anos.

O que fazer com os recursos recebidos?

O FGTS foi criado em 1966 com o objetivo de proteger os trabalhadores que venham a ser demitidos sem justa causa. Em contrapartida, os valores depositados no fundo rendem muito pouco, apenas uma taxa de 3% ao ano mais a variação da TR (que atualmente é nula), o que pode frustrar os trabalhadores que poderiam buscar aplicações mais atrativas para este dinheiro.

Apesar da intenção do governo ao liberar os recursos seja que os trabalhadores gastem este dinheiro com consumo imediato (para, assim, aquecer a economia), isso vem a descaracterizar o objetivo inicial da formação do fundo. Assim, a primeira sugestão de uso do dinheiro é para amortizar ou quitar dívidas, de forma a melhorar a saúde financeira do trabalhador. Como segunda sugestão está investir os valores recebidos em aplicações com maior rentabilidade. Isso vale tanto para os saques aniversário quanto para o saque imediato de R$ 500.

Por fim, participantes do Plano CD podem utilizar os recursos anualmente para fazer Contribuições Esporádicas ao plano. Desta forma, os recursos são investidos de acordo com o Perfil de Investimentos escolhido pelo participante, e ainda é possível aproveitar o Incentivo Fiscal do governo (veja mais posts sobre o assunto aqui no Rumos).

Agora, se suas finanças ainda não estão organizadas e você faz muitas compras por impulso, cuidado! Talvez seja melhor permanecer na opção do Saque Rescisão para eventuais imprevistos na carreira do que utilizar os recursos anualmente e ficar desprotegido em um período sem emprego que este dinheiro venha a fazer falta.

Consulte prazos de recebimento, alíquotas de saque e mais detalhes sobre as novas regras do FGTS no site da Caixa Econômica Federal.



Conhecendo as regras do Novo Plano CD: acesso ao Saldo de Participante em caso de moléstia grave de Beneficiário

05/08/2019

As regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixá-lo mais flexível e alinhado aos objetivos de suas patrocinadoras. Enquanto o processo está em análise pela Previc, iremos conhecer algumas das alterações propostas e como elas podem beneficiar os participantes do plano.

O Plano CD prevê o acesso ao saldo constituído no plano para participantes e assistidos portadores de moléstias graves segundo a legislação fiscal (consulte a lista de doenças consideradas graves neste link). A partir da aprovação das novas regras, essa possibilidade será estendida também para participantes cujos Beneficiários sejam portadores de alguma moléstia grave.

Pelas novas regras, o participante portador de moléstia grave (ou cujo Beneficiário seja portador) poderá receber, em pagamento único, o Saldo de Conta de Contribuição de Participante (antes era possível receber o saldo total, com recursos do participante e da patrocinadora). Além disso, foram incluídos nas regras um intervalo mínimo de 180 dias entre estes recebimentos e a necessidade de comprovação da doença por atestado médico para recebimento do saldo.

Os benefícios para pessoas com moléstias graves são considerados emergenciais e têm o objetivo de ajudar no custeio dos tratamentos necessários (já falamos sobre o assunto no Rumos em 31/07/2018, 25/07/2017 e 23/08/2016). Pelas novas regras do plano, serão considerados Beneficiários do participante qualquer pessoa física inscrita pelo participante junto à Entidade.

Para conhecer todas as alterações propostas, consulte o Quadro Comparativo disponível na seção Comunicados do site da Duprev.



Restituição de Imposto de Renda e o Incentivo Fiscal - Como fechar o ciclo?

29/07/2019

A Receita Federal já pagou os dois primeiros lotes de restituição do Imposto de Renda 2019 (ano-calendário 2018). O primeiro foi destinado às prioridades (idosos e professores) e o segundo para quem transmitiu sua declaração até 14/03/2019. No total serão sete lotes, pagos de junho a dezembro deste ano. É possível consultar o cronograma pelo link http://receita.economia.gov.br/orientacao/tributaria/restituicao-ressarcimento-reembolso-e-compensacao/restituicao/irpf/lotes/cronograma/2019.

O Incentivo Fiscal do governo é uma grande vantagem para quem está se planejando para a aposentadoria, pois o contribuinte que realiza o modelo completo da declaração pode deduzir suas contribuições à previdência complementar da base de cálculo do IR, até o limite de 12% dos seus rendimentos tributáveis anuais (falamos com mais detalhes sobre o assunto nos posts dos dias 24/04/2018 e 03/10/2017).

A princípio, temos a impressão de não pagar imposto sobre estes recursos, mas o que acontece efetivamente é um diferimento da tributação, que ocorrerá apenas no futuro. Entenda: o participante recebe seu salário e destina uma parcela dele para sua previdência complementar, e essa parcela se torna isenta no exercício, segundo o incentivo fiscal. Os recursos ficarão investidos e, na aposentadoria anos depois, este participante receberá os mesmos recursos acrescidos do retorno dos investimentos na forma de renda mensal, e neste momento ocorrerá a tributação sobre os valores recebidos como benefício.

O que acontece é que, na prática, o ganho fiscal atual pode ocorrer apenas na restituição, que acontece em um momento diferente de quanto o participante planejou seu incentivo fiscal (exemplo: Participante fez uma contribuição esporádica em nov/2018 para aproveitar o incentivo fiscal no exercício, mas só recebeu a restituição em nov/2019, um ano depois). Desta forma, quando o participante recebe a restituição, o valor recebido muitas vezes é visto como 'dinheiro extra' e gasto em algum objetivo imediato diferente da aposentadoria.

Assim, o fechamento de ciclo ideal de um bom planejamento fiscal para a aposentadoria seria receber a restituição de IR e reinvesti-la no plano de previdência complementar, de forma que o ganho fiscal anual seja usado para seu objetivo inicial: maximizar o benefício previdenciário. Logo, ao receber sua restituição, entre em contato conosco para realizar uma Contribuição Esporádica no Plano CD.



Conhecendo as regras do Novo Plano CD - Novo Perfil de Investimentos

22/07/2019

As regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixá-lo mais flexível e alinhado aos objetivos de suas patrocinadoras. Enquanto o processo está em análise pela Previc, iremos conhecer algumas das alterações propostas e como elas podem beneficiar os participantes do plano.

O Plano CD terá um novo perfil de investimentos, chamado Perfil Curto Prazo. Este perfil terá 100% de sua alocação em ativos de Renda Fixa de baixíssima volatilidade, mais especificamente títulos públicos pós-fixados emitidos pelo Governo Federal (Tesouro Selic ou LFTs). Com isso, este perfil terá pouquíssimas oscilações e sua expectativa de rentabilidade estará sempre muito próxima ao CDI. Assim, ele é indicado para quem tem baixa tolerância a riscos financeiros e/ou não pode sofrer perdas de curto prazo em seu patrimônio no plano e que, por isso, esteja disposto a abrir mão de parte da expectativa de rentabilidade.

Após a aprovação do novo regulamento, este será o perfil com menor nível de volatilidade dentre as opções disponíveis no Plano CD. Como referência, os demais perfis se chamam Perfil 0, 15, 30 e 50 pois possuem, respectivamente, 0%, 15%, 30% e 50% de suas alocações em Renda Variável, sendo o restante alocado em Renda Fixa. Desta forma, cabe ressaltar que tanto o novo Perfil Curto Prazo quanto o Perfil 0 possuem 100% de alocação em Renda Fixa, porém o Perfil 0 possui ativos pré-fixados e de prazo mais longo (como NTN-Bs, por exemplo), que em troca de uma expectativa de maior rentabilidade podem sofrer oscilações de mercado ao longo do tempo.

Para conhecer todas as alterações propostas, consulte o Quadro Comparativo disponível na seção Comunicados do site da Duprev.



Bancos digitais, de varejo e corretoras: saiba as diferenças

15/07/2019

Ultimamente, os bancos digitais têm ganhado muitos adeptos como uma alternativa à burocracia dos bancos de varejo. Os produtos principais são os mesmos, ou seja, são oferecidos conta corrente, cartões de débito/crédito, transferências e saques, porém a experiência do usuário costuma ser simplificada (tudo é feito via app) e há isenção ou redução das taxas se comparado com as mensalidades cobradas pelos bancos tradicionais.

Por outro lado, os bancos de varejo ainda mantém algumas vantagens, como a existência de um gerente de conta que pode realizar um atendimento mais personalizado e ajudar o cliente a conseguir usufruir melhor dos produtos e serviços oferecidos; a maior disposição de caixas eletrônicos (no caso dos bancos digitais, a maioria só permite o uso de caixas da Rede Banco24Horas); saques gratuitos nos caixas eletrônicos do próprio banco e uma maior gama de serviços e produtos.

Alguns especialistas defendem a ideia que os bancos tradicionais podem comprometer a saúde financeira das pessoas, achatando o potencial de crescimento de seu patrimônio por conta de tanta burocracia, e que o ideal é utilizá-los somente para o que for indispensável, como por exemplo, manter uma conta salário e, quando o dinheiro cair, dar um destino 'mais rentável' a ele. Mas é preciso colocar na ponta do lápis para saber o que vale mais a pena.

Se você pretende investir seu dinheiro, uma alternativa são as corretoras de valores, que são instituições financeiras que distribuem produtos voltados para investimentos, e que geralmente oferecem aplicações com rentabilidades mais atrativas do que as oferecidas em bancos. Elas são tão seguras quanto os bancos e, atualmente, o sistema financeiro tem diversos mecanismos para proteger o investidor caso a corretora venha a quebrar.



Conhecendo as regras do Novo Plano CD : características que deixarão de existir no novo desenho do plano

08/07/2019

As regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixá-lo mais flexível e alinhado aos objetivos de suas patrocinadoras. Enquanto o processo está em análise pela Previc, iremos conhecer algumas das alterações propostas e como elas podem beneficiar os participantes do plano.

Após a sua alteração, o Plano CD deixará de oferecer o Benefício Mínimo, que é um pagamento único de, no máximo, 3 salários para participantes que não possuam saldo suficiente no momento da aposentadoria. O Benefício Mínimo é uma prática comum em planos cuja regra de contribuição dos participantes possa resultar em valor nulo (ex.: contribuição só incide sobre uma parcela do salário acima de certo limite, o que leva participantes com salário abaixo do limite a não poder contribuir). Esse não é o caso do Plano CD, pois a Contribuição Básica dos participantes será um percentual de 1% a 6% que incidirá sobre todo o Salário Aplicável.

O plano também deixará de oferecer o Saldo de Conta Projetada em caso de invalidez ou morte de participantes ativos. Este valor, que era somado ao saldo acumulado pelos participantes até sua invalidez ou falecimento, não será mais oferecido pois os participantes possuem coberturas semelhantes no seguro de vida oferecido no pacote de benefícios da empresa.

Por fim, após a aprovação das novas regras, as empresas deixarão de realizar a Contribuição Básica de patrocinadora, que é uma contribuição realizada mesmo que o participante não faça contribuições ao plano, e é igual a 2% da parcela do Salário Aplicável do participante que exceder 10 UP (R$ 5.963,20 em 2019). Com essa mudança, as patrocinadoras poderão priorizar seus recursos nas contribuições que são realizadas em contrapartida às contribuições dos participantes e, assim, beneficiar aqueles que estão se dedicando na formação de sua poupança para a aposentadoria (mais detalhes em breve!).

Para conhecer todas as alterações propostas, consulte o Quadro Comparativo disponível na seção Comunicados do site da Duprev.



Pontos do cartão de crédito: vale a pena mesmo?

01/07/2019

Muitas pessoas preferem centralizar suas compras em um único cartão de crédito para acumular pontos no programa de fidelidade e, posteriormente, trocar por passagens de avião, aluguel de carros, utensílios domésticos, experiências, etc.

Porém, quando a operadora do cartão cobra anuidade pela manutenção do cartão ou pela participação no programa de pontos, é preciso fazer algumas contas para saber se vale a pena. Neste caso, subtraia o custo da anuidade dos cartões do titular e dos adicionais pelo valor do benefício obtido ao longo de um ano (se você demorar mais tempo para acumular pontos para a troca, considere o valor da anuidade ao longo do período completo).

Por exemplo, se você paga R$ 100 de anuidade e leva 2 anos para acumular 10 mil pontos e trocar por uma passagem no valor de R$ 500, você terá desembolsado R$ 200 no período e, assim, terá feito uma economia de R$ 300 (R$ 500 da passagem – R$ 200 da anuidade em 2 anos = R$ 300).

Geralmente, para quem não utiliza o cartão com frequência, a anuidade pode sair mais cara do que os benefícios obtidos pelo programa de pontos. Assim, o ideal é negociar a tarifa da anuidade com a operadora e, dependendo do histórico de gastos, o desconto pode chegar até 100% por um determinado período. O que não deve ser feito é criar gastos extras no cartão apenas para juntar os pontos, pois se estes gastos não forem planejados, podem comprometer seu orçamento.

Uma dica para avaliar como usufruir melhor do programa de pontos do seu cartão é conhecer bem as regras do programa, como taxa de conversão dos gastos em pontos (a maioria dos cartões consideram a cada US$ 1 = 1 ponto), o prazo que os pontos expiram e as opções de resgate dos pontos. Também é válido ficar atento às promoções que os sites destes programas oferecem.



Conhecendo as regras do Novo Plano CD – Facilidade para acesso ao saldo de Patrocinadora

24/06/2019

As regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixá-lo mais flexível e alinhado aos objetivos de suas patrocinadoras. Enquanto o processo está em análise pela Previc, iremos conhecer algumas das alterações propostas e como elas podem beneficiar os participantes do plano.

Para poder ter direito a 100% do saldo constituído pelas contribuições da empresa ao optar pelos institutos da Portabilidade e do Benefício Proporcional Diferido em caso de desligamento, os participantes do plano precisarão de, pelo menos, 3 anos de serviço na empresa, enquanto a regra anterior exigia 3 anos de vinculação ao plano. Esta alteração tem por objetivo facilitar que os funcionários oriundos dos vários legados tenham acesso aos recursos da empresa em caso de desligamento.

A Portabilidade e o Benefício Proporcional Diferido (BPD) são duas opções importantes, pois o participante que se desligar da empresa antes da aposentadoria pode continuar com os recursos acumulados pela empresa em seu nome, seja transferindo para outro plano pela Portabilidade, seja deixando estes recursos rendendo dentro da entidade por meio do BPD.

Para conhecer todas as alterações propostas, consulte o Quadro Comparativo disponível na seção Comunicados do site da Duprev que, em breve, terá novo nome !



Quando vale a pena investir em um consórcio?

17/06/2019

O consórcio ganhou força no Brasil durante os anos 80 e 90 e, a cada ano, a venda de cotas cresce nos diversos segmentos de consórcio no país. Basicamente, um consórcio é um grupo de pessoas (físicas ou jurídicas) interessadas em adquirir um bem, como um carro ou uma casa, mas que não tenham necessidade imediata desse item.

A empresa responsável por viabilizar o consórcio divide o valor do bem em um grande número de parcelas, de modo que a soma das parcelas pagas pelos consorciados a cada mês permita adquirir um ou mais desses bens. Isso possibilita que, mensalmente, um ou mais consorciados sejam contemplados por sorteio e adquiram a carta de crédito para a compra do bem que desejam.

Mas, vale a pena?

Se a pessoa está disposta a esperar pela contemplação no sorteio (que às vezes pode demorar anos) e não tem o valor total para uma compra à vista, o consórcio pode ser uma alternativa interessante. Do ponto de vista financeiro, ele costuma ter parcelas mais suaves do que um financiamento pois não há pagamento de juros ou recursos sendo emprestados, mas saiba que há a cobrança de uma taxa de administração que, de acordo com o mercado, pode variar entre 12% e 15%.

Antes de contratar um consórcio, o ideal é entender bem as condições, pegar papel, caneta e calculadora e fazer uma comparação do valor do bem, número de parcelas e taxa de administração versus valor do bem, número de parcelas e juros de um financiamento.

Saiba que consórcio não é investimento, já que ao adquirir um bem por meio de um consórcio, a pessoa estará pagando mais do que aquilo vale devido às taxas de administração incluídas no preço. Porém, se for uma alternativa mais viável que um financiamento, ele pode ser um aliado no seu planejamento financeiro e no atingimento de seus objetivos financeiros ao longo da vida.



As diferenças entre comprar algo à vista ou a prazo/parcelado

10/06/2019

Quem busca por informações sobre educação financeira, sem dúvidas já leu que o melhor a fazer ao ir às compras é optar pelo pagamento à vista. Essa seria a principal regra para evitar o pagamento de juros, principalmente os praticados no crédito rotativo do cartão de crédito e nos crediários de lojas, cujas taxas estão entre as mais altas do mercado.

Mas e quando a loja oferece parcelamento “sem juros”? Em teoria, com o dinheiro em mãos, nessas situações é provável que você consiga negociar com a loja e obter descontos no pagamento à vista, porém, na prática, sabemos que nem todos estabelecimentos aceitam esse tipo de negociação.

Neste caso, pelo ponto de vista financeiro, a melhor opção é comprar o produto no maior número de “vezes sem juros” possível e investir o restante do montante que você tem para a compra à vista em algum investimento com liquidez (como um Fundo DI ou até a caderneta de poupança). À medida que for recebendo as faturas, faça retiradas apenas do valor da prestação. Assim, ao final do pagamento do parcelamento, você terá ‘lucrado’ o valor da rentabilidade ao longo do período.

Mas atenção, essa estratégia só funciona para quem tem um planejamento financeiro bem estruturado e muita disciplina. Só faça uma compra a prazo ou parcelada tendo a certeza que o valor está dentro do seu orçamento futuro e que será possível cumprir com os pagamentos. Caso contrário, a parcela pode se juntar a outros parcelamentos e compromissos financeiros, e essa bola de neve pode se tornar uma dívida mais grave.

Tenha em mente que, do ponto de vista psicológico, parcelamentos podem ser prejudiciais quando o produto ou serviço não tem a mesma duração que o parcelamento. Por exemplo, fazer uma viagem no final do ano e ficar pagando prestações referentes ao passeio durante os próximos 12 meses dá uma “sensação” diferente do que pagar as prestações de um carro, que ainda será usufruído por alguns anos à frente.

Para mais informações sobre o tema, confira um exemplo comparativo da compra de um carro à vista x parcelado, na página 14 do Guia de Gestão de Finanças e Previdência da Duprev.



Proposta de alteração do Regulamento do Plano CD

03/06/2019

Foi dada a largada na implementação do novo plano de pensão. Informamos que as regras do Plano CD estão sendo alteradas para deixar este plano de cara nova, mais moderno, mais flexível e alinhado aos objetivos de suas empresas patrocinadoras.

A proposta com as alterações no regulamento será enviada em breve à PREVIC, o órgão do governo responsável por regular e fiscalizar as atividades das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, como a Duprev.

Todas as alterações propostas estão descritas no Quadro Comparativo aprovado no dia 31 de maio de 2019 pelo Conselho Deliberativo da entidade. Este quadro está disponível na seção de Comunicados do site da Duprev.

Em breve serão divulgadas mais novidades sobre o plano e sobre a entidade. Fique ligado!



Para os casais: Como andam as finanças a dois?

27/05/2019

Entre todos os desafios que um relacionamento a dois reserva, há quem diga que os assuntos relacionados ao dinheiro são os mais difíceis de lidar. Culturalmente, falar sobre finanças com o marido ou com a esposa ainda é um tabu no Brasil e, para muitos, soa como algo muito materialista e insensível.

Mas saiba que falar de dinheiro é um dos maiores segredos para uma união saudável e duradora. Um diálogo sincero e transparente aumenta a parceria e ajuda o casal a estabelecer um planejamento com metas e limites de acordo com as suas condições financeiras e, se alguma dificuldade aparecer, os dois tendem a lidar de forma mais tranquila com a situação.

Para que o amor e as finanças andem de mãos dadas, separamos algumas dicas para você colocar em prática junto com o seu parceiro ou parceira.

Confira:

1) Definam pelo menos um objetivo em comum e vejam como irão alcançá-lo.
2) Tenham consciência dos gastos mensais da casa. Para isso, utilizem uma planilha, aplicativo ou caderno para listar as despesas.
3) Discutam o orçamento periodicamente. Pode ser toda semana, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, etc. Optem por uma periodicidade que funcionará para os dois.
4) Dividam as responsabilidades sobre as contas e a administração das finanças da família, sem deixar nenhum dos dois sobrecarregado.



Desafio das 52 semanas: já ouviu falar?

20/05/2019

Para quem tem o objetivo de começar a poupar mas não sabe por onde começar, uma opção é o desafio das 52 semanas. Este método circula nas redes sociais e blogs como uma alternativa bem simples de começar a guardar dinheiro, já que a pessoa estipula um valor inicial e, a cada semana, acresce o valor inicial do investimento de forma progressiva.

Por exemplo, se a pessoa começa a guardar R$ 5,00 na primeira semana, na segunda ela deve depositar R$10,00, na terceira R$ 15,00, na quarta R$ 20,00, e assim por diante. Após 52 semanas, o último investimento será no valor de R$ 260,00 e a pessoa terá economizado R$ 6.890,00 sem contar o retorno dos investimentos no período.

Antes de definir os valores do desafio, analise bem o seu orçamento mensal para que seja possível cumpri-lo até o fim. Na internet, é possível encontrar planilhas sobre o desafio que vão ajuda-lo a ter uma visão dos valores semanais e a decidir como será o seu desafio de acordo com o seu momento de vida e objetivos. Se for o caso, comece com um valor pequeno, como R$ 1,00 e, após um ano (52 semanas), você terá guardado R$ 1.378,00.

O maior propósito desse desafio é criar nas pessoas o hábito e a disciplina em poupar. Quanto mais simples for o processo, maior a chance de sucesso na criação deste hábito.



6ª Semana Nacional de Educação Financeira

13/05/2019

Este ano, a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) acontecerá entre os dias 20 e 26 de maio. O evento, que nas últimas edições alcançou mais de 4 milhões de pessoas em todo o país, é uma oportunidade para aprender mais sobre finanças por meio de mesas-redondas, palestras e cursos gratuitos.

Durante o evento, várias entidades públicas e privadas interessadas em promover a educação financeira desenvolvem ações presenciais ou online abertas ao público. Veja a programação desta edição e participe! A B3 Educação, área educacional da Bolsa de Valores, por exemplo, vai oferecer diversos cursos de educação financeira e palestras sobre como criar um orçamento pessoal, planejamento financeiro e como alcançar liberdade financeira sem cair em armadilhas.

A ENEF é uma iniciativa pública coordenada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), que reconhece a educação financeira e previdenciária como ferramenta de inclusão social, de melhoria na vida do cidadão e de promoção da estabilidade, concorrência e eficiência do sistema financeiro do país. Para saber mais sobre a Estratégia Nacional de Educação Financeira, acesse www.vidaedinheiro.gov.br e conheça algumas ferramentas e os materiais explicativos.



Dia das mães: dicas para economizar com o presente

06/05/2019

O dia das mães é uma data muito esperada pelo comércio, já que só perde para o Natal em número de vendas. Em 2018, por exemplo, as vendas em todo o país cresceram 4% em relação a 2017, segundo os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Com base nesses resultados, a Fecomércio de São Paulo estimou que o faturamento total do varejo no período foi, aproximadamente, R$ 2,2 bilhões superior ao apurado no mesmo período em 2017.

Para não ser levado pela emoção ou pelas propagandas das lojas, e depois ficar com as contas no vermelho, é preciso se planejar. A principal dica é ir às compras sabendo quanto se pretende gastar. Para isso, avalie o seu orçamento e defina uma margem de valores mínimo e máximo que, ainda assim, permitam comprar um presente em linha com o perfil da sua mãe.

Apesar de faltar pouco tempo para o dia das mães, o ideal é pesquisar o preço do presente em, pelo menos, três lojas diferentes para se certificar de não estar pagando um preço abusivo pelo produto escolhido. Desconfie também caso encontre valores muito discrepantes para o mesmo produto.

Outra estratégia para economizar é negociar e pedir desconto nas compras à vista e/ou com pagamento em dinheiro. Mas, caso tenha que pagar no cartão de crédito, evite parcelas com juros e divida a compra no menor número de parcelas possível, para não correr o risco de ainda estar com o orçamento comprometido quando uma próxima comemoração chegar.

Por fim, caso ainda tenha dúvidas do que comprar, opte por um vale-presente. Assim, ficará mais fácil conciliar o valor que você definiu para presentear com a preferência da sua mãe.



Relatório Anual de 2018

29/04/2019

Esta semana, a Duprev disponibiliza o Relatório Anual 2018. O documento reúne informações sobre a entidade e os planos de previdência complementar que administra, como o patrimônio, número de participantes, demonstrativos das despesas, política e resultados dos investimentos, demonstrações contábeis, pareceres atuariais, entre outros dados.

A elaboração e divulgação do Relatório Anual são obrigações legais exigidas pela PREVIC (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), mas este documento também é uma oportunidade da Duprev se aproximar ainda mais dos participantes, assistidos e patrocinadoras, que podem em contrapartida conhecer um pouco mais do trabalho realizado pela entidade ao longo do ano.

Faça a leitura do material e, caso tenha alguma dúvida, entre em contato pelo (11) 4166-8128. Se preferir, confira alguns posts relacionados já publicados aqui no Rumos:

● Relatório Anual da Duprev: O que é o parecer atuarial? de 16/05/2017

● Relatório Anual da Duprev: O que é o Balanço Patrimonial? De 30/05/2017



Você já ouviu falar sobre o Ciclo da Vida Financeira?

22/04/2019

No decorrer da vida, geralmente, percorremos três diferentes fases em relação ao dinheiro. A primeira delas é a fase da conquista, que acontece desde o início da vida laborativa até cerca dos 35 anos de idade. Nela, como somos jovens, gastamos mais dinheiro, pois o consumo em busca da satisfação imediata tende a ser maior. Este também é o momento onde as prioridades são os estudos e a carreira, por isso, poupa-se pouco dinheiro para o futuro.

A segunda fase é a da consolidação. Esta é uma época mais madura, com mais consciência da importância de poupar, porém, geralmente, arca-se com dívidas assumidas na fase da conquista, como financiamentos e outros compromissos financeiros. Por isso, é o momento ideal para repensar o orçamento e reestruturar os gastos.

Nestas duas primeiras fases, apesar das tentações do dia-a-dia e dos objetivos distintos em relação ao dinheiro, é importante que as pessoas dediquem uma parcela do orçamento para a acumulação de recursos, ou seja, poupar e investir, para utilizar o poder dos juros compostos a seu favor. Desta forma, a chegada à terceira fase será mais tranquila.

A partir dos 55 anos de idade, entra-se nos chamados anos dourados. A fase mais próxima da aposentadoria é a oportunidade de dar um novo propósito à vida. Para alguns, é a fase de aproveitar e desfrutar de todo o esforço financeiro feito ao longo dos anos; para outros, é o momento de colocar em prática o plano B: continuar trabalhando para conseguir manter o seu padrão de vida.

Saber em qual momento deste ciclo você está é um bom exercício para avaliar (para alguns, iniciar) seu planejamento financeiro. Analise em qual fase você se encontra e quais objetivos já foram alcançados. Em seguida, pense no que é importante para o seu momento atual de vida e, assim, defina seus objetivos principais e secundários. Para alcançá-los, seja determinado e disciplinado com a organização das suas contas e cumpra seu planejamento sem desviar das metas traçadas.

Quer saber mais dicas de educação financeira? A Duprev desenvolveu um Guia de Gestão de Finanças e Previdência que reúne exemplos práticos e informações que te darão uma maior consciência sobre suas finanças pessoais, para a elaboração do seu planejamento financeiro junto com sua família.



Páscoa 2019: Como economizar em um ano de produtos mais caros

15/04/2019

Uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontou que os preços dos chocolates estão em média 5,7% mais caros nesta Páscoa. Além disso, por conta do aumento do dólar, os custos de outros produtos consumidos nesta época do ano, como azeite de oliva e pescados, também subiram.

Então, seja para presentear a família com chocolates ou preparar a ceia do domingo de Páscoa, é preciso se planejar corretamente. O segredo é estipular um valor para gastar e respeitar esse orçamento no momento das compras, a fim de não prejudicar suas finanças.

Evite pagar alimentos e bebidas no cartão de crédito de forma parcelada, pois dessa forma suas finanças podem sofrer os impactos não só em abril, mas também nos meses subsequentes. Se os ingredientes do cardápio que você gostaria de preparar estiverem caros, avalie substituí-los por itens nacionais e mais baratos, sem perder no sabor ou na qualidade.

O mesmo vale para os chocolates; considere os bombons e ovos de chocolate caseiros e artesanais, que também são gostosos e não carregam o custo da marca, que pode encarecer o produto e nem sempre o valor a mais se traduz em ganho de qualidade. Como muitos confeiteiros e confeiteiras de pequeno porte estão utilizando plataformas de pedido online e aplicativos de mensagens para divulgar suas criações, está cada vez mais fácil encontrar produtos diferenciados nas proximidades de onde se mora ou trabalha.

Uma outra dica é compartilhar os gastos. É possível montar, por exemplo, uma cesta de chocolates para as pessoas que moram na mesma casa ou ainda pedir que cada convidado leve um prato nas comemorações do domingo de Páscoa. Além de não ficar pesado para ninguém, essa sugestão aumenta a variedade da ceia.

Para saber outras dicas, leia o post “Como economizar nas compras de Páscoa” do dia 11/04/2017.



Novidades na Declaração de Imposto de Renda 2019

08/04/2019

A Receita Federal alterou algumas regras para a Declaração de Imposto de Renda 2019 (ano-base 2018). Entre as principais novidades estão a inclusão do CPF de todos os dependentes do contribuinte, independentemente da idade. Em 2017, esta inclusão era obrigatória para dependentes a partir dos 12 anos de idade e, no ano passado, a partir dos 8 anos. A mudança foi feita para que ocorra um melhor cruzamento das informações preenchidas e, assim, o número de eventuais desvios e fraudes no IR diminua.

Outra novidade é que os contribuintes poderão verificar eventuais divergências ou pendências na declaração após 24 horas do envio. Essa informação, até o ano passado, era recebida após 15 dias da apresentação do documento. Assim, caso haja alguma pendência, será possível corrigi-la imediatamente por meio de uma retificação (o prazo máximo para retificação continua sendo cinco anos).

Além disso, apesar da tabela com as alíquotas de Imposto de Renda para pessoa física não ser atualizada desde abril/2015, o limite de abatimento da contribuição patronal ao INSS por patrões de empregados domésticos aumentou de R$ 1.171,84 para R$ 1.200,32 este ano. Esta dedução, aprovada pela primeira vez em 2006, visa incentivar a formalização e o registro destes profissionais.

Para saber mais, acesse o site da Receita Federal - www.receita.fazenda.gov.br.
Lembre-se que o prazo para a entrega da Declaração de Imposto de Renda 2019 (ano-base 2018) para a Receita Federal termina em 30 de abril.

Declaração de Imposto de Renda 2019: Informe de Rendimentos Duprev

01/04/2019

Já estão disponíveis os Informes de Rendimentos e os Demonstrativos de Contribuições 2019 (ano-base 2018) para os participantes dos planos de previdência complementar administrados pela Duprev.

Para quem é um participante ativo do Plano Duprev CD, o valor das contribuições realizadas durante o ano passado está descrito no informe disponibilizado pela área de Recursos Humanos da empresa onde trabalha. Para saber como declarar o Plano Duprev CD no IR, leia o post do dia 10/04/2018. Para quem é ativo do Plano Duprev BD não há informações para declarar.

Para quem é aposentado, pensionista, autopatrocinado, BPD ou realizou um Resgate em 2018, o informe está disponível na Área do Participante do site da Duprev. Além disso, o documento também foi enviado pelos Correios para o endereço cadastrado na entidade.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a equipe da Duprev pelo (11) 4166-8128 ou duprev@dupont.com.br.

Lembre-se que o prazo para a entrega da Declaração de Imposto de Renda 2019 (ano-base 2018) para a Receita Federal termina em 30 de abril.

Mês de Eleição Geral da Duprev: o prazo para mudanças no seu plano está terminando

25/03/2019

Até esta sexta-feira (29/03) os participantes do Plano Duprev CD podem alterar os percentuais das Contribuições Normal e Voluntária e o seu Perfil de Investimentos. Este é um momento importante para que cada participante reavalie seu planejamento previdenciário e financeiro. Se você ficou com alguma dúvida sobre o que são as contribuições/perfis, agora é a hora de relembrar os conceitos e principais regras.

  • Contribuição Normal: o participante escolhe um percentual inteiro entre 0% e 6% do seu Salário Aplicável (salário base + adicional de periculosidade + participação nos lucros e resultados (PPR) + prêmio de incentivo de vendas (quando aplicável) + 13º salário) para ser descontado mensalmente no holerite. A vantagem de contribuir com o percentual máximo nesta contribuição é a contrapartida de 100% que a empresa deposita em seu nome, ou seja, quanto mais o participante contribuir, mais a empresa contribui.
  • Contribuição Voluntária: destinada a quem já realiza a Contribuição Normal no percentual máximo e deseja aumentar ainda mais a sua reserva para a aposentadoria, podendo contribuir mensalmente com até 6% do Salário Aplicável. Vale lembrar que esta contribuição não tem a contrapartida da empresa, mas se o participante somar as duas contribuições (Normal e Voluntária) é possível chegar ao limite máximo de 12% do incentivo fiscal do governo na Declaração de Imposto de Renda (veja mais sobre o assunto no post de 24/04/2018).
  • Perfil de Investimento: é a forma que o Saldo de Conta de cada participante é investido no mercado financeiro. São quatro opções e o que muda de uma para outra é o percentual alocado em Renda Fixa e em Renda Variável, ou seja, os perfis têm diferentes níveis de exposição a riscos financeiros.

Nos meses de fevereiro e março a Duprev desenvolveu alguns posts com reflexões importantes para que os participantes aproveitem este período de mudanças da melhor forma possível. Confira alguns links:

- Investimentos: Reflexões sobre Renda Fixa e Renda Variável em 2019 (11/02/2019)

- Foco na Aposentadoria: reflexões sobre as Contribuições Normal e Voluntária no Plano Duprev CD em 2019 (18/02/2019)

- Entenda alguns pontos sobre a proposta da Reforma da Previdência e planeje seu futuro no Plano Duprev CD (25/02/2019)

- Mês de Eleição Geral da Duprev: maximizando suas Contribuições no Plano Duprev CD (13/03/2019)

Aproveite a leitura e, em seguida, solicite suas alterações conforme orientação disponível no site de participante. Saiba que os novos percentuais de contribuição passam a valer para as contribuições de abril e o novo Perfil de Investimento passa a valer em até 60 dias a partir do término do mês de eleição. O participante que não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.

Mês de Eleição Geral da Duprev: como estão se comportando os Perfis de Investimento do Plano Duprev CD

18/03/2019

O mês de março é o período de Eleição Geral da Duprev, ou seja, o período onde os participantes podem alterar diversos aspectos em relação ao Plano Duprev CD como os percentuais das Contribuições Normal e Voluntária (que falamos no último post) e o seu Perfil de Investimento

Os Perfis de Investimento da Duprev se diferenciam pela proporção entre ativos de Renda Fixa (com menos risco) e Renda Variável (com mais risco). Os nomes de cada perfil indicam sua alocação em Renda Variável, ou seja, os Perfis 0, 15, 30 e 50 possuem respectivamente 0%, 15%, 30% e 50% dos recursos em ações.

Para avaliar o comportamento dos perfis da Duprev, vamos imaginar quatro participantes com salário fixo de R$ 5.000 que aderiram ao plano em junho/2014 (mês que os perfis foram implementados) e fazem contribuições mensais de 6% ao plano (R$ 5.000 * 6% = R$ 300). Cada um desses participantes escolheu um dos perfis disponíveis e manteve a opção até janeiro/2019. Veja como se comportaram os saldos acumulados de cada um. Para simplificar os cálculos, estamos considerando apenas o saldo de participante (sem contribuições da patrocinadora).

Rumos

Rumos

Em teoria, quanto maior o risco de um investimento, maior é o retorno esperado a longo prazo. Como o histórico dos perfis na Duprev ainda é pequeno (menos de quatro anos), os resultados dos perfis ainda estão próximos, apesar que a diferença entre os que tiveram maior e menor retorno nesta simulação é igual a R$ 2.558,13 (R$ 13.581,59 – R$ 11.023,45).

Tenha em mente que esta visão do ‘passado’ dos perfis é apenas um exercício. É muito importante que cada participante avalie seu momento de vida e seu nível de aversão a riscos para escolher o perfil que mais se alinhe com seus objetivos. Lembre-se do ditado: Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

Para solicitar a mudança nas contribuições e/ou Perfil de Investimento, basta acessar o sistema E-Flex e seguir as instruções. Os novos percentuais de contribuição passam a valer para as contribuições de abril e o novo Perfil de Investimento passa a valer em até 60 dias a partir do término do mês de eleição. Lembre-se que o participante que não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.

Mês de Eleição Geral da Duprev: maximizando suas Contribuições no Plano Duprev CD

13/03/2019

O mês de março é o período de Eleição Geral da Duprev, ou seja, o período onde os participantes podem alterar diversos aspectos em relação ao Plano Duprev CD como os percentuais das Contribuições Normal e Voluntária e o seu Perfil de Investimentos

Para lembrar rapidamente, a Contribuição Normal é um percentual escolhido pelo participante entre 1% e 6%, aplicado diretamente sobre seu salário. A grande vantagem desta contribuição é que a patrocinadora faz uma contrapartida de 100% sobre a contribuição do participante.

Imagine então três cenários onde o participante tem um salário fixo de R$ 7.000 e faz contribuições mensais dos 25 aos 55 anos de idade (30 anos de contribuição). Para cada cenário são aplicados os seguintes percentuais:

1. O participante faz contribuições de 6% sem contrapartida da empresa (por exemplo, em um plano PGBL). Contribuição mensal = 6% * R$ 7.000 = R$ 420

2. O participante faz contribuições de 3% com contrapartida da empresa. Contribuição mensal = 3% * R$ 7.000 = R$ 210 (+ R$ 210 da empresa)

3. O participante faz contribuições de 6% com contrapartida da empresa. Contribuição mensal = 6% * R$ 7.000 = R$ 420 (+ R$ 420 da empresa)

A hipótese de rentabilidade real utilizada é de 5% ao ano, o que equivale a 0,41% ao mês. Aos 55 anos, os participantes teriam os seguintes saldos acumulados:

Perceba que maximizando o percentual de contribuição e aproveitando a contrapartida da empresa, o participante no Cenário 3 pode acumular um montante consideravelmente maior que os outros dois cenários. Utilize o simulador da Duprev disponível no site e faça suas próprias projeções!

Além da Contribuição Normal, os participantes podem realizar a Contribuição Voluntária, também com um percentual de até 6% do salário, porém sem contrapartida da empresa. Além de aumentar seu saldo para a aposentadoria (e consequentemente seu benefício futuro), esta contribuição é útil para se beneficiar do incentivo fiscal do governo (entenda mais no post de 24/04/2018).

Para solicitar a mudança nas contribuições e/ou Perfil de Investimento, basta acessar o sistema E-Flex e seguir as instruções. Os novos percentuais de contribuição passam a valer para as contribuições de abril e o novo Perfil de Investimento passa a valer em até 60 dias a partir do término do mês de eleição. Lembre-se que o participante que não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.

Entenda alguns pontos sobre a proposta da Reforma da Previdência e planeje seu futuro no Plano Duprev CD

25/02/2019

No dia 20/02 foi apresentada à Câmara dos Deputados a proposta da Reforma da Previdência Social proposta pelo novo governo. Por ser a primeira versão, é possível que ainda ocorram ajustes ao longo das discussões, então não podemos considerar as regras propostas como definitivas.

Apesar disso, como sabemos que a Reforma é necessária para o equilíbrio fiscal do sistema previdenciário (e consequentemente do país), podemos nos planejar considerando que pelo menos os pontos mais críticos devem ser endereçados e eventualmente aprovados, como as novas elegibilidades mínimas propostas de idade e tempo de contribuição.

Para os trabalhadores privados as novas idades mínimas são de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, com tempo de contribuição mínimo de 20 anos para ambas as idades. Foram criadas três regras de transição diferentes que levam em conta critérios como o tempo de contribuição, idade do contribuinte e as novas idades mínimas; cada trabalhador poderá escolher a regra de transição que for mais vantajosa.

Independente disso, as regras convergem para que as novas idades sejam aplicadas até 2030 a 2035, logo muitos atuais participantes da Duprev irão se aposentar pela Previdência Social nas novas regras de qualquer forma, então é importante já considerar esta informação no planejamento previdenciário para evitar sustos no futuro.

Reforço no seu Plano Duprev CD

Conforme temos falado nos últimos posts, no mês de março é possível alterar os percentuais das Contribuições Básica e Voluntária no Plano Duprev CD, e essas contribuições terão impacto direto no benefício pago pelo plano no futuro. Uma boa sugestão para avaliar uma eventual mudança de percentual é utilizar o simulador disponível na área de participante do site da Duprev

Nele, é possível projetar o impacto das contribuições no saldo final do participante e também no benefício futuro, assim o participante pode simular diversos cenários com diferentes percentuais de contribuição para tomar uma decisão consciente no período de alteração. Como eventuais contribuições maiores vão requerer uma folguinha no orçamento, aproveite para rever suas prioridades financeiras e seus gastos mensais com as dicas de leitura que separamos no post anterior.

Plantão de dúvidas sobre a sua aposentadoria pelo INSS

Sabendo da importância desse tema, a Duprev vai realizar um plantão de atendimento para os funcionários esclarecerem suas dúvidas sobre a Previdência Social e a proposta de reforma com o advogado Emerson Hibblen. Anote na sua agenda e participe:

Datas: 27 e 28 de fevereiro
Horário: 12h às 17h
Local: Sala Caldas Novas*
*Levar Carteira de Trabalho e Previdência Social.



Foco na Aposentadoria: reflexões sobre as Contribuições Normal e Voluntária no Plano Duprev CD em 2019

18/02/2019

No post da semana passada falamos um pouco sobre percepções em relação a investimentos para 2019, o que pode ajudar os participantes do Plano Duprev CD a decidirem se mudam ou não de Perfil de Investimento no próximo período de Eleição Geral da Duprev, que ocorrerá em março.

Neste mesmo período, os participantes poderão alterar seus percentuais das Contribuições Normal e Voluntária. Sendo assim, também é importante dedicar um tempo para avaliar se as contribuições feitas ao plano serão suficientes para você alcançar seus objetivos para a aposentadoria. Ainda não sabemos como ficará a Previdência Social após a reforma que está sendo discutida pelo governo, porém sabemos que, independente das alterações realizadas, quanto melhor estivermos preparados para uma aposentadoria tranquila e sem sustos, melhor!

No Plano Duprev CD a patrocinadora faz uma contrapartida de 100% sobre o valor que o participante realiza mensalmente na Contribuição Normal. O participante pode escolher um percentual do seu salário entre 1% e 6% para esta contribuição, logo para aproveitar ao máximo a contrapartida que a empresa faz, o ideal é sempre escolher o percentual máximo.

A Contribuição Voluntária também é mensal e é definida por um percentual entre 1% e 6% do salário, porém para esta contribuição a empresa não faz contrapartida. De qualquer forma, as duas contribuições juntas são a ferramenta ideal para quem faz a declaração completa de imposto de renda e quer aproveitar o incentivo fiscal do governo (veja um exemplo no post de 24/04/2018).

Sabendo das regras, mãos à obra! Antes de tudo, defina uma meta para suas contribuições neste ano. O simulador do Plano Duprev CD pode ser uma boa referência para avaliar se as suas contribuições serão suficientes para que você receba um bom benefício no futuro. Entenda um pouco sobre esta ferramenta lendo o post de 24/09/2018.

Definindo quanto será sua nova contribuição, faça as contas de quanto você precisará ter disponível no seu orçamento. Por exemplo, se uma pessoa tem um salário de R$ 5.000, faz atualmente uma contribuição de 4% e pretende alterar esta contribuição para 6%, atualmente ela deposita R$ 200 e passará a depositar R$ 300, logo ela terá que ter mais R$ 100 mensalmente para este objetivo.

Daí é só fazer os ajustes no orçamento mensal. No site da Duprev há uma planilha para organizar e controlar suas finanças. Utilizando a planilha, aos poucos você terá uma visão de para onde está indo seu dinheiro todo mês, e saberá onde é possível reduzir ou cortar.

Separamos alguns posts do Rumos com dicas de como se planejar, economizar em coisas do dia-a-dia, ter melhores atitudes de consumo e até para avaliações mais estruturais da vida financeira de cada um. Aproveite as leituras abaixo, ajuste seu orçamento e defina suas contribuições em março de forma consciente. Seu 'eu' do futuro agradecerá essa atitude!

Posts sobre como planejar suas finanças


Posts sobre como economizar ao longo do ano:


Posts sobre consumo consciente:


Posts sobre mudanças na vida financeira:



Investimentos: Reflexões sobre Renda Fixa e Renda Variável em 2019

11/02/2019

O brasileiro não tem o costume de assumir riscos em seus investimentos, talvez pela memória já não tão recente dos períodos de hiperinflação anteriores ao Plano Real, talvez pela Renda Fixa brasileira ter um histórico de altos retornos se comparada a outros países. Segundo uma pesquisa da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), realizada em 2018, apenas 42% dos entrevistados investem seus recursos em produtos financeiros e, deste público, 89% investem na caderneta de poupança.

Mas a poupança está se tornando cada vez menos atraente. Como sua remuneração, pela regra atual, é igual a 70% da taxa Selic + TR, e a Selic está em 6,5% ao ano (menor patamar histórico), o retorno da poupança atualmente está próximo a 4,6% ao ano. Com uma inflação na casa dos 3,5% a 4,0% ao ano, a poupança mal está mantendo o poder de compra do dinheiro.

Por essa razão, os investidores brasileiros que buscam retornos reais (acima da inflação) em seus investimentos deverão procurar outros produtos além da poupança. Em Renda Fixa, por exemplo, existem os títulos públicos do Tesouro Direto (como as NTN-Bs), títulos privados como CDBs, LCIs e LCAs, entre outros.

Em Renda Variável, o investidor pode buscar ações de empresas negociadas na bolsa de valores ou também Fundos Imobiliários, que funcionam como 'condomínios' que possuem diversos imóveis e repassam os proventos destes imóveis aos seus cotistas (veja post de 05/06/2018).

Caso o governo consiga aprovar as reformas necessárias e o Brasil retome o caminho de crescimento econômico, há expectativa de bons retornos em Renda Variável a médio/longo prazo. Porém, é sempre importante lembrar que os investimentos em Renda Variável não possuem garantia de retorno e oscilam de acordo com o mercado, ou seja, podem ter variações tanto positivas quanto negativas ao longo do tempo.

Tanto para Renda Fixa quanto para Renda Variável, uma boa forma de começar a investir é através dos Fundos de Investimento, onde você adquire cotas do fundo e o gestor fica responsável de selecionar os melhores ativos (seja títulos, ações, etc) de acordo com a estratégia do fundo, e cobra uma taxa de gestão para isso.

E na Duprev?

Por meio dos Perfis de Investimento, os participantes da Duprev podem escolher a proporção do seu saldo de conta a ser alocada em Renda Fixa e Renda Variável. Os nomes de cada perfil indicam a alocação em Renda Variável (Perfis 0, 15, 30 e 50 possuem respectivamente 0%, 15%, 30% e 50% dos recursos em ações). Os períodos de alteração de perfil são em março e setembro de cada ano, logo é um bom momento para reavaliar seu nível de aversão a riscos para escolher o perfil que mais se alinhe com seus objetivos.


Quanto custa ter um animal de estimação?

04/02/2019

Como é bom chegar em casa e ter um bichinho de estimação te aguardando para encher de carinho! Apesar de trazerem alegria para a casa, os animais de estimação geram alguns gastos que podem pesar no orçamento familiar. Assim, antes de adotar ou comprar um pet, é preciso ter consciência de quais serão as suas responsabilidades como "tutor", o que inclui a questão financeira.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o valor médio gasto para manter o bem-estar dos animais de estimação é de R$ 189 por mês e esse valor sobe para R$ 224 entre os consumidores das classes A e B.

Separamos algumas dicas para que seu bichinho seja feliz no seu lar sem prejudicar o seu bolso:

  • 1) Anote todas as despesas com alimentação, brinquedos, veterinário, vacinas, banho, tosa, castração, passeadores, hospedagem em hotelzinho, entre outros gastos em uma planilha ou caderno. É importante dividir esses gastos em pontuais (casinha, comedouro, cama, etc) e fixos (ração, banho/tosa, anti-pulgas, etc).

  • 2) Crie uma reserva financeira para o seu pet, ou seja, guarde uma pequena quantia por mês para ser utilizada em caso de emergências, como um problema de saúde. Outra possibilidade é a contratação de um plano de saúde para o seu bichinho de estimação; atualmente, existem várias opções no mercado com diversas coberturas.

  • 3) Compre embalagens maiores de ração. Normalmente, quanto maior a embalagem, menor o preço por quilo. Só tenha em mente que embalagens maiores demoram mais tempo para serem consumidas, então a ração deve ser bem armazenada para não perder suas propriedades nutricionais. Também é possível economizar usando esta mesma lógica para outros gastos fixos como tapetes higiênicos, areia para gatos e remédios contra pulgas e carrapatos.

  • 4) Avalie a necessidade de comprar produtos ou serviços que vão além do essencial, como banhos frequentes no pet shop, assinaturas de caixas de brinquedos, petiscos e roupinhas. Animais, em sua essência, precisam de muito pouco para serem felizes e muitas vezes criamos para nossos bichinhos necessidades ou desejos que eles mesmos não têm. Lembre-se de manter o padrão de vida do seu animal de estimação dentro do seu padrão de vida.

Comprar ou alugar um imóvel: qual vale mais a pena?

28/01/2019

Ter uma casa própria é o sonho de muitos brasileiros. Porém, o que muitas pessoas deixam de avaliar antes de comprar o primeiro imóvel é se, de fato, vale a pena financeiramente.

Para fazer essa avaliação, alguns especialistas utilizam a regra da Taxa do Aluguel, que é válida para pessoas que já tenham o valor à vista para comprar o imóvel. Basta dividir o valor do aluguel pelo valor total do imóvel e, em seguida, multiplicar por 100.

O resultado é a taxa de retorno, que deve ser comparada com as taxas de juros pagas pelas principais alternativas de investimentos, como fundos de Renda Fixa, poupança e Tesouro Direto, por exemplo. Se essa taxa de retorno for maior que o rendimento do investimento, vale a pena comprar o imóvel. Mas, se essa taxa for menor, vale mais aplicar o dinheiro e continuar morando de aluguel.

Agora, se a pessoa não tem todo o dinheiro para comprar à vista e dependerá de um financiamento, é preciso comparar a taxa de retorno com o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, informado pelo banco. Daí, a lógica é a mesma: taxa de retorno maior que o CET do financiamento, vale a compra. Taxa de retorno menor, continue com a locação.

É claro que existem outras variáveis que precisam ser consideradas no momento de decisão entre comprar ou alugar. Ao comprar uma casa ou apartamento, por exemplo, o valor pago pode ser considerado um investimento. Caso haja uma valorização do bairro, o preço do imóvel sobe e, em uma possível venda, você pode lucrar com esta valorização.

Agora, alugar também pode ter algumas vantagens. Como você não é proprietário do imóvel e os contratos de locação costumam ter um prazo máximo de 30 meses, é mais fácil sair do imóvel para, por exemplo, aproveitar alguma oportunidade de carreira em outra cidade, estado ou país.

Por isso, coloque no papel os prós e contras de cada uma das situações e veja qual delas se adapta à sua realidade, fase de vida e objetivos.

Você conhece os Bancos Digitais?

21/01/2019

Hoje em dia, cada vez mais as pessoas usam seus smartphones para atividades cotidianas. Seja para interagir com amigos e familiares, ler e-mails e notícias e até para realizar transações financeiras pelo aplicativo do banco. Segundo uma pesquisa da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos), em 2017, 35% das transações bancárias no Brasil ocorreram através de mobile banking (contra 22% pelo internet banking e 42% pelos demais meios).

Por esta razão, já existem no Brasil algumas opções de Bancos Digitais, ou seja, bancos onde quase a totalidade dos produtos e serviços são oferecidos de forma digital, sem ida à agência. Não confundir com bancos tradicionais que também oferecem serviços via internet banking ou aplicativo; aqui, a proposta é um banco voltado 100% ao ambiente digital. Alguns exemplos de Bancos Digitais são o Neon, o Banco Inter, o NuBank, o Next e o Banco Original.

Como estes bancos não possuem estrutura física (ou seja, não têm agências) e contam com tecnologia e infraestrutura de ponta, eles prometem acesso a diversos produtos bancários com custos menores que os "bancões". Além disso, pela experiência ser desenhada para uso em smartphones desde o início, os bancos digitais oferecem uma comunicação mais clara e objetiva, sem a burocracia das instituições financeiras tradicionais.

Para diferenciar os bancos digitais de bancos "digitalizados" (ou seja, bancos tradicionais que também possuem canais digitais), a FEBRABAN destaca como características de um banco digital: processos não presenciais, com captura digital de documentos e coleta eletrônica de assinatura; acesso a canais eletrônicos para todas as consultas e contratação de produtos; e resolução de problemas por múltiplos canais sem a necessidade de ir à agência.

Como para os bancos digitais a tecnologia e a infraestrutura digital são pilares essenciais, estes bancos estão cada vez mais estudando o comportamento e a utilização dos serviços por parte dos clientes, a fim de criar experiências cada vez mais diferenciadas para seu público. Quem sabe no futuro a tecnologia proporcionará uma experiência bancária mais personalizada que uma boa conversa com o gerente do banco? Estamos de olho!

Comece o ano no azul: renegociação de dívidas

14/01/2019

Segundo uma pesquisa realizada pela ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), 86% dos respondentes disseram que iriam utilizar seu 13º salário para quitar dívidas. Para aproveitar esta onda, empresas de diversos setores criaram eventos e plataformas para facilitar a renegociação de dívidas com seus clientes e auxiliá-los a quitar suas pendências financeiras.

Um dos eventos mais conhecidos é o Feirão Limpa Nome do Serasa Consumidor, que aconteceu até 1º de dezembro de 2018, onde foram fechados mais de 1 milhão de acordos. Neste ano, o evento aconteceu apenas de forma online e contou com empresas de diversos setores como seguradoras, bancos, empresas de telefonia, etc. Mesmo após o fim do evento, o portal da Serasa continua prestando o serviço de negociação de dívidas e contas atrasadas, e também existem outros portais na internet que facilitam a negociação entre empresas e seus clientes.

Muitos bancos também organizam seus próprios feirões presenciais ao longo do ano, porém agora estão aproveitando a tecnologia para manter um canal permanente de negociação com os inadimplentes, principalmente para dívidas com mais de 60 dias de atraso. Praticamente todos os maiores bancos comerciais do Brasil possuem hoje em dia plataformas de negociação de dívida online, e também contam com canais por chat, telefone e nas próprias agências. Dentre as facilidades de renegociar direto com o banco estão a possibilidade de unificar diversas dívidas e alongar prazos, além de negociar descontos nas taxas de juros cobradas.

Estar livre de dívidas é um importante passo para ter uma vida financeira saudável, logo é uma atitude que deve ser bem planejada. Ao avaliar e renegociar suas dívidas, liste todas as suas pendências financeiras e também quanto você tem disponível mensalmente para arcar com as parcelas da renegociação. Dê prioridade para quitar as dívidas com juros mais altos e serviços essenciais como água e luz; lembre-se que as parcelas devem sempre respeitar seu limite mensal para que você não assuma compromissos que não possa arcar.

Despesas de início de ano: dicas de como se organizar

10/12/2018

O início do ano é marcado por algumas obrigações financeiras como matrícula e material escolar dos filhos, IPTU, IPVA, renovação de seguros e licenciamento do carro. Como a maioria dessas despesas são previsíveis, ou seja, já sabemos que vão acontecer, o ideal é separar no orçamento, ao longo do ano, valores mensais para arcar com estas despesas e não ser pego de surpresa nessa época. Porém, se não foi possível se planejar durante 2018, confira algumas dicas para ainda assim se organizar e evitar começar o ano novo no vermelho:

  • Faça uma lista das despesas do início do ano. Comece a pesquisar, desde agora, os descontos que essas contas terão caso se opte pelo pagamento à vista. Se você ainda não tem os valores exatos, utilize como base os valores pagos no início de 2018 mais a inflação do período.
  • Avalie quais contas valem mais a pena serem pagas de uma única vez e quais podem ser parceladas. Por exemplo, para quem tem dinheiro investido a uma taxa de 6,5% ao ano (Fundo DI, CDB, Tesouro Selic etc.), só vale a pena pagar à vista uma compra/conta que pode ser parcelada em quatro vezes se o desconto for igual ou superior a 8%.
  • Utilizar uma parte do 13º salário ou bônus também pode ser uma estratégia para se livrar das contas do início de ano. Mas lembre-se que, caso tenha dívidas antigas, priorize-as e tente quitá-las para evitar o acumulo de juros.
  • Só pegue um empréstimo para quitar as despesas caso as taxas sejam menores que os juros do parcelamento das contas. Neste caso, lembre-se de reorganizar seu orçamento familiar para que consiga honrar com todas as parcelas.

Turbine sua poupança para a aposentadoria neste fim de ano

03/12/2018

Muitas pessoas utilizam parte dos rendimentos que recebem no fim do ano para pagar dívidas, comprar os presentes de Natal e ainda organizar as finanças para começar o próximo ano no azul. Mas esse dinheiro "extra" (como, por exemplo, o 13º salário) também pode ser utilizado para constituir ou aumentar uma reserva para algum objetivo de curto, médio ou longo prazo.

Uma opção é investir no Plano Duprev CD por meio de uma Contribuição Esporádica, de valor definido pelo participante e, assim, turbinar a poupança para a aposentadoria. Uma das vantagens de focar seus recursos para a aposentadoria na Duprev é poder contar com uma gestão de investimentos profissional, com um portfólio diversificado e, inclusive, com modalidades de investimento que nem sempre são muito acessíveis ao pequeno investidor individual.

Além disso, a Contribuição Esporádica também é uma alternativa para aproveitar ao máximo o incentivo fiscal que o governo oferece para quem contribui para planos de aposentadoria e faz o modelo completo da declaração de imposto de renda. As contribuições podem ser deduzidas da base de cálculo do IR em até 12% do total dos rendimentos tributáveis. Lembre-se de não considerar 13º e PLR/Bônus para apurar seus rendimentos tributáveis (e para descobrir o limite de 12% de dedução anual) pois estes têm tributação exclusiva.
Saiba mais sobre esse assunto nos posts do dia 03/10/2017 e 24/04/2018.

As Contribuições Esporádicas para o Plano Duprev CD podem ser feitas até o dia 14/12 para serem efetivadas ainda este ano e valerem para o IR 2019 (ano-calendário 2018). Para saber como realizá-las, entre em contato com a equipe da Duprev pelo (11) 4166-8128 ou duprev@dupont.com.br até o dia 10/12.

Como fazer boas negociações em uma compra

26/11/2018

Saber negociar é uma habilidade fundamental para quem quer ter sucesso no mundo dos negócios e também em sua vida financeira. Separamos algumas dicas para ajudá-lo(la) a barganhar e obter bons descontos em uma compra. Confira:

  1. 1)Antes de sair às compras, pesquise o preço do produto ou serviço que você deseja adquirir. Anote a faixa de preço e memorize o valor máximo que você está disposto a gastar. Também tenha em mente antes da negociação qual será a forma de pagamento e lembre-se que muitas lojas oferecem um bom desconto para pagamentos à vista e/ou com dinheiro em espécie.

  2. 2)Fique calmo. Os especialistas dizem que quando você está apressado ou ansioso, a tendência é querer resolver o processo rapidamente, o que pode levar a uma negociação desfavorável para o comprador. Um outro ponto importante, principalmente para compras de valor alto, é evitar demonstrar demais o que sente.

  3. 3)Prefira o olho no olho, pois a maioria das pessoas com quem se vai negociar não estarão preparadas e, assim, fica mais fácil "ganhar" a negociação quando se está em frente ao outro.

  4. 4)Ao propor um preço, diga primeiro um valor que você sabe que o outro lado não aceitará. Desta forma, você terá uma margem para subir o valor proposto, deixar o outro satisfeito e, ainda assim, fechar um bom negócio.

  5. 5)Dê um tempo. Se você ficar na dúvida se a proposta negociada realmente vale a pena, saia da loja e dê uma volta para refletir sobre os valores negociados, se a compra precisa ser feita naquele momento e sobre as informações passadas pelo vendedor. Ou seja, tome a decisão com a cabeça fria e com as emoções sob controle.

Black Friday: Três dicas para não comprometer o orçamento

19/11/2018

A Black Friday começa oficialmente nesta sexta-feira (23/11) e as promoções costumam durar todo o fim de semana, se encerrando apenas na segunda feira seguinte, chamada de Cyber Monday. Durante esse período, muitas pessoas aproveitam para comprar produtos e serviços que já desejavam há algum tempo com um preço mais atraente. Mas saiba que se a Black Friday não for encarada com planejamento e sabedoria, ela pode causar graves desequilíbrios no orçamento familiar. Separamos três dicas para você ter sucesso com suas compras e não prejudicar o seu bolso, confira:

  1. 1)Faça uma lista dos itens que você deseja adquirir, dividida por prioridades. Essa atitude vai ajudá-lo a não fazer compras por impulso e a ter mais foco na hora de pesquisar os preços. Lembre-se que não é porque algo está muito barato que você precisa comprá-lo - avalie sempre se você realmente precisa do produto ou se precisa ser neste exato momento.

  2. 2)Estabeleça um teto de gastos compatível com o seu orçamento. Procure não gastar além desse valor pré-determinado para não iniciar o ano novo com dívidas.

  3. 3)Pesquise preços. Aproveite esses dias que antecedem a Black Friday para pesquisar o histórico de preços dos produtos que você pretende adquirir e para se cadastrar e receber alertas com os horários e produtos em promoção nas suas lojas de interesse. Na sexta-feira, não deixe de fazer uma comparação com o preço de pelo menos mais uma loja.

Cuidados ao fazer compras em lojas virtuais

12/11/2018

Comprar pela internet oferece várias vantagens ao consumidor, como preços mais competitivos, facilidade para escolher produtos e a comodidade de comprar em qualquer lugar a qualquer momento. Não é à toa que, de acordo com um levantamento do Ebit, o e-commerce no Brasil cresceu 12,1% no primeiro semestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado, o que representa um faturamento de mais de R$ 23 bilhões.

Mas, apesar da compra em lojas virtuais ser uma tendência, alguns cuidados são necessários antes de finalizar o pedido, já que existem os riscos de roubo de dados de cartão de crédito e de contas bancárias e até mesmo o não recebimento dos produtos. Veja algumas dicas para não cair em armadilhas:

  • Uma das estratégias que os criminosos utilizam para ter acesso às informações pessoais é a criação de sites falsos, que imitam a imagem de uma empresa conhecida e confiável. Geralmente, o consumidor chega nessas páginas a partir de e-mails ou conteúdos divulgados em sites com promoções extravagantes. Sendo assim, desconfie de valores muito abaixo do mercado e evite abrir links e anexos de e-mails duvidosos.


  • Confira as informações sobre a loja. Procure o CNPJ da loja em alguma seção do site onde deseja comprar (normalmente no rodapé da página inicial). Com esta informação, acesse o site da Receita Federal para verificar a inscrição da empresa, além de outras informações como data de registro e situação cadastral. O Procon-SP também disponibiliza uma lista de sites a serem evitados no link http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php


  • Pesquise a reputação da loja em sites como o Reclame Aqui. Analise o que os consumidores dizem sobre a empresa, se receberam as encomendas corretamente e se tiveram algum problema em relação à troca/devolução ou à qualidade dos produtos.


  • Pague com um cartão de crédito virtual. Alguns bancos oferecem um cartão virtual para ser usado exclusivamente no ambiente online. Ele funciona como um cartão comum, porém o seu número é gerado para durar pouco tempo ou, em alguns casos, para apenas uma compra. Assim, se alguém mal intencionado interceptar os dados do cartão, não poderá fazer nada pois o número já estará expirado.

O que vale mais a pena: comprar em loja física ou online?

05/11/2018

Segundo um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 62% das pessoas preferem a internet para realizar as suas compras, enquanto 36% ainda preferem as lojas físicas e 1% as redes sociais.

A pesquisa revelou que, de forma geral, 83% dos entrevistados relataram a percepção de que os preços praticados na internet são mais baratos do que nas lojas físicas. Além disso, também são mencionados como fatores positivos das lojas online a facilidade para escolher produtos, disponibilidade de informações, agilidade na compra e melhores formas de pagamento. Porém, 62% das pessoas citam que comprar por sites ou aplicativos deixa o consumidor ansioso e 43% dizem que comprar online estimula as compras por impulso.

Já as lojas físicas lideram quando são levados em consideração a facilidade de troca, a qualidade do atendimento e o pós-venda. Entre os que preferem o ambiente físico, 40% acham que há menos decepções nesse tipo de compra do que em e-commerces e 38% destacam a vantagem de poder levar o produto para casa imediatamente após o pagamento. E em relação às sensações provocadas pelas compras em lojas físicas, elas são consideradas mais seguras, proporcionam compras mais conscientes, racionais e também mais prazerosas.

Tanto as lojas físicas quanto as lojas online possuem vantagens e desvantagens, como as citadas acima. Mas, independentemente da forma que o consumidor se sinta mais confortável em realizar suas compras, pesquisar os preços e características do produto é sempre importante. Neste caso, vale pesquisar todas as informações na internet e negociar na loja física, como também ir a uma loja física para conhecer de perto o produto e avaliar se o valor deste na internet (incluindo custos de frete) vale a pena.

Além disso, a decisão entre comprar em loja física ou online não deve ser pautada apenas em relação ao preço do produto, e outras variáveis devem ser consideradas. Por exemplo, se o produto for um presente para um amigo que talvez opte pela troca, avalie o custo x benefício de comprar na loja física, já que as trocas são mais simples e você e seu amigo podem ter uma dor de cabeça a menos.

Por fim, se a decisão for a internet, prefira as lojas mais conhecidas e renomadas para evitar fraudes e também por proporcionarem uma boa experiência no tempo de entrega, qualidade do produto, etc.

Finanças pessoais x finanças da empresa: como elaborar um bom orçamento?

29/10/2018

O brasileiro sempre foi um povo empreendedor e cheio de ideias, e existem no Brasil diversas histórias daquele hobby que começou como uma brincadeira e acabou virando um negócio próprio de sucesso. Atualmente, é muito comum que pelo menos um dos membros da família seja um trabalhador autônomo e não é à toa que o número de registros de Microempreendedores Individuais (MEIs) no país aumentou 17% entre novembro de 2017 e maio deste ano, em relação ao mesmo período entre 2016 e 2017.

Um dos principais desafios para famílias onde um dos membros é um pequeno ou microempresário é separar as finanças da empresa das finanças pessoais. Misturar os orçamentos pode colocar o desempenho do negócio e o seu funcionamento em risco. Por isso, o ideal é ter contas bancárias, cartões de crédito e débito separados, de modo que as movimentações de entrada e saída de dinheiro sejam feitas de forma isolada, ou seja, as despesas pessoais/familiares nunca devem ser relacionadas às despesas do negócio e vice-versa.

A segunda dica é definir um salário mensal para o empreendedor e um bônus de premiação para receber quando a empresa faturar mais. Assim, a pessoa terá garantida uma renda fixa ao invés de usar constantemente o dinheiro da empresa para cobrir despesas próprias ou da família. Além de definir essa remuneração, outra dica é ter uma reserva financeira (em nome da empresa, não confundir com a reserva para emergências familiar) para momentos de instabilidade e também para melhorias da empresa.

O terceiro passo é acompanhar periodicamente o fluxo de caixa, ou seja, saber todas as movimentações financeiras da empresa e, assim, realizar uma previsão se os negócios darão lucro ou prejuízo. Para fazer esse controle, vale usar uma planilha, aplicativo ou até mesmo um caderno, dependendo do volume dos dados registrados.

Por fim, também é possível contratar um contador para cuidar das finanças da empresa. Ele será capaz de detalhar como estão as finanças do negócio e apontar quais são os principais problemas.

Aprenda a economizar mesmo com pouco dinheiro

22/10/2018

É muito comum escutarmos de algumas pessoas que elas não conseguem poupar e economizar mensalmente pois dizem que seu salário é suficiente apenas para arcar com as despesas mensais e pagar dívidas. Mas saiba que com algumas mudanças no comportamento, esforço e disciplina é possível começar a guardar um pouco de dinheiro e, ao longo do tempo, essa atitude estará "incorporada" no seu dia a dia.

O primeiro passo é conhecer os seus gastos e, em seguida, analisar o que é possível cortar ou diminuir no orçamento. Para isso, o indicado é utilizar um caderno, planilha ou aplicativo para registrar todas as movimentações financeiras e categorizá-las, como por exemplo, em lazer, alimentação, transportes, etc. Essa análise permite encontrar alguns gastos supérfluos ou excessos que podem ser reduzidos ou eliminados.

O segundo momento é criar alguma meta (ou mais de uma) que irá motivá-lo a reservar um valor todo mês para conquistar esse objetivo. Alguns especialistas dizem que o ideal é poupar entre 10% e 15% da sua renda líquida, porém você pode começar com menos que isso e ir aumentando ao longo do tempo ou à medida que a sua disciplina financeira for melhorando.

Dica! Faça o desafio dos 12 meses para poupar dinheiro. Crie uma tabela indicando o número de meses - de 1 a 12, defina um valor a poupar e vá aumentando progressivamente este valor. Por exemplo, inicie com 50 reais e aumente 10 reais a cada mês (no mês seguinte guarde R$ 60, no próximo R$ 70, etc). No final do ano você já estará guardando R$ 160 no mês e já terá poupado R$ 1.260 mais os juros!

E lembre-se que o valor poupado deve ser reservado logo que receber o salário e, mesmo que seu dinheiro acabe no final do mês, não utilize esta quantia para cobrir outros gastos, a menos que seja uma emergência.

Como proteger o seu dinheiro da inflação

15/10/2018

Ao planejar algum objetivo financeiro de longo prazo, como a independência financeira ou a aposentadoria, é fundamental que as aplicações escolhidas para investir o seu dinheiro gerem uma rentabilidade superior à inflação. Do contrário, o dinheiro estará perdendo valor ao longo do tempo, sem acompanhar o efetivo poder de compra do investidor.

Isso quer dizer, por exemplo, que R$ 1.000 de hoje não valerão os mesmos R$ 1.000 no futuro, e se a inflação for de, por exemplo, 5% no decorrer do período que você está acumulando o dinheiro, o seu investimento tem que ter valorizado os mesmos 5% apenas para manter o mesmo poder de compra, fora a rentabilidade real acima da inflação que se espera ao investir.

Existem algumas opções de investimento no Brasil atreladas a índices nacionais de inflação, como o IGP-M e o IPCA, que irão proteger o investidor da inflação média nacional. As NTN-Bs, por exemplo, são títulos públicos emitidos pelo Governo Federal que rendem uma taxa de juros mais a variação do IPCA e são negociados no Tesouro Direto. Estes títulos sofrem oscilações diariamente, mas quem mantém a posse do título até o vencimento recebe exatamente a rentabilidade contratada.

Para quem não quiser comprar títulos direto pelo Tesouro Direto, os fundos de inflação são fundos de investimento em Renda Fixa que aplicam em papéis cuja remuneração é atrelada à inflação. Esses fundos usam como referência o IPCA ou o IMA-B, um índice que replica o rendimento de uma carteira composta por diversas NTN-Bs com vários prazos de vencimento.

Investir em imóveis também é uma maneira de conseguir uma rentabilidade atrelada à inflação, já que os alugueis costumam ser corrigidos anualmente pelo IGP-M. O lado negativo é que comprar um imóvel exige uma concentração grande de capital em um único investimento. Além disso, requer algumas preocupações com documentação, administração, eventuais reformas e até mesmo falta de locatários.

Uma alternativa para investir em imóveis sem os problemas de concentração de capital e burocracias é através dos Fundos Imobiliários, que são fundos que investem em um ou mais imóveis comerciais. Uma das vantagens é que você compra uma carteira diversificada com vários imóveis escolhidos por gestores especializados. Além disso, as cotas podem ser compradas aos poucos (as cotas destes fundos podem ter valores entre R$ 80 e R$ 120), ou seja, não é preciso desembolsar um grande volume de recursos de uma vez só. Saiba mais no post do dia 05/06/2018.

Como planejar a sua independência financeira

08/10/2018

Conquistar a independência financeira significa acumular um patrimônio suficiente para não precisar mais trabalhar e viver exclusivamente da rentabilidade dos seus investimentos, de forma que ela supere os seus gastos mensais de forma segura. Esse acaba sendo o objetivo de muitas pessoas para a aposentadoria, visto que esperam parar de trabalhar e não poderão contar apenas com a Previdência Social se quiserem manter o mesmo padrão de vida no futuro.

Mas algumas pessoas desejam parar de trabalhar ou querem se dedicar a alguma atividade mais prazerosa ainda na vida ativa e, para isso, precisam conquistar a liberdade de fazer o que gostam sem se preocupar com questões financeiras. A princípio este objetivo pode parecer inalcançável, porém, com um bom planejamento financeiro e escolhas inteligentes, é possível conquistar a independência financeira antes de se aposentar. Separamos três dicas para você começar a planejar sua autonomia:

  1. 1)Faça um planejamento: utilize uma planilha ou aplicativo para fazer o seu planejamento financeiro. Nele, devem conter todas as entradas e saídas de dinheiro por mês para que seja possível identificar qual é o seu custo de vida atual, fazer adequações e estabelecer limites de gastos.

  2. Esse também será o momento para definir metas para alcançar sua independência financeira, como avaliar o valor ideal para você poupar todo mês e por quanto tempo você deve investir esse dinheiro. Existem vários simuladores na internet que podem ajudá-lo nessa conta (veja um modelo aqui!).

  3. 2)Invista com sabedoria: fazer o dinheiro multiplicar é a melhor maneira de atingir a independência financeira. Para isso, é preciso conhecer a sua tolerância a riscos e diversificar os investimentos de acordo com os seus objetivos. Uma opção são os títulos de renda fixa que trazem fluxos de pagamentos mais estáveis e têm riscos mais baixos. Para saber mais, leia o post do dia 29/05/18.

  4. 3)Tenha disciplina: este é um processo que pode levar tempo e, por isso, é importante ter muita disciplina para não desistir pelo caminho. Reveja o seu planejamento periodicamente e analise se os valores que estão sendo investidos mensalmente serão suficientes para atingir sua independência financeira no prazo que você definiu (use simuladores!). Geralmente, alguns acontecimentos na vida como, por exemplo, mudança de emprego, casamento e nascimento dos filhos requerem algumas adequações no planejamento de longo prazo.

Certificação e habilitação dos dirigentes e membros dos conselhos da Duprev

01/10/2018

A Duprev conta com a Diretoria Executiva e os Conselhos Deliberativo e Fiscal para administrar, orientar e fiscalizar as atividades da entidade. Cada um desses órgãos estatutários é composto por representantes dos participantes ativos e assistidos (escolhidos por meio de votação) e representantes das empresas patrocinadoras dos planos.Leia o post do dia 24/01/2017 e saiba mais.

Para garantir que essas pessoas estejam aptas a exercerem essas importantes funções, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC, órgão que fiscaliza e regula as entidades de previdência complementar no Brasil, exige que os membros dos conselhos e da diretoria passem pelos processos de certificação e habilitação.

A certificação é exigida tanto para os membros da Diretoria Executiva, quanto para os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, e tem por objetivo comprovar que todos possuem os requisitos técnicos necessários para o exercício de suas funções. Todo o processo é realizado por instituições autônomas reconhecidas pela PREVIC como, por exemplo, ANBIMA, ICSS e FGV. A certificação pode ser obtida por meio de exames por provas, por provas e títulos ou por experiência, de acordo com a complexidade do cargo e função exercida.

Já a habilitação é destinada apenas aos membros da Diretoria Executiva, e o Atestado de Habilitação de Dirigentes é emitido pela própria PREVIC após análise da documentação exigida. Entre os requisitos estão: comprovar experiência de, no mínimo, três anos em atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização ou de auditoria, não ter sofrido penalidade administrativa por infração da legislação da seguridade social e também possuir a certificação. A validade do atestado de habilitação é de 4 anos ou até terminar o mandato do dirigente.

Apesar de serem exigências legais, a certificação e a habilitação vão muito além disso: são fruto de uma preocupação constante da entidade aprimorar a gestão dos recursos, profissionalizar o sistema, assegurar sua eficiência e garantir a aplicação das melhores práticas de mercado. Por essa razão, a Duprev mantem a meta de ter 100% dos diretores e conselheiros certificados/habilitados

Que tal simular o valor do seu benefício na aposentadoria?

24/09/2018

A Duprev disponibiliza um simulador de aposentadoria para ajudar os participantes do Plano Duprev CD e os funcionários das patrocinadoras que ainda não fazem parte do plano a terem uma melhor visão do seu futuro.

Para quem ainda não está inscrito no plano, a ferramenta fica disponível na página principal do site da Duprev. Já para quem é participante, o acesso ao simulador é feito pela área restrita do site. Ambas as ferramentas têm o mesmo objetivo, com a diferença que para os atuais participantes do plano o simulador considera o patrimônio já acumulado e o preenchimento de certas informações é automático, enquanto "não-participantes" devem fazer o preenchimento manual.

O simulador irá projetar o saldo de conta do participante com contribuições futuras e rentabilidade até a data de aposentadoria. O usuário pode alterar os percentuais de contribuição Normal e Voluntária, além de selecionar hipóteses de rentabilidade e crescimento salarial.

A partir desta projeção de saldo para a aposentadoria, é possível escolher as formas de renda disponíveis no plano e ver o comportamento do benefício ao longo dos anos, inclusive, em relação ao efeito do imposto de renda no futuro. Com os resultados apresentados o participante pode avaliar, por exemplo, se as contribuições realizadas são suficientes para atingir o benefício esperado no futuro ou se é melhor aumentar suas contribuições.

Lembre-se que, durante o mês de setembro, os participantes do Plano CD podem alterar os percentuais da Contribuição Normal e Voluntária e o Perfil de Investimento. Para solicitar a mudança, basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. As alterações de contribuição passam a vigorar em outubro e as alterações de perfil passam a vigorar em até 60 dias após a solicitação.

Como funciona a Renda Variável no Plano CD?

17/09/2018

Como falamos no post anterior, os saldos de conta de cada participante do Plano Duprev CD são investidos no mercado financeiro em aplicações de Renda Fixa e Renda Variável.

Quando falamos de Renda Variável, os investimentos da Duprev são compostos por ações de empresas negociadas na bolsa de valores. Para gerar uma maior eficiência e mitigar riscos, a Duprev não escolhe sozinha as ações que vão compor os seus investimentos, ela utiliza um fundo de investimento. Isso significa que a Duprev terceiriza a decisão de quais ações comprar para um gestor especialista que fica responsável por manter a carteira e comprar as ações que são indicadas pelo índice Bovespa.

Mas o que é o Índice Bovespa? O Índice Bovespa (ou Ibovespa) é uma carteira teórica de ações criada pela B3 (bolsa de valores de São Paulo) e composta pelas ações mais negociadas no Brasil. Assim, a variação do Ibovespa e, consequentemente, a rentabilidade da carteira de R.V. da Duprev, vai representar a variação média dos preços das ações que compõem a carteira teórica, uma carteira pulverizada e que "aplica" em diversos setores da economia.

No mundo dos investimentos, quanto maior o risco de uma aplicação, maior o seu potencial de ganho. Dessa forma, ao investir em Renda Variável, estamos assumindo mais risco do que quando investimos em Renda Fixa, e por isso temos chance de ter ganhos maiores, aumentando o potencial de termos um maior saldo acumulado no momento da aposentadoria. Porém os ganhos potenciais adicionais não vêm de graça, e os investimentos em ações apresentam rentabilidades bastante voláteis, podendo ser negativas em alguns períodos.

Por meio dos Perfis de Investimento, os participantes da Duprev podem escolher a proporção do seu saldo de conta a ser alocada em Renda Fixa e Renda Variável. Os nomes de cada perfil indicam a alocação em Renda Variável (Perfis 0, 15, 30 e 50 possuem respectivamente 0%, 15%, 30% e 50% dos recursos em ações), logo é importante que cada participante avalie seu momento de vida e seu nível de aversão a riscos para escolher o perfil que mais se alinhe com seus objetivos: quanto maior a sua aversão ao risco, menos recomendável é a alocação em Renda Variável.

Para saber mais, leia a Política de Investimentos do Plano Duprev CD e o Regulamento dos Perfis de Investimento, ambos disponíveis na página principal do site da Duprev.

Como funciona a Renda Fixa no Plano CD?

10/09/2018

O Saldo de Conta de cada participante do Plano Duprev CD é investido no mercado financeiro de acordo com o Perfil de Investimento escolhido por cada um. E a Duprev realiza esses investimentos em aplicações de Renda Fixa e Renda Variável.

A carteira de investimentos de Renda Fixa foi definida e é gerenciada com o objetivo de gerar uma rentabilidade de longo prazo suficiente para garantir uma aposentadoria confortável para todos os participantes. Os investimentos são feitos em sua totalidade em títulos emitidos pelo Governo Federal, os de menor risco de crédito existentes no Brasil. A alocação é dividida em duas parcelas:

  • Caixa: essa é a parcela mais líquida dos investimentos, usada pelos gestores da Duprev para cumprir com as obrigações imediatas do plano. O dinheiro dessa parte do portfólio está investido em LFTs, títulos do governo cujo rendimento espelha a taxa básica de juros do Brasil, a taxa Selic. Esses títulos também são conhecidos como Tesouro Selic.

  • Proteção Contra Inflação: essa parcela é composta por investimentos em NTN-Bs, títulos emitidos pelo Governo Federal que rendem uma taxa de juros mais a variação do IPCA. Esses ativos também são conhecidos como Tesouro IPCA. Pela sua natureza, estes títulos funcionam como uma proteção para o patrimônio investido, mas também pagam uma rentabilidade excedente, gerando ganhos acima da inflação para os participantes. Esta parcela dos investimentos utiliza ativos com diversos prazos de vencimento, sempre maiores que a parcela do "Caixa", buscando uma diversificação temporal para se adequar aos diferentes participantes.

Apesar de serem títulos de Renda Fixa, os títulos do Tesouro IPCA possuem algum risco de oscilações. Devido ao seu foco em longo prazo (a parcela de proteção contra a inflação representa aproximadamente 90% dos investimentos em Renda Fixa), os ativos do plano estão sujeitos às oscilações dos mercados financeiros, podendo até mesmo ter retornos negativos em alguns períodos. Essa exposição a riscos de curto prazo é necessária para que a Duprev possa atingir os objetivos dos participantes na aposentadoria, e é importante frisar que existe uma rigorosa gestão desse risco por parte dos administradores da entidade.

Para saber mais, leia a Política de Investimentos do Plano Duprev CD e o Regulamento dos Perfis de Investimento, ambos disponíveis na página principal do site da Duprev.

Setembro: mês de opções no Plano CD

03/09/2018

De 3 a 28 de setembro às 16:00, os participantes do Plano CD da Duprev podem alterar o seu Perfil de Investimento e os percentuais da Contribuição Normal e da Contribuição Voluntária. Veja algumas dicas para ajudá-lo a decidir sobre estas possibilidades de mudança:

  • Contribuição Normal: como a empresa faz uma contrapartida de 100% sobre esta contribuição, quanto mais você contribuir, maior será o valor que a empresa depositará em seu nome no Plano CD. Desta forma, avalie a possibilidade de maximizar o seu percentual nesta contribuição!

  • Contribuição Voluntária: apesar desta contribuição não ter a contrapartida da empresa, ela é uma maneira de turbinar seu saldo para a aposentadoria e, adicionalmente, é uma ferramenta importante para os participantes que queiram aproveitar ao máximo o incentivo fiscal que o governo oferece para quem tem planos de previdência complementar e faz o modelo completo da Declaração de Imposto de Renda.
    Leia mais sobre este assunto no post do dia 24/04/2018.

  • Perfis de Investimento: ao pensar em mudar de perfil, avalie o seu momento de vida. Por exemplo, pessoas mais jovens que ainda têm muito tempo para acumular recursos para a aposentadoria podem optar por perfis com mais risco em busca de retornos maiores a longo prazo, pois ainda terão tempo para recuperar eventuais oscilações negativas no caminho. Já para aqueles que estão mais próximos da aposentadoria, pode ser mais prudente reduzir os riscos a fim de proteger o patrimônio já constituído no plano. Tenha em mente que o tempo não deve ser a única variável de análise: considerar os riscos dos seus demais investimentos, fora da Duprev, e conhecer o seu nível pessoal de tolerância a riscos também são fundamentais para tomar a melhor decisão.

Para solicitar a mudança nas contribuições e/ou Perfil de Investimento, basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as instruções. Os novos percentuais de contribuição e Perfil de Investimento passam a valer em até 60 dias da solicitação. Lembre-se que o participante que não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.

Vale a pena se aposentar 'antes da hora'?

27/08/2018

Quem nunca sonhou em se aposentar o mais rápido possível e com dinheiro suficiente para curtir a vida? Segundo um levantamento do Datafolha, a maioria da população acha que os brasileiros se aposentam mais tarde do que deveriam. A pesquisa ainda apontou que 21% dos entrevistados querem se aposentar até os 55 anos e 24% gostariam de se aposentar entre 56 e 60 anos de idade.

Aposentar-se aos 50 anos de idade ou até mesmo antes disso pode parecer uma ótima ideia a princípio. Mas, saiba que parar de trabalhar e viver de renda antes do planejado inicialmente pode ter algumas consequências que podem colocar o seu bem-estar em risco.

O principal impacto é o financeiro. Quanto mais cedo a pessoa se aposenta pela Previdência Social (INSS), menor é o valor da sua renda mensal, já que a idade e o tempo de contribuição são fatores determinantes no cálculo do benefício. Na previdência complementar o impacto pode ser até maior: em planos CD (como o Plano Duprev CD), cada ano antecipado é um ano a menos de contribuições, contrapartida da empresa e rentabilidade dos recursos acumulados. Além disso, como esta reserva financeira terá que durar por mais tempo, o aposentado deverá optar por um benefício menor para não ficar sem recursos no meio do caminho.

Outro aspecto importante é o impacto psicológico. Ao se aposentar, o vínculo com o ambiente de trabalho e a rotina que a pessoa estava acostumada são deixados de lado e acontece uma mudança brusca no papel do indivíduo na sociedade. Para não se frustrar, é preciso encontrar uma nova referência, novos círculos de amizades, hobbies e atividades que vão facilitar o processo de adaptação a esta nova fase da vida.

Não existe uma melhor idade para parar de trabalhar. Porém, o ideal é realizar um planejamento desde a juventude para esta fase, avaliando sua expectativa de vida, quais serão seus gastos mensais no futuro e possíveis projetos a serem realizados durante a aposentadoria. Leia mais sobre quanto é necessário guardar para a aposentadoria no post do dia 14/03/2017

Constituição de patrimônio financeiro

20/08/2018

Ter estabilidade financeira é um desejo de muitas pessoas mas, ao mesmo tempo, começar a constituir um patrimônio financeiro pode ser uma tarefa difícil que exige algumas mudanças de hábitos. De forma resumida, o patrimônio financeiro de uma pessoa significa todos os bens materiais que ela possui menos as suas dívidas.

Isso significa que, por exemplo, se uma pessoa comprou um imóvel de R$ 300 mil e financiou R$ 200 mil, o seu patrimônio é de apenas R$ 100 mil. Por isso, o primeiro passo para a construir seu patrimônio é eliminar as dívidas, principalmente porque os juros pagos ao assumir dívidas costumam ser mais altos do que aqueles recebidos em investimentos.

O segundo ponto é analisar o orçamento familiar e realizar algumas adequações para sobrar um pouco de dinheiro para investir para este fim. Deixar as compras supérfluas de lado ou cancelar aquela academia que você paga e não vai farão muita diferença ao longo dos anos.

Por fim, é preciso avaliar em quais bens você vai investir. O ideal é que o patrimônio seja constituído de recursos que possam gerar alguma renda, ou seja, ao deixar o dinheiro trabalhando por você, ele pode se tornar uma fonte de renda passiva. Um carro, por exemplo, é um bem que não gera retorno, apenas despesas e depreciação (exceto quando a pessoa usa o carro para trabalhar). Já um imóvel para locação é um exemplo de um bem que gera retorno, tanto através dos aluguéis como da sua valorização. Leia o post do dia 29/05/2018 para saber outras sugestões de investimento para aumentar o seu patrimônio.

Como é o perfil de consumo da terceira idade?

06/08/2018

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em 2014 identificou que 54% das pessoas com mais de 60 anos de idade são as principais responsáveis pelo sustento da casa, contribuindo ativamente para o orçamento familiar. O levantamento também apontou que 62% da população idosa nas capitais do país são aposentados e pensionistas, e grande parte desses consumidores tem seus rendimentos condicionados ao benefício do INSS.

A maior parte dos idosos diz ter condições de comprar o que precisam para sobreviver e satisfazer suas necessidades, somando a própria renda com a de outros moradores da casa. Mas, para desfrutarem de uma vida mais confortável, 48% dos entrevistados admitem que teriam de trabalhar. Outra revelação importante deste estudo é que o consumo de produtos que ultrapassam as necessidades básicas aumentou e 17% da amostra admitem endividar-se mais com gastos supérfluos hoje, do que há alguns anos atrás.

Uma outra pesquisa realizada pelo SPC Brasil em conjunto com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em 2016, revelou que os principais desejos de consumo da terceira idade são roupas, viagens e calçados. E, nos últimos 12 meses, 55% e 10% dos entrevistados fizeram viagens nacionais e internacionais, respectivamente, geralmente pagas à vista (45%) ou parceladas no cartão de crédito (36%). Ao avaliar o uso de crédito, dois em cada dez idosos já fizeram empréstimo pessoal ou consignado para uso de terceiros (filhos, cônjuge, outros familiares), sendo as principais finalidades o pagamento de dívidas (39%) e a compra de carro/moto (15%).

Tais números despertam a necessidade de uma análise sobre o quanto seria uma renda ideal para se ter durante a terceira idade, a fim de suprir as necessidades básicas, mas também proporcionar lazer e uma vida mais confortável. Nessa fase da vida alguns gastos mensais deixam de existir mas, por outro lado, outros tipos de despesas podem ter um peso maior no orçamento.

Algumas reflexões como: "como você se vê daqui 30 anos" e "o que você está fazendo no presente para conquistar seus objetivos futuros" podem ajudar no planejamento para a aposentadoria. Outra dica é utilizar o simulador do Plano CD, disponível no site da Duprev. A ferramenta possibilita que os funcionários do legado DuPont realizem projeções e avaliem periodicamente se os recursos que estão acumulando para a aposentadoria serão suficientes para se ter uma renda de acordo com o padrão de vida que buscam no futuro.

Direitos para pessoas com doenças graves

31/07/2018

A legislação brasileira assegura alguns benefícios para pessoas com doenças permanentes ou graves, como a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos de aposentadoria e pensão, válida tanto para os rendimentos da Previdência Social, quanto para os provenientes de planos de previdência complementar. Inclusive, em caso de moléstia grave, os participantes e assistidos do Plano Duprev CD têm a opção de receber seu Saldo de Conta Total no plano na forma de pagamento único (Leia mais sobre esse assunto nos posts dos dias 25/07/2017 e 23/08/2016).

Além disso, é possível sacar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na ocorrência de câncer, Aids ou qualquer outra doença considerada grave, desde que o paciente esteja em estado terminal. Esse benefício é considerado emergencial e com o objetivo de ajudar no custeio dos tratamentos necessários.

No caso de neoplasia maligna (câncer), por exemplo, a pessoa tem o direito de iniciar o tratamento oncológico pelo SUS no prazo máximo de 60 dias contados a partir da data da emissão do exame patológico, ter acessos aos medicamentos gratuitos e, se for menor de 18 anos ou maior de 60 anos de idade, ter direito a permanecer acompanhado o tempo todo, inclusive durante a internação.

Entre os benefícios para portadores de doenças graves também estão o Auxílio-Doença para trabalhadores que contribuem para a Previdência Social até o momento que recuperem a capacidade de retornar ao trabalho ou quando o benefício se transforma em Aposentadoria por Invalidez; a isenção de alguns impostos para a compra de veículos adaptados (válida para portadores de deficiências ou doenças incapacitantes) e a isenção da tarifa do transporte coletivo (dependendo da legislação municipal e estadual) durante o período de tratamento.

Planos de saúde para familiares

24/07/2018

Muitas pessoas se questionam sobre a possibilidade de incluírem seus familiares como dependentes no plano de saúde. Quando você é funcionário de uma empresa que oferece este benefício, essa alternativa vai depender principalmente da Política de Benefícios da empresa e do tipo de contrato estabelecido com a operadora de saúde. Já para usuários independentes ou vinculados à alguma associação, a inclusão de familiares vai depender exclusivamente do contrato firmado com a operadora de saúde. Por isso, antes da contratação é importante verificar se o convênio permite essa inclusão e quais pessoas (pelo grau de parentesco) serão autorizadas.

No caso dos planos individuais, se os mesmos não preveem a inclusão de dependentes, o usuário pode mudar o contrato junto à operadora de saúde e os beneficiários que entrarem como dependentes deverão cumprir os prazos de carência do plano.

Já nos planos coletivos, o mais comum são os planos aceitarem cônjuge ou companheiro(a) do titular e filhos. Diferente dos planos individuais, em planos coletivos com mais de 30 participantes não será exigido o cumprimento de carência (a não ser para alguns contratos que pode ter carência para doenças pré-existentes), desde que os beneficiários ingressem no plano em até 30 dias do evento, ou seja da contratação ou casamento, por exemplo.

Outro ponto que gera dúvidas é a inclusão de recém-nascidos no plano. Quando o contrato prevê a inclusão de filhos como dependentes, eles podem ingressar diretamente no plano de saúde do pai ou da mãe e ainda ficarem livres do cumprimento dos períodos de carência. Mas, para isso, o pai ou mãe beneficiário do plano deve fazer a inscrição do filho(a) dentro do prazo de 30 dias após o nascimento e o plano de saúde deve pertencer à categoria "hospitalar com obstetrícia".

Planos de saúde na aposentadoria: opção por convênios coletivos

17/07/2018

A maioria dos contratos de convênios de saúde no país são referentes a planos coletivos, sendo mais conhecidos os que são oferecidos por empresas aos seus funcionários. Mas, ao se aposentar ou perder o vínculo empregatício, a pessoa, ainda assim, pode buscar por um plano coletivo por adesão, oferecido por entidades de classe como sindicatos e associações.

Os planos de saúde coletivos tendem a ser 30% a 40% mais baratos que os individuais e essa diferença ocorre porque o número de beneficiários é levado em conta na hora de calcular o valor da mensalidade. Quanto maior o número de participantes, maior é a chance de que os usuários que não utilizam os serviços compensem eventuais gastos feitos por outros integrantes do plano. Além disso, as negociações entre a operadora de saúde e o representante do grupo contratante (empresa, fundação, associação ou sindicato), geralmente, são mais flexíveis.

Uma outra vantagem dos planos coletivos é a inexistência de carência para grupos acima de 30 pessoas. Porém, nesses planos não existe a portabilidade de carência, ou seja, se a pessoa sair de um plano coletivo para um individual, começará do zero na nova operadora de saúde e terá que aguardar os prazos de acordo com cada procedimento (urgência/emergência, consultas, exames e tratamento de doenças pré-existentes).

Um ponto de atenção para os planos coletivos é que os reajustes não são definidos pela Agência Nacional de Saúde - ANS e as mensalidades podem aumentar por meio de livre negociação entre a operadora de saúde e o representante do grupo contratante.

Planos de saúde na terceira idade: o que saber

10/07/2018

Durante a terceira idade é natural se esperar um aumento na utilização do convênio médico, com mais idas a especialistas e realização de exames. Afinal, a saúde já não é a mesma e requer uma atenção redobrada. Por essa razão, quanto maior a idade, maior é o valor do plano de saúde, o que pode levar algumas pessoas nesta fase da vida a não conseguirem manter seu convênio.

Devido ao alto custo deste perfil de participante, a oferta de planos individuais ou coletivos para pessoas com mais de 60 anos está cada vez menor no Brasil. Para quem esteja buscando planos individuais, uma alternativa é fazer a contratação do plano alguns anos antes de atingir 59 anos de idade, pois assim será mais fácil encontrar planos disponíveis. Nos planos individuais a operadora não pode rescindir o contrato sem autorização da ANS e do próprio segurado, então é possível manter um plano já contratado por tempo indeterminado.

Uma forma de saber se o valor do seu convênio está alinhado com o mercado é fazer buscas na internet comparando vários tipos de plano. Inclusive, essa pesquisa pode virar uma oportunidade de renegociar a mensalidade com a sua atual operadora. Se a opção for mudar de plano, verifique se os serviços e benefícios atenderão todas as necessidades de acordo com o seu perfil, leia bem o contrato e confira previamente se há muitas reclamações do novo convênio no site da Agencia Nacional da Saúde - www.ans.gov.br. Neste site, também é possível esclarecer dúvidas, saber a cobertura mínima dos planos, ver o reajuste anual permitido, ter dicas para contratar ou trocar de plano, etc.

Mesmo com a oferta reduzida, atualmente existem operadoras que oferecem planos específicos para a terceira idade. Alguns deles desenvolvem programas especiais de medicina preventiva e oferecem tratamento domiciliar para idosos acamados. Apesar destas facilidades específicas para a terceira idade, não deixe de pesquisar bem a rede credenciada, a área de atendimento, se o plano é enfermaria ou apartamento e, principalmente, as carências. No geral, a carência é de 24 horas para casos de urgência e emergência; 30 dias para consultas; 6 meses para exames mais complexos e internações e 2 anos para doenças pré-existentes.

Férias em casa: divirta-se gastando pouco

03/07/2018

Se a grana está curta e os planos de viajar durante as férias do meio do ano foram cancelados, saiba que existem várias atividades para se fazer em casa gastando pouco e garantindo a diversão de toda a família. Confira algumas ideias:

1) Faça uma sessão de cinema em casa
Aproveite o tempo livre (e frio) para assistir aos filmes que estão na sua lista de favoritos do Netflix ou que estejam passando na televisão. Prepare uma pipoca e garanta boas horas de entretenimento. Se for receber amigos ou parentes, é possível fazer uma brincadeira: peça que cada visita traga um DVD e coloque o grupo para votar entre as opções disponíveis. Deixe uma pessoa responsável por comprar as comidas e bebidas que serão oferecidas no dia e, depois, faça uma "vaquinha" de todas as despesas entre os convidados. Existem alguns aplicativos para smartphones que ajudam a organizar as contas em grupo, como o "Conta Coletiva", onde é possível criar um evento, adicionar os participantes, anexar os comprovantes das despesas e acompanhar os pagamentos.

2) Cozinhe com os seus filhos
Separe algumas receitas simples e peça ajuda às crianças para prepará-las. Sem dúvida, elas vão se divertir e será um momento familiar especial.

3) Resgate brincadeiras antigas com as crianças
Reserve um horário do seu dia para ensinar algumas brincadeiras da sua infância para os pequenos, como forca, amarelinha e jogos de tabuleiro. Aproveite também esse momento para contar histórias e ensiná-los alguma arte manual como origami, pintura e criação de brinquedos de sucata.

4) Caminhe pelo seu bairro
Tire um dia para dar uma volta pelas ruas próximas à sua casa. Sem dúvidas, você conhecerá algum lugar novo do bairro, poderá rever colegas que moram perto e deixará o sedentarismo um pouco de lado.


Acompanhe também a programação cultural da sua cidade e aproveite as atrações gratuitas ou com baixo custo, como visitas a museus e parques.

Reúna os amigos em casa para assistir aos jogos da Copa e economize

26/06/2018

Além de ser um momento especial e divertido, reunir os amigos e familiares em casa para assistir aos jogos da Copa é uma alternativa bem mais barata do que acompanhar o mundial em bares ou restaurantes. Para isso, o primeiro passo é se planejar, ou seja, convidar as pessoas, saber quantas irão comparecer, organizar as comidas, as bebidas e a decoração. Para ajudá-lo nesta tarefa, separamos algumas dicas:

Divida os gastos
Deixe uma pessoa responsável por comprar as comidas e bebidas que serão oferecidas no dia e, depois, faça uma "vaquinha" de todas as despesas entre os convidados. Existem alguns aplicativos para smartphones que ajudam a organizar as contas em grupo, como o "Conta Coletiva", onde é possível criar um evento, adicionar os participantes, anexar os comprovantes das despesas e acompanhar os pagamentos.

Outra opção é estabelecer que cada um leve algum prato e/ou bebida. Nessa situação, lembre-se de combinar o que cada um vai levar para evitar opções repetidas.

Compre no atacado
Fique de olho nas ofertas de refrigerantes, cervejas e bebidas alcoólicas em supermercados e atacadões. Nesta época, algumas lojas realizam promoções que diminuem o valor do produto à medida que você compra mais quantidade. Além das bebidas, é possível que alguns snacks como biscoitinhos, amendoins e batatas chips também estejam com preços promocionais.

Não gaste com itens de decoração
Decorar a casa de verde e amarelo pode custar caro. Por isso, tente reaproveitar alguns objetos que você já tem em casa para decorar a sala e a mesa dos quitutes. Outra ideia barata é utilizar balões de soprar (utilizados em aniversários) nas cores da seleção. Além disso, peça que seus convidados tragam apitos, cornetas, adereços e bandeirinhas para complementar a torcida.

Economizando na hora de comprar uma TV nova para assistir aos jogos da Copa

19/06/2018

Muitas pessoas aproveitam a época da Copa do Mundo para comprar uma nova televisão com melhor qualidade de imagem, tela maior e com tecnologias mais modernas. Não é à toa que o setor de tevês prevê alta nas vendas durante 2018 e, já nos dois primeiros meses do ano, houve aumento de 97% em volume de vendas em relação ao mesmo período do ano passado para modelos acima de 65 polegadas.

A primeira dica para economizar é avaliar se você realmente precisa de uma televisão nova. As propagandas das fabricantes podem nos levar a pensar que nossa TV não é boa o suficiente, mas nem sempre isso é verdade. Se sua TV ainda está em boas condições, porém não possui recursos de Smart TV (como Netflix, Youtube, GloboPlay, etc), é possível adquirir aparelhos como um Chromecast ou um Apple TV para ter acesso a estes recursos sem a necessidade de trocar de TV e pagando um valor bem menor.

Se mesmo assim você decidir pela compra de uma TV, pesquise bem sobre as tecnologias, marcas e modelos disponíveis no mercado. Faça a comparação dos recursos de que cada televisor oferece para decidir pelo melhor custo-benefício.

Definindo o modelo que se quer comprar, a dica mais importante é ficar atento aos preços. Utilize sites que possuem histórico de preços (como www.jacotei.com.br ou www.buscape.com.br) para comparar e ver a evolução dos valores cobrados pelas lojas no modelo que você pretende adquirir. Como durante esta época há um aumento na procura por televisores, algumas lojas podem aumentar o preço normal do produto previamente e, em seguida, diminuí-lo para dar uma falsa impressão de promoção.

Por fim, se for comprar pela internet, opte por lojas conhecidas e busque por códigos promocionais e cupons de desconto que possam diminuir ainda mais o valor do aparelho.

Que tal economizar na viagem de férias do meio do ano?

12/06/2018

Muitas pessoas aproveitam o mês de julho para tirar férias, passear com a família e conhecer lugares novos. Mas, para que a viagem (por mais curta que seja) caiba no orçamento e não vire uma dor de cabeça, é preciso se planejar. Isso significa realizar algumas pesquisas, calcular os gastos antes mesmo de escolher o destino e saber o quanto poderá gastar em toda a viagem, considerando as passagens, hotel, alimentação, passeios, entre outros. Confira quatro dicas para ajudá-lo (a) a planejar uma viagem mais econômica:

Destino
O mês de julho é um dos mais caros para viajar devido às férias escolares e ao fato que alguns lugares como Campos do Jordão, Gramado, cidades do Nordeste, Europa e Estados Unidos estão em alta temporada nesta época, ou seja, o preço das passagens aéreas, diárias em hotéis e alimentação tendem a aumentar significativamente. Além disso, nesta época os pontos turísticos e restaurantes ficam lotados e, por isso, pode ser que você não consiga aproveitar algumas atrações.
Escolha um destino menos disputado e evite surpresas e mais gastos. Para os que desejam viajar para o exterior, alguns sites especializados em viagens indicam Buenos Aires como uma opção de roteiro mais acessível entre os meses de junho a agosto.

Transporte
Fique de olho em promoções de passagens aéreas e veja se é possível utilizar as milhas do seu cartão de crédito. Se o planejamento é viajar de carro, coloque na ponta do lápis os gastos com combustível, pedágio, estacionamentos, paradas na estrada e eventuais imprevistos que possam surgir pelo caminho.

Alimentação
Conhecer a culinária de um lugar diferente é uma experiência muito enriquecedora, porém o ideal é balancear os gastos com alimentação para não perder o controle do orçamento durante a viagem. Compre alguns lanchinhos e bebidas nos mercados locais para levar nos passeios (em destinos mais distantes de casa, os mercados têm vários produtos diferentes para se experimentar e conhecer os costumes locais) e, assim, economize para investir em um jantar ou almoço típico em algum dia da viagem.

Lembrancinhas e afins
Pense bem antes de comprar lembrancinhas para toda a família. Os souvenirs geralmente são caros e custam mais do que realmente valem. Muitas vezes, enviar uma mensagem no celular para um amigo ou familiar com uma foto e um 'olha que legal, lembrei de você' pode ter um efeito ainda mais carinhoso do que um chaveiro ou ima de geladeira genérico do ponto turístico.
Não deu tempo de se programar? Não se preocupe, leia o post do dia 29/11/2016 e já comece a guardar dinheiro para a suas próximas férias!

Fundos de Investimento Imobiliário, o que são?

05/06/2018

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são formados por grupos de investidores que têm como objetivo aplicar os recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários como lajes corporativas, shoppings, galpões logísticos, hotéis, entre outros. Ao adquirir cotas de um FII, o investidor se torna proprietário de uma fração dos imóveis que compõem o fundo e receberá o retorno pela locação, arrendamento ou venda deles.

Esta é a maneira mais simples e barata de se investir em imóveis, já que toda a parte burocrática com impostos, documentação e toda a administração dos imóveis fica a cargo dos gestores do fundo e não dos cotistas. Como os FIIs são fracionados em cotas, a pessoa pode ir adquirindo as cotas de acordo com a sua capacidade financeira, sem precisar ter todo o dinheiro para comprar um imóvel inteiro. Para se ter uma ideia, grande parte dos FIIs têm cotas com valor próximo a R$ 100.

Quando se adquire um imóvel para investimento, se recebe aluguel mensalmente. De forma análoga, na maioria dos FIIs os cotistas recebem proventos mensais relativos à quantidade de cotas que o investidor possua. Uma grande vantagem dos FIIs para os investidores pessoa física é que, diferente dos aluguéis, estes proventos mensais são isentos de Imposto de Renda.

Para se adquirir cotas de Fundos Imobiliários o investidor deve ter uma conta em uma corretora de investimentos, pois os FIIs são negociados na Bolsa de Valores. Da mesma forma que com imóveis físicos, as cotas de Fundos Imobiliários podem se valorizar ou desvalorizar de acordo com o mercado imobiliário. Ao escolher os Fundos Imobiliários que se deseja adquirir, o investidor deve avaliar quais são os imóveis do fundo, se há expectativa de valorização da região onde os imóveis estão localizados, quais os níveis de vacância (quando o imóvel fica vazio e o proprietário tem que arcar com as despesas), etc.

Veja a lista de todos os Fundos Imobiliários negociados na Bolsa de Valores neste link.

Para saber mais, leia o post do dia 15/05/2018 sobre os Fundos Imobiliários como uma alternativa de investimento para quem deseja trocar de imóvel ou de carro.

Onde investir para aumentar seu patrimônio

29/05/2018

Existem pessoas que, depois de planejarem suas reservas para emergências e para objetivos específicos, ainda têm uma folga no orçamento para investir. Estes valores podem ser utilizados para constituir um patrimônio para enriquecimento que pode, inclusive, se tornar uma fonte de renda alternativa para o investidor no futuro.

Como esta reserva é um investimento de longo prazo e os recursos 'não vão fazer falta' a curto prazo, o investidor pode buscar investimentos com mais risco, a fim de obter uma rentabilidade maior. É importante lembrar que a pessoa deve conhecer seu perfil de investidor e seu nível de tolerância a perdas, para não se frustrar no futuro ao se expor a mais riscos do que deveria. Veja como identificar o seu perfil de investidor no post do dia 19/09/2017.

Os títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação (NTN-Bs) com prazos mais longos são uma boa opção pois o investidor pode aproveitar o poder dos juros compostos ao longo do tempo e, como estes títulos são atrelados ao IPCA, o capital do investidor fica protegido de perdas inflacionárias. Estes títulos sofrem oscilações diariamente, mas quem mantém a posse do título até o vencimento recebe exatamente a rentabilidade contratada. Para se ter uma ideia, um investimento de R$ 1.000 em uma NTN-B 2045 pagará R$ 4.283,31 mais inflação no vencimento, mais de 4 vezes o capital investido (taxa de juros de 5,56% a.a., consultada em 24/05/2018).

As ações de empresas negociadas na Bolsa de Valores possuem mais risco de oscilações, mas o potencial de ganho a longo prazo tende a ser maior. Ao comprar ações, o investidor se torna "sócio" da empresa e passa a correr os riscos do negócio junto com ela, podendo ter lucro ou prejuízo. Assim, o investidor deve avaliar bem as características da empresa da qual ele pretende adquirir ações, como a sua solidez e capacidade de gerar lucros ao longo dos anos.

Agora, se o investidor não se sentir confortável em comprar ações, ele pode optar pelos Fundos de Investimentos que aplicam em ações. Desta forma, a tarefa de selecionar as melhores ações fica com o gestor do fundo, que recebe uma taxa de administração por isso. Existem fundos que seguem um determinado índice (como o Ibovespa), fundos que compram ações de uma única empresa e até fundos com estratégias mais específicas. Assim, ao selecionar os fundos de ações que se pretende investir, o investidor deve avaliar se está confortável com a estratégia e os objetivos deles.

Campanha "No Meu Dinheiro Mando Eu" reforça o consumo consciente

22/05/2018

Quantas vezes você já se deparou com promoções ou condições 'imperdíveis' na hora de comprar algum produto ou serviço? Saiba que muitas vezes estas são apenas armadilhas de consumo e as vantagens aparentes nem são reais, como um falso desconto, um financiamento com 'taxa zero' ou até 'a nova criptomoeda'. Para ajudar as pessoas a lidarem melhor com essas situações foi criado o movimento "No Meu Dinheiro Mando Eu".

A campanha, desenvolvida pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar - Abrapp, espera desmistificar aparentes vantagens apresentadas em situações de consumo, oferecer conhecimento para que os consumidores tomem decisões mais conscientes ao gastar seu dinheiro, além de colaborar para que as pessoas tenham uma vida mais equilibrada e menos impactada pelo consumo inconsequente.

No site http://nomeudinheiromandoeu.com.br/ é possível conhecer algumas das ciladas mais comuns que as empresas criam para te fazer consumir por impulso e as formas de lidar com cada uma dessas armadilhas com mais sabedoria.

Reserva para trocar de imóvel e de carro

15/05/2018

Em determinada fase da vida é natural almejar morar em uma casa maior ou adquirir um carro mais confortável e moderno. Mas, para que a pessoa não dê um "passo maior do que as pernas" e comprometa seu orçamento com financiamentos, é preciso fazer um planejamento e formar uma reserva financeira com antecedência.

Como a troca de carro ou de casa são objetivos de médio prazo, durante a fase de acumulação dos recursos é possível buscar por investimentos com um pouco de risco para maximizar os retornos. Os títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação (NTN-Bs) com vencimentos mais próximos podem ser uma boa opção, principalmente se o investidor conciliar o prazo de vencimento do título com o momento da realização do seu objetivo. Mantendo a posse do título até o seu vencimento, o investidor recebe a rentabilidade acordada no momento da compra e não fica exposto às oscilações de mercado.

Por exemplo, se uma pessoa deseja comprar um novo imóvel daqui 6 anos, ela pode investir em títulos do tipo "Tesouro IPCA+ 2024", que tem vencimento em 15/08/2024. No dia 09/05/2018, para o investidor que mantenha sua posse até o vencimento, este título paga uma taxa de juros de 4,76% ao ano mais inflação. Agora, se a pessoa optar por vender o título antes da data de vencimento, o rendimento dependerá da marcação a mercado, podendo ser superior ou inferior a essa taxa acordada no momento da compra do título.

Outra alternativa para a formação desta reserva são os fundos de investimentos atrelados ao IMA-B. Esses fundos não possuem uma data de vencimento específica, já que são constituídos de diversos títulos com diferentes vencimentos. Desta forma, o investidor pode se beneficiar com maiores rentabilidades no médio e longo prazo, porém ficará exposto às oscilações de mercado.

Por fim, os fundos imobiliários, ou FIIs, podem ser uma boa alternativa para quem planeja formar uma reserva para trocar de casa. Estes fundos, em sua maioria, adquirem imóveis de diversas categorias (lajes corporativas, shopping centers, etc) e remuneram o investidor com proventos mensais (aluguéis) e também pela valorização dos imóveis que o fundo possui. Assim, se o mercado imobiliário tiver alguma disparada de preços no futuro, o investidor estará protegido pois seus recursos investidos em fundos imobiliários devem acompanhar a tendência de valorização.

Reserva para perda de emprego: quanto guardar e onde investir

08/05/2018

Ter uma reserva financeira para ser utilizada em caso de demissão pode dar mais segurança para a pessoa lidar com essa situação. Alguns especialistas dizem que o ideal é ter no mínimo 1 ano da sua renda mensal nesta reserva, pois ela deve ser suficiente para arcar com as contas e dívidas até a recolocação no mercado de trabalho. No geral, quanto mais específica for a qualificação, mais avançada a idade e maior o salário, mais tempo a pessoa pode levar para conseguir um novo emprego.

Como a perda de emprego é algo que não conseguimos prever, a reserva para este fim deve ser investida priorizando a segurança dos recursos, mesmo que isso signifique uma rentabilidade mais baixa.

Os títulos do governo chamados de Tesouro Selic (também conhecidos como LFTs), são considerados a opção mais segura e conservadora entre os títulos públicos, já que a sua rentabilidade é pós-fixada e atrelada à Selic, a taxa básica de juros da economia, ou seja, estes títulos não sofrem oscilações de acordo com o mercado.

Outra alternativa são os Fundos de Investimento atrelados ao CDI - Certificado de Depósito Interbancário. O CDI é um índice que representa a taxa de juros de empréstimos entre bancos e acompanha de perto a taxa Selic, logo estes fundos também têm risco baixo. Ao investir em um fundo atrelado ao CDI, é importante que o investidor busque a menor taxa de administração possível para não comprometer a rentabilidade ao longo do tempo.

Por fim, existem os CDBs (Certificados de Depósito Bancário), títulos que os bancos emitem para conseguir recursos para financiar suas atividades de crédito. Os mais comuns são os CDBs nos quais a rentabilidade é um múltiplo do CDI (90% do CDI, 110% do CDI, etc), e este múltiplo pode variar dependendo do banco emissor, do valor investido e do prazo do título. A desvantagem dos CDBs é que eles não têm liquidez, ou seja, não podem ser resgatados antes da data de vencimento, porém existem CDBs com prazos curtos (3 meses, 6 meses, 1 ano, etc).

Reserva para aposentadoria: um investimento de longo prazo

02/05/2018

Antes de iniciarmos a formação de uma poupança, o ideal é definir objetivos financeiros para a utilização desse dinheiro no futuro. Esses objetivos podem ser de curto, médio ou longo prazo e a forma que investimos os recursos também pode ser diferente dependendo do horizonte de cada objetivo.

Como a aposentadoria é um investimento de longo prazo, isso significa que o investidor não precisará do dinheiro por alguns anos (ou até décadas). Assim, durante o período de acumulação, ele pode buscar investimentos com mais risco a fim de maximizar os retornos obtidos e eventuais oscilações negativas no curto prazo podem ser recuperadas no decorrer do tempo.

Os títulos do Tesouro Direto ligados à inflação (chamados de NTN-Bs) com prazos mais longos são uma boa alternativa pois, apesar de sofrerem oscilações de acordo com o mercado, têm uma taxa de juros garantida caso o investidor mantenha a posse do título até o vencimento. Outra opção ainda em Renda Fixa são os fundos de investimento atrelados ao IMA-B5+, um índice de referência que representa a evolução dos títulos do tipo NTN-B com prazo superior a 5 anos.

As ações de empresas negociadas na Bolsa de Valores são uma alternativa com mais risco, pois o potencial de ganho é ilimitado, porém não há nenhuma garantia de valorização da ação com o tempo. Assim, o investidor deve avaliar bem as empresas que deseja comprar ações, bem como fatores externos que possam afetar os resultados futuros destas empresas, como a situação político-econômica no Brasil e no mundo.

Sobre os recursos para a aposentadoria no Plano CD da Duprev, o participante pode optar por mais ou menos exposição a risco através dos Perfis de Investimento. Consulte os materiais sobre este tema e lembre-se que é possível alterar seu perfil duas vezes por ano, em março e setembro

Como pagar menos imposto na declaração de IR de 2019

24/04/2018

Já falamos algumas vezes como funciona o incentivo fiscal do governo: quem faz a declaração completa de imposto de renda pode deduzir suas contribuições para previdência privada da base de cálculo do imposto até o limite de 12% dos seus rendimentos tributáveis anuais.

É como se o dinheiro que você reserva para sua previdência privada se tornasse isento de tributação hoje, visto que você não usa este dinheiro agora e ele fica guardado para você utilizar apenas quando se aposentar. Esta é uma ótima iniciativa do governo para estimular nossa poupança previdenciária.

O que acontece é que muitos participantes do plano só pensam neste incentivo quando estão fazendo a declaração de imposto de renda (nos meses de março e abril), aí já não dá mais tempo. Por isso, é importante planejar as contribuições ao longo deste ano para aproveitar a oportunidade de pagar menos imposto (ou receber uma restituição maior) na declaração do ano que vem.

O cálculo do Imposto de Renda é feito a cada ano-calendário, então a declaração de IR 2019 será referente ao ano-calendário 2018, ou seja, ao período de janeiro a dezembro de 2018. O ideal, para não pesar no bolso, é fazer contribuições constantes todo mês. Agora, quem não aproveita o incentivo todo mês não precisa se preocupar pois há tempo. Veja os exemplos de Gabriel, que realiza contribuições mensais de 6% do salário e Fabiano, que realiza 12%. Ambos têm o mesmo salário, de R$ 5.000:

Veja que mensalmente Fabiano paga menos R$ 67,50 de imposto de renda do que Gabriel, e esta diferença chega a R$ 810,00 em um ano inteiro. Porém, se Gabriel quiser correr atrás e aproveitar o incentivo total, ele pode fazer uma Contribuição Esporádica pontual no Plano CD da Duprev e compensar os meses que contribuiu com um percentual menor, atingindo o limite máximo de 12% do incentivo fiscal.

Para aproveitar ao máximo o incentivo, aumente os percentuais das Contribuições Normal e Voluntária no próximo período de mudança (em setembro) ou realize uma Contribuição Esporádica de uma única vez ainda esse ano. Para saber mais, entre em contato com a equipe da Duprev pelo (11) 4166-8128 ou duprev@dupont.com

APP para Declaração de Imposto de Renda 17/04/2018

A Receita Federal criou o aplicativo "Meu Imposto de Renda", para que os contribuintes possam preencher, enviar e retificar a Declaração de Imposto de Renda via smartphone ou tablet. O app está disponível nos sistemas operacionais Android e IOS e pode ser baixado gratuitamente no Google Play ou na App Store.

O aplicativo permite o preenchimento automático de alguns campos com as informações da base de dados da Receita Federal, e possibilita que a pessoa salve um rascunho para continuar o preenchimento em outro momento, inclusive em outro dispositivo ou computador, por meio do armazenamento on-line.

Assim como o programa de computador, o app indica quais informações constam como pendentes e a entrega da Declaração de Imposto de Renda pode ser feita direto pelo próprio app, sem a necessidade de instalar nenhum outro programa.

Para saber mais, acesse

http://idg.receita.fazenda.gov.br/interface/cidadao/irpf/2018/declaracao/dispositivos-moveis

A partir deste mês, serão realizadas várias ações, como palestras, entrega de cartilhas e materiais de apoio que vão ajudar os funcionários e seus familiares a terem uma visão mais ampla sobre o assunto e, consequentemente, fazerem melhores escolhas relacionadas com o dinheiro e com o futuro.

Como declarar o Plano Duprev CD no Imposto de Renda 2018

10/04/2018

Todas as contribuições realizadas ao longo do ano passado para o Plano Duprev CD devem ser informadas na declaração de Imposto de Renda. Para quem já é aposentado pelo plano ou realizou o resgate em 2017, também é preciso informar os valores recebidos. Veja como:

Saldo de Conta

Vamos falar primeiro deste assunto que gera muitas dúvidas entre os participantes do Plano Duprev CD e o preenchimento errado das informações pode levar o contribuinte a cair na malha fina.

Diferente de outros investimentos pessoais que o participante tenha, o Saldo de Conta Total no Plano Duprev CD não deve ser declarado como um bem na ficha de Bens e Direitos ou em qualquer outra ficha da declaração.

Contribuições realizadas

Os participantes ativos e autopatrocinados devem informar o valor das contribuições na ficha "Pagamentos e Doações Efetuados", utilizando o código 36 (Previdência Complementar). Em seguida, marque a opção "Titular", indique o CNPJ e nome da entidade de previdência complementar, e insira o valor total das contribuições realizadas em 2017. Para os participantes ativos, todas essas informações estão no Informe de Rendimentos entregue pela empresa. Para os autopatrocinados, o documento está disponível na Área do Participante, no site da Duprev.

Os valores de contribuição no Informe de Rendimentos podem diferir do histórico de contribuições no site da Duprev devido à tributação exclusiva das contribuições provenientes do 13º salário e do PPR. Sendo assim, declare apenas os valores que constam no Informe de Rendimentos.

Pagamentos recebidos

Para aqueles que já entraram na fase de recebimento do benefício de aposentadoria ou resgataram o saldo de conta em 2017, é preciso preencher outra ficha da declaração que vai depender do regime de tributação escolhido pelo participante (progressivo ou regressivo). Para essas pessoas, o Informe de Rendimentos também está disponível no site da Duprev e já traz as informações de acordo com a ficha da declaração do IR onde elas devem ser inseridas.

Para quem optou pelo regime progressivo, os valores recebidos devem ser declarados em "Rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica". Preencha os campos "Rendimento recebido de pessoa jurídica" e "Imposto retido na fonte" com os valores que constam no item "rendimentos tributáveis" do Informe fornecido pela Duprev.

Agora, para quem optou pelo regime regressivo, as informações devem ser incluídas em "Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva". Em "Tipo de rendimento" selecione o código 12 (Outros), insira o CNPJ e nome da entidade e na descrição informe que se trata de resgate ou pagamento de benefício de plano de previdência.

Principais mudanças na declaração de Imposto de Renda 2018

03/04/2018

A Receita Federal anunciou algumas mudanças na declaração de Imposto de Renda 2018, a fim de obter mais dados para realizar o cruzamento automático das informações.

Neste ano os contribuintes devem informar o número do CPF dos dependentes com 8 anos de idade ou mais, completados até 31/12/2017. Anteriormente, a obrigação era válida para dependentes com 12 anos ou mais e, a partir de 2019, o CPF de todos os dependentes deverá ser informado, independentemente da idade.

Outra mudança é a inclusão de informações complementares que mudam de acordo com o tipo de bem declarado. Para imóveis, por exemplo, é solicitada a data de aquisição, área do imóvel, inscrição municipal, entre outros dados. Já para carros, é solicitado o registro nacional de veículo (Renavam). A Receita Federal também inseriu um campo para inclusão do CNPJ das instituições financeiras em que o contribuinte possui conta corrente e/ou aplicações financeiras. O preenchimento desses campos é opcional para a declaração de 2018, mas passará a ser obrigatório no próximo ano.

O programa desse ano também possibilita a impressão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para o pagamento de todas as quotas do imposto, inclusive em atraso. Além disso, não é mais necessária a instalação do Receitanet para o envio da declaração, já que o programa foi incorporado ao IRPF 2018.

Para saber mais, acesse http://idg.receita.fazenda.gov.br/interface/cidadao/irpf/2018. Lembre-se que o prazo para entrega da declaração é até 30 de abril.

Histórico de rentabilidade dos Perfis de Investimento da Duprev

27/03/2018

A gestão dos investimentos do Plano CD da Duprev é realizada com muita prudência por uma equipe de especialistas que investem os recursos do plano no mercado financeiro seguindo os parâmetros definidos na Política de Investimentos.




Não é à toa que os resultados obtidos ao longo dos anos são superiores aos principais índices do mercado, como o CDI e o Ibovespa. No gráfico abaixo, é possível analisar o comportamento da rentabilidade dos Perfis de Investimento da Duprev nos últimos 14 anos (foi utilizada a alocação teórica dos perfis no período onde eles ainda não haviam sido implementados).

É importante ressaltar que qualquer tipo de investimento tem riscos e algumas modalidades podem apresentar períodos de altas e baixas mas, como o plano de previdência complementar é um investimento de longo prazo, há tempo hábil para recuperar eventuais perdas. Veja no gráfico que, em certos momentos de queda, alguns Perfis de Investimento chegaram a ficar abaixo do CDI, porém as perdas foram recuperadas e, na posição atual, o retorno acumulado de todos os Perfis de Investimento da Duprev está superior a este índice.

Na Área do Participante, no site da Duprev, é possível acompanhar a rentabilidade mensal do seu perfil, mas tenha em mente que as oscilações no curto prazo não devem ser motivo para mudar de perfil por impulso ou modificar a sua estratégia. Lembre-se que um dos fatores mais determinantes na escolha do seu Perfil de Investimento não é quanto se quer ganhar no futuro, mas sim a sua tolerância às perdas que podem ocorrer no caminho.

Se você quiser alterar o seu Perfil de Investimento, basta acessar página inicial do site da Duprev e seguir as orientações. A mudança pode ser solicitada até o dia 29 de março e passa a vigorar em até 60 dias da solicitação.

Conheça duas vantagens de fazer parte do Plano CD

20/03/2018

Existem duas grandes vantagens em fazer parte do Plano CD da Duprev: as contribuições que a empresa faz em nome dos participantes e o incentivo fiscal do governo.

Na Contribuição Normal, o participante escolhe um percentual entre 0% a 6% a ser aplicado sobre o seu Salário Aplicável e, em seguida, a empresa faz a Contribuição Complementar, que é uma contrapartida equivalente a 100% da Contribuição Normal do participante. Isso significa que quanto mais o participante contribui, maior é o valor que a empresa deposita na sua conta individual. Em nenhum outro investimento no mercado a pessoa deposita um valor e entra na sua conta, garantido todo mês, o dobro do valor investido (seu depósito + depósito da empresa) mais a rentabilidade.

É importante ressaltar que, mesmo que o participante opte por não realizar a Contribuição Normal, a empresa também fará, mensalmente, uma Contribuição Básica equivalente a 2% da parcela do Salário de Aplicável do participante que exceder a 10 UPs (R$ 5.733,80 - em 2018). Por exemplo, para um Salário de Aplicável de R$ 7.000, esta contribuição será de R$ 25,32 (R$ 7.000 - R$ 5.733,80 = R$ 1.266,20 x 2% = R$ 25,32).

A segunda vantagem é o incentivo fiscal oferecido pelo governo para quem realiza contribuições em planos de previdência complementar e faz o modelo completo da declaração de Imposto de Renda. É possível deduzir as contribuições da base de cálculo do imposto de renda, até o limite de 12% da renda bruta tributável anual.

Isso significa que quem guarda dinheiro para a aposentadoria paga menos imposto mensalmente ou recebe uma restituição maior na declaração de ajuste anual. Para aproveitar este incentivo é preciso planejar suas contribuições ao Plano CD ao longo do ano. Leia o post do dia 03/10/2017 para saber mais sobre esse assunto.

Lembre-se: De 1º a 29 de março, você pode aumentar os percentuais da Contribuição Normal e da Contribuição Voluntária e aproveitar as vantagens citadas acima, conforme as regras do Plano CD. Neste período também é possível mudar o seu Perfil de Investimento. Para solicitar a alteração, basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. As mudanças passam a vigorar em até 60 dias após a solicitação.

Perfis de Investimento: os riscos de mudar

13/03/2018

Os participantes do Plano Duprev CD podem alterar o seu Perfil de Investimento duas vezes por ano, em março e em setembro. Porém, é importante saber que esta flexibilidade no plano deve ser utilizada com cautela.

A decisão de mudar de um perfil para o outro não pode ser feita por impulso e deve ser racional e consistente com a estratégia de investimentos de cada participante. Se o seu atual perfil teve rentabilidade inferior a outros em um certo período e você trocar para o perfil 'que estava ganhando', cuidado! Pode ser que o seu perfil anterior se recupere nos próximos meses e, ao trocar para outro perfil, você não aproveite esta recuperação e só fique com a perda do período anterior.

Ao cogitar mudar de perfil de investimento, não leve a rentabilidade passada como parâmetro, mas sim o seu momento de vida e o seu nível de aversão a riscos. Se você ainda não está seguro sobre sua opção de perfil, veja os materiais sobre o assunto como a Política de Investimento 2018, o Regulamento dos Perfis de Investimento e o Histórico de Rentabilidade, todos disponíveis no site www.duprev.com.br. Se quiser aproveitar este espaço, já falamos sobre Perfis de Investimento aqui no Rumos no post do dia 12/09/2017.

Assim, sua opção por trocar de perfil ou se manter no perfil escolhido será mais consciente e baseada no seu nível de aversão a riscos e nos seus objetivos para a aposentadoria.

Lembre-se: De 1º a 29 de março, além de poder mudar o seu Perfil de Investimento, você pode alterar os percentuais de Contribuição Normal e Voluntária no Plano Duprev CD. Para solicitar a mudança, basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. As alterações passam a vigorar em até 60 dias após a solicitação.

Começou o período de alterações no seu plano de previdência

06/03/2018

Os participantes do Plano Duprev CD podem, entre os dias 1º e 29 de março, alterar o Perfil de Investimento e os percentuais da Contribuição Normal e Contribuição Voluntária. Este período é ideal para repensar o planejamento previdenciário e fazer os devidos ajustes no plano conforme o seu momento de vida e objetivos para a aposentadoria.

Na Contribuição Normal, os participantes escolhem por um percentual inteiro entre 0 e 6% do seu Salário Aplicável (salário base + adicional de periculosidade + Participação nos Lucros e Resultados (PPR) + Prêmio de Incentivo de Vendas (quando aplicável) + 13º salário) para ser descontado mensalmente no holerite. A vantagem de contribuir com o percentual máximo é a contrapartida de 100% que a empresa deposita em seu nome.

Já a Contribuição Voluntária vale para aqueles que já realizam a Contribuição Normal no percentual máximo e desejam aumentar ainda mais a sua reserva para a aposentadoria, podendo contribuir mensalmente com até 6% do Salário Aplicável. Vale lembrar que esta contribuição não tem a contrapartida da empresa, mas se o participante somar as duas contribuições (Normal e Voluntária) é possível chegar ao limite de 12% e, assim, aproveitar ao máximo o incentivo fiscal na Declaração de Imposto de Renda.

O Perfil de Investimento é a forma que o seu Saldo de Conta é investido no mercado financeiro. São quatro opções e o que muda de uma para outra é o percentual alocado em Renda Fixa e em Renda Variável, ou seja, os perfis têm diferentes níveis de exposição a riscos financeiros.

Para saber mais, leia o Material Explicativo do Plano CD e conheça a Política de Investimentos 2018. Nas próximas semanas, a Duprev trará mais conteúdos sobre o período de alterações no Plano CD. Fique de olho na página do Rumos!

Caso deseje solicitar alguma alteração, acesse a página inicial da Duprev e siga o passo a passo. O participante que não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente e, caso mude de ideia, poderá alterar os percentuais de contribuições e o perfil de investimento posteriormente, pois as janelas de alteração ocorrem duas vezes por ano, em março e em setembro.

Como não errar na contratação de um seguro

27/02/2018

Imagine um cenário onde você precisa acionar o seguro e na hora de receber pelo sinistro (evento causador) descobre que você não tem direito a receber a indenização. É bem provável que algumas questões não tenham sido bem esclarecidas no momento da contratação e os riscos que o segurado pretendia transferir para a seguradora não estavam contemplados no contrato.

Para evitar situações como esta, antes de contratar um seguro a principal dica é ler com atenção o contrato e entender quais são as condições de pagamento do seguro, mesmo que seja necessária a ajuda do corretor para explicar o significado de alguns termos e situações descritos no documento. Tenha clareza sobre todas as regras do contrato para evitar situações como o cancelamento da apólice ou a perda do direito ao seguro em caso de sinistro.

Outro ponto importante é conferir todos os dados pessoais antes de assinar o contrato. Qualquer informação errada sobre o perfil do segurado pode anular algum item da apólice e a seguradora pode não cobrir o sinistro.

A escolha da seguradora também é importante. Faça uma breve pesquisa de mercado e converse com amigos que já utilizaram a mesma seguradora e o mesmo tipo de seguro e veja se o processo foi muito burocrático e se a empresa é idônea. Para saber se a seguradora é habilitada basta acessar o site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e informar o nome da empresa.

É possível 'comprar' uma renda vitalícia no Brasil?

20/02/2018

O Plano Duprev CD é um plano na modalidade de Contribuição Definida e oferece apenas opções de renda 'não-vitalícias', isto é, as rendas por percentual de saldo ou por prazo determinado. Mas se uma pessoa quisesse 'comprar' uma renda vitalícia no Brasil, como ela faria? Através dos planos PGBL e VGBL vendidos por bancos e seguradoras.

A renda mensal vitalícia, que é paga apenas enquanto o segurado estiver vivo, é o padrão oferecido no mercado. Porém, existem também outras opções como a renda vitalícia com prazo mínimo garantido e a renda vitalícia reversível para cônjuge e filhos menores de idade ou para beneficiários indicados.

Para o cálculo destas rendas, são utilizadas as expectativas de sobrevida do segurado e também dos beneficiários quando a renda é reversível. As seguradoras costumam adotar tábuas de mortalidade bastante conservadoras e os segurados devem pesquisar e comparar as condições de cada plano pois, na prática, quanto mais conservadora a tábua, menor será o valor do benefício ao contratar a renda.

É comum também que os planos abertos ofereçam rendas vitalícias com taxa de juros 0%. Isso significa que, ao converter seu saldo em uma renda, eles supõem que o montante utilizado não renderá juros no futuro. Agora, se você não comprasse a renda e deixasse seu dinheiro em uma aplicação financeira, ele renderia juros ano a ano; porém o seu benefício no plano é reajustado apenas pela inflação e não pelos retornos gerados pela aplicação dos investimentos. Para amenizar esta situação, algumas seguradoras oferecem um percentual do excedente financeiro, ou seja, uma parcela da rentabilidade que a empresa consegue anualmente com o montante investido.

Para pessoas que não tenham conhecimento ou vontade de administrar seus recursos acumulados para a aposentadoria, a renda vitalícia pode ser uma boa opção, pois o segurado 'troca' seu saldo acumulado por uma renda que será paga até seu falecimento. Porém, é possível que a pessoa gerenciando seus próprios recursos durante a aposentadoria consiga uma fonte de renda maior do que a oferecida pela seguradora, pois ela é 'dona' de toda a rentabilidade que alcançar em seus investimentos. No Plano CD da Duprev, por exemplo, através da opção de renda por percentual de saldo, os participantes podem ajustar o percentual semestralmente para que suas retiradas mensais não sejam superiores à rentabilidade média do plano e, assim, consigam receber uma renda durante toda a vida e até deixar o restante dos recursos como herança para os seus beneficiários.

*Saiba mais sobre planos abertos de previdência complementar (PGBL e VGBL) no post do dia 18/07/2017.

Seguro de carro: qual tipo de franquia vale mais a pena?

15/02/2018

O seguro de automóveis é um dos mais populares no Brasil. O valor deste seguro varia de acordo com alguns fatores como o modelo do automóvel, a idade e sexo do motorista, o endereço de moradia e trabalho, o local onde o veículo fica estacionado e se este possui algum acessório de segurança como alarme ou rastreador. Outro aspecto que influencia no valor do seguro é o tipo de franquia contratada.

A franquia é o valor que a pessoa deve pagar ao acionar a seguradora em caso de sinistro e é utilizada para limitar os riscos que a seguradora vai assumir. Por exemplo, se um carro tem uma lanterna quebrada e o custo para conserto é de R$ 300, mas o seguro tem uma franquia de R$ 1.000, o segurado vai preferir consertar a lanterna por conta própria pois será mais barato do que acionar a seguradora.

Os principais tipos de franquias oferecidos nas apólices de seguro são a ampliada, a básica e a reduzida. Como vimos acima, quanto maior a franquia, menos risco para a seguradora e, consequentemente, menor o valor do seguro. Assim, ao contratar a franquia ampliada, o valor do seguro será menor, pois irá cobrir apenas grandes sinistros; já na franquia reduzida, o valor do seguro será mais alto, pois a apólice irá cobrir também pequenos danos e avarias.

A melhor opção de franquia a se contratar vai depender dos hábitos de uso do carro pelo segurado. Pessoas que tenham constantemente problemas de pequenas batidas e queiram 'se livrar da dor de cabeça', podem preferir a franquia reduzida. Já segurados que não tenham este perfil e queiram economizar no valor do seguro, podem escolher franquias maiores e ficarem com o risco de pequenas avarias para si.

Mas, quando acionar o seguro? Além de pagar a franquia, quando ocorre um sinistro, o segurado perde os pontos do seguro. Esses pontos são bônus que se transformam em descontos na próxima renovação do seguro, isto é, quanto mais tempo sem um registro de sinistro, maiores são os pontos e o desconto. Assim, para saber se vale a pena, o segurado deve avaliar se o valor do dano no veículo é maior que o valor da franquia e dos descontos futuros que ele perderá nas renovações ao acionar a seguradora.

Quais seguros contratar?

06/02/2018

Ninguém está livre de imprevistos. Roubos ou furtos, doenças e acidentes são alguns dos riscos que corremos diariamente e que podem causar desequilíbrio emocional e financeiro. Se você contrata um seguro, a parte financeira é amenizada pois, se algo ruim acontecer com o seu patrimônio, a seguradora paga os custos de reparação ou substituição dos bens danificados.

O hábito de contratar seguros no Brasil vem crescendo nos últimos anos mas, apesar da expansão, o país ainda está longe do panorama ideal. De acordo com especialistas, apenas um em cada três carros possui seguro e apenas uma em cada dez casas está protegida com o seguro residencial. Existem cerca de 95 diferentes ramos de seguros e os mais comuns são os de vida e saúde que, geralmente, estão atrelados ao vínculo empregatício.

Mas, quais seguros contratar? Antes de tudo, é preciso avaliar o bem a ser segurado, os riscos que você está disposto a correr e os riscos que você quer transferir para a seguradora, as vantagens e características da apólice e, principalmente, o valor do seguro. Se algo acontecesse com o seu bem, você teria recursos para substituí-lo de imediato? O valor cobrado pela seguradora está em linha com sua expectativa de gastos com manutenção ou troca do bem?

Por exemplo, imagine que você quer segurar um smartphone de R$ 1.200 e a seguradora cobra um prêmio mensal de R$ 50. Em dois anos pagando o seguro, você teria dinheiro para comprar outro celular de mesmo valor (R$ 50 x 24 meses = R$ 1.200). Nessa situação, vale a pena pagar o seguro e ter a tranquilidade quanto a roubos ou danos no celular ou é melhor assumir o risco nesse período e depois de dois anos poder adquirir um aparelho mais moderno? A partir deste exemplo, faça uma reflexão tanto para os seus bens de alta prioridade como a sua casa ou carro, quanto para itens de valores mais baixos (mas que podem dar muita dor de cabeça), como um eletrodoméstico ou smartphone.

Quanto custa ter um carro

30/01/2018

O carro pode ser um sinônimo de liberdade, praticidade e conforto. Mas você já colocou na ponta do lápis quanto custa manter um carro e se, no fim das contas, vale a pena? Na hora da compra, muitas pessoas só pensam nas parcelas do carro em si e acabam ignorando os gastos de manutenção que terão dali em diante. De acordo com o site Clube dos Poupadores, ao adquirir um carro no valor de R$ 27 mil, após 3 anos a pessoa terá desembolsado mais de R$ 32 mil apenas para mantê-lo, fora o custo do carro em si.

Para saber se será possível sustentar um carro com tranquilidade e sem surpresas que possam impactar o orçamento da sua família, faça uma lista considerando, além das parcelas do financiamento, os seguintes custos: seguro, IPVA, estacionamento, licenciamento/taxas obrigatórias, combustível e manutenções diversas. Some tudo e veja qual o custo total do carro por ano. Em seguida, compare esse gasto com o valor do transporte público, táxis ou carros particulares no dia a dia e veja se realmente compensa ter um automóvel.

Lembre-se que carro não é investimento, pois ele não te proporciona retorno financeiro algum. Ele, inclusive, perde valor ano a ano em função do uso, da idade e de outros modelos que vão surgindo no mercado.

Por fim, uma reflexão de quanto uma pessoa teria se, ao invés de gastar mantendo o seu carro, poupasse e investisse esse dinheiro. Vamos aproveitar o exemplo acima e considerar um custo anual médio de R$ 11.000 para manter um carro. Se este valor anual fosse utilizado para comprar, por exemplo, títulos do Tesouro Direto que rendem 5,5% ao ano acima da inflação, ao final de 10 anos a pessoa teria em conta mais de R$ 141 mil. Isso sem considerar o valor do carro em si; se além dos R$ 11.000 anuais, a pessoa também investisse no primeiro ano os R$ 27.000 do valor do carro, ao final de 10 anos ela teria aproximadamente R$ 188 mil.

Bitcoins: comprar ou não comprar? Eis a questão!

23/01/2018

O Bitcoin é um dos assuntos mais comentados nos últimos meses por conta da alta valorização que a moeda virtual obteve no ano passado. Para se ter uma ideia, em janeiro de 2017 um Bitcoin valia aproximadamente R$ 3.500 enquanto em dezembro o preço negociado chegou ao patamar de R$ 69.000 e fechou o ano de 2017 em R$ 49.000 (valorização de 1.300% no ano).

O Bitcoin é uma moeda virtual criada em 2008 que pode ser usada em transações financeiras sem intermediários e na compra de bens e serviços. Como não é controlada por nenhum banco central de nenhum país, não existe lastro nem nenhuma forma de garantia de valor da moeda, que pode ter oscilações superiores a 20% em um único dia.

Diferente das ações na bolsa de valores, onde os investidores se baseiam em diversos fatores políticos, econômicos e de governança para decidir se compram ações de determinada empresa, os Bitcoins são considerados um ativo de especulação pois sua previsibilidade é muito baixa. O preço de negociação do Bitcoin segue as regras de mercado, ou seja, quanto maior a demanda, maior a cotação. O atual cenário de altas valorizações é uma novidade e não há muitas certezas do que irá acontecer com a moeda no futuro, dividindo, inclusive, as opiniões de especialistas.

Para quem quiser começar a comprar Bitcoins, é importante ter consciência que este é um investimento de altíssimo risco. O ideal é aplicar apenas uma parcela das suas economias que não fará falta em caso de perdas e jamais utilizar recursos que possam ser necessários a curto prazo, como as reservas de emergência da família.

Para quem já comprou Bitcoins, a sugestão é vender uma parte para realizar o lucro obtido e reinvesti-lo em outras modalidades de investimento, como títulos do Tesouro Direto, Fundos de Investimento, ações ou até outras criptomoedas em ascensão.

Ano novo, novas atitudes com o seu dinheiro

09/01/2018

O ano novo chegou e, com ele, várias promessas de mudança, inclusive em relação ao planejamento financeiro. Porém, da mesma forma que os planos de emagrecer ou começar a praticar atividade física, muitas vezes no decorrer dos meses a vida toma outros rumos e as promessas acabam ficando para trás.

Assim, ao invés de criar uma lista com objetivos muito desafiadores que podem nos desanimar e frustrar durante o ano, vamos começar com pequenas atitudes que podem fazer uma grande diferença na forma como lidamos com nosso dinheiro em 2018.

Prepare-se para as despesas de início de ano

O mês de janeiro é marcado por grandes despesas, como IPTU, IPVA e a matrícula escolar dos filhos, além de eventuais dívidas não quitadas do ano anterior. Sem o devido planejamento, uma pessoa que estava com uma situação financeira estabilizada no fim de 2017 pode perder o controle e ficar com as contas no vermelho logo em janeiro.

Coloque no papel todas suas dívidas de início de ano. Caso ainda não tenha os valores de todas elas, utilize os valores pagos no ano anterior e adicione a inflação mais uma 'gordurinha' para estar prevenido. Com a lista em mãos, defina as prioridades.

Reavalie seu orçamento e estabeleça metas para poupar

Analise o seu orçamento doméstico para este ano. Com a ajuda de uma planilha, anote as receitas (quanto você recebe por mês) e suas despesas médias. Em seguida, defina um valor objetivo para poupar e investir mensalmente.

Caso você tenha dificuldade em guardar dinheiro, uma sugestão é começar com um valor pequeno e aumentar R$ 10 gradativamente até atingir seu objetivo mensal. Por exemplo, se você quer economizar R$ 200 por mês, comece com R$ 50 no primeiro mês, depois no mês seguinte guarde R$ 60, depois R$ 70 até chegar aos R$ 200 mensais.

Natal mais econômico

19/12/2017

O Natal é uma das épocas mais 'caras' do ano: entre presentes, ceias e decoração da casa, gastamos mais dinheiro que o habitual. Para não começar o próximo ano no vermelho, separamos algumas dicas para você economizar:

Ceia de Natal: Antes de sair às compras, faça uma lista de todos os produtos que vai precisar. Como a inflação este ano foi baixa, a chance de ter 'surpresas' ao ver o preço dos produtos típicos de Natal tende a ser menor. Uma dica é juntar todas as compras da família e procurar mercados 'atacarejos', que costumam ter preços melhores pois são híbridos entre atacado e varejo.

Presentes para as crianças: Como as crianças hoje em dia querem presentes cada vez mais caros e tecnológicos, uma dica é conversar entre os familiares e todos 'juntarem forças' e comprarem o presente dos pequenos em conjunto. Pode ser que a criança aproveite mais, por exemplo, um presente de R$ 250 a cinco presentes de R$ 50 cada.

Presentes para os adultos: É comum ouvirmos a expressão "o que vale é a intenção" e é verdade que muitos adultos não ligam para o valor real dos presentes, mas sim para o valor sentimental. Dessa forma, use sua criatividade e habilidades manuais para criar presentes únicos para as pessoas que você gosta. Por exemplo, se você não vê seus familiares com frequência, crie um porta-retrato estilizado com uma foto de vocês juntos; pode ser que este presente seja mais apreciado do que algum presente 'genérico' como uma roupa ou um perfume.

Decoração de Natal: Os itens de decoração podem ter uma fatia menor no orçamento de Natal, mas mesmo assim têm algum custo. A dica é tentar sempre reaproveitar os itens do ano anterior, talvez mudando a disposição deles pela casa para não parecer uma repetição completa. Sabemos que muitos produtos de decoração estragam com facilidade, então nas próximas compras para decoração, procure itens que poderão ser aproveitados pelo maior tempo possível.

Dica 'bônus' - Poupança de Natal: Sempre é falado neste espaço sobre planejamento financeiro e organização das finanças. Se você já tem suas finanças organizadas, avalie neste ano o quanto você gasta com as despesas extras de Natal e vá poupando esse valor ao longo do próximo ano já pensando no Natal de 2018. Por exemplo, se você gastar nesse final de ano R$ 1.000 com ceia, presentes, etc, divida este valor por 12 (R$ 1.000 / 12 = R$ 83,33) e guarde mensalmente a partir de janeiro. Assim, quando chegar no Natal do ano que vem, você não terá que fazer um esforço financeiro tão grande pois já estará com o dinheiro guardado para este fim.

Opções de investimento com taxa de juros baixa

12/12/2017

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) reduziu, na última semana, a taxa básica de juros (Selic) para 7,0% ao ano, o menor patamar da história. Com a Selic mais baixa, há uma expectativa de retomada do crescimento econômico do país.

Consequentemente, os investimentos mais tradicionais como a poupança e aplicações em Renda Fixa ficam menos atrativos e a busca por novas classes de investimentos com maior risco como a Renda Variável (ações) e Fundos Imobiliários tende a aumentar.

Desde maio de 2012, o rendimento da caderneta de poupança "depende" da taxa Selic: A regra diz que quando a meta Selic fica acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 6% ao ano mais a Taxa Referencial - TR (A TR foi igual a 0,0% a.a em 2017). Quando a taxa Selic atinge patamares inferiores a 8,5% ao ano, como é o caso agora, é acionada a regra em que a poupança rende 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), ou seja, se a meta Selic se manter nos atuais 7,0% ao ano, a poupança renderá 4,9% ao ano mais TR.

Para os investidores que buscam retornos maiores que a poupança, mas que não queiram se arriscar em investimentos em Renda Variável, os investimentos em Tesouro Direto serão superiores em qualquer cenário, mesmo com o desconto do Imposto de Renda e da taxa de custódia. Já os fundos DI, outra alternativa de investimentos em Renda Fixa, renderão mais que a poupança quando a taxa de administração for menor que 1%.

Férias de fim de ano no "modo econômico"

05/12/2017

Quem não curte tirar férias e aproveitar este tão merecido período de descanso? Muitas pessoas pensam que para desfrutar de boas férias é necessário gastar muito dinheiro, porém isso nem sempre é verdade. Com organização e planejamento é possível se divertir e aproveitar com toda a família sem gastar muito dinheiro.

O fim de ano é uma época de "alta temporada" e isso significa que os preços de produtos turísticos como passagens e diárias de hotéis tendem a ficar mais caros. Então, o primeiro passo ao montar seu planejamento de férias é fazer um levantamento do seu orçamento. Com o valor que você dispõe para gastar em mente, inicie uma pesquisa com algumas opções de destino e compare os preços das passagens de avião e de ônibus, hotéis e albergues e dos passeios locais.

Geralmente, fugir dos lugares mais tradicionais e optar por cidades mais próximas pode ser uma boa opção para economizar nessa época do ano. O site www.quantocustaviajar.com pode ajudá-lo na sua pesquisa indicando, inclusive, os valores médios de gastos por dia com alimentação, atrações turísticas e transporte de vários lugares no Brasil e no mundo.

Se você optar por ficar em casa, acompanhe a programação cultural da sua cidade na época de férias. Muitas atrações são gratuitas ou possuem um custo baixo como visitar parques, museus e exposições de arte ou participar de oficinas e mostras de cinema. O Sesc São Paulo, por exemplo, possui uma programação extensa de atividades em várias unidades do estado. Para saber mais, acesse www.sescsp.org.br.

O que avaliar antes de sair às compras

28/11/2017

Em meio a tantas promoções, descontos e facilidades oferecidas pelas lojas nessa temporada de compras que começa na Black Friday e vai até o Natal, praticar o consumo consciente se torna uma tarefa cada vez mais difícil. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, praticar o consumo consciente não significa deixar de comprar, mas sim avaliar a real necessidade da compra de cada produto/serviço de acordo com o seu orçamento e prioridades.

Por exemplo, se você estiver de olho em um produto e aparecer uma promoção irresistível, não compre-o de imediato. Vá para casa, aguarde um ou dois dias e depois veja se ainda quer este produto. Muitas vezes esse tempo nos faz perceber que não estávamos realmente precisando ou querendo aquilo e isso pode evitar que façamos algumas compras por impulso.

Outra dica é fazer quatro perguntas simples pra si mesmo, antes de qualquer compra, na ordem abaixo:

  • Tenho dinheiro para pagar à vista?
  • Esta compra está dentro do meu orçamento?
  • Preciso mesmo disso?
  • Preciso comprar agora?
  • Se pelo menos uma das respostas for um "não", pare e reavalie esta compra.

    Por fim, sempre que sair para ir às compras, lembre-se de fazer um breve planejamento que inclua a definição de um valor limite de gastos e uma pesquisa de quais lojas oferecem os menores preços e qual a melhor forma de pagamento. Com novos hábitos de consumo, será possível evitar o impulso e economizar!

    Contribuições Esporádicas: uma chance de aumentar sua poupança
    para a aposentadoria

    21/11/2017

    Existem diversas formas de realizar contribuições no Plano CD da Duprev. Além das contribuições Normal e Voluntária, que são mensais, há também a Contribuição Esporádica, de valor e frequência definidos pelo participante.

    Por meio desta contribuição o participante pode realizar aportes únicos ao plano para turbinar a poupança para a aposentadoria. Para quem já estava planejando investir o 13º salário (ou parte dele) neste fim de ano, é importante frisar que uma das vantagens de realizar uma Contribuição Esporádica na Duprev é que você pode contar com uma gestão de investimentos profissional, com um portfólio diversificado e, inclusive, com modalidades de investimento que normalmente não são muito acessíveis ao pequeno investidor.

    Além disso, como já comentado no post do dia 03/10, realizar uma Contribuição Esporádica é uma alternativa para atingir o limite máximo de 12% do incentivo fiscal do governo. Só tenha em mente que o valor do 13º não deve ser considerado na conta da base de cálculo dos rendimentos tributáveis anuais pois tem tributação exclusiva, mas pode sim ser utilizado como contribuição.

    Para saber como realizar uma Contribuição Esporádica, entre em contato com a equipe da Duprev pelo (11) 4166-8128 ou duprev@dupont.com.br.

    Regimes de Tributação em planos de previdência complementar14/11/2017

    Quando o assunto é previdência complementar, um dos pontos que mais geram dúvidas é a tributação. Atualmente, ao aderir a um plano de previdência complementar, como é o caso do Plano CD da Duprev, é necessário optar pelo regime de tributação que incidirá sobre o seu benefício de aposentadoria no futuro ou em caso de resgate. O governo oferece duas opções: o Regime Progressivo e o Regime Regressivo.

    O Regime Progressivo leva em conta o valor do benefício e é o mesmo sistema aplicado sobre o salário, ou seja, quanto maior a renda mensal, maior é a alíquota que incide sobre ela, conforme a tabela abaixo:

    Rendimentos líquidos mensais (R$) Alíquota Parcela a deduzir (R$)
    Até 1.903,98 Isento 0,00
    De 1.903,99 até 2.826,65 7,5% 142,80
    De 2.826,66 até 3.751,05 15,0% 354,80
    De 3.751,06 até 4.664,68 22,5% 636,13
    Acima de 4.664,68 27,5% 869,36

    Base: jan/2017

    Este regime é uma boa opção para quem estima que terá muitas deduções na declaração de Imposto de Renda na aposentadoria, como despesas com saúde, educação e dependentes, por exemplo. Além disso, como a alíquota cresce conforme o valor do benefício, esse regime também pode ser interessante para quem estima um valor de benefício baixo, e que ficaria dentro das menores faixas de tributação.

    Já no Regime Regressivo não importa o valor do benefício, mas o tempo que cada uma das contribuições ficam no plano. Quanto maior for o tempo de permanência de cada uma delas no plano, menor é a alíquota que incidirá sobre os valores que você receber do plano no futuro. É utilizado um sistema "primeiro que entra, primeiro que sai", isto é, ao receber o benefício, são utilizadas as contribuições mais antigas (e, consequentemente, com as menores alíquotas), e as contribuições mais recentes serão utilizadas por último. Por esse motivo, pode ser uma opção mais interessante para quem planeja ficar no plano por bastante tempo, considerando o tempo de contribuição e também o período de recebimento do benefício.

    As pessoas que venham a resgatar seus recursos antes de se aposentar devem tomar cuidado com este regime, mas tenha em mente que ao portar seus recursos para outro plano não há a incidência de imposto, apenas ao resgatar ou receber a renda mensal.

    Prazo de acumulação decada contribuição Alíquota
    Até 2 anos 35%
    Acima de 2 até 4 anos 30%
    Acima de 4 até 6 anos 25%
    Acima de 6 até 8 anos 20%
    Acima de 8 até 10 anos 15%
    10 anos ou mais 10%

    Ao contrário do outro regime, no Regime Regressivo não é possível fazer ajustes e deduções na declaração anual de Imposto de Renda pois imposto é retido exclusivamente exclusivamente na fonte.

    É importante lembrar que a escolha por um dos regimes é definitiva e deve ser feita no momento da adesão ao plano. O participante do Plano CD consegue conferir o Regime tributário escolhido na adesão por meio do site da Duprev (www.duprev.com.br), na área restrita do participante.


    Dicas para aproveitar melhor a Black Friday

    07/11/2017

    A Black Friday começa, oficialmente, às 0h da última sexta-feira de novembro (24/11). Nesta data, muitas pessoas aproveitam os descontos para comprar produtos que desejavam há algum tempo, além de adiantar as compras de Natal. Mas, para evitar armadilhas como maquiagem de preços e sites fraudulentos, é preciso planejar as compras com antecedência.

    O primeiro passo desse planejamento é analisar o seu orçamento e definir qual o seu limite de gastos. Com esse valor limite em mãos, faça uma lista dos produtos que você quer comprar e decida quais vão caber no seu bolso. Isso te ajudará a evitar compras por impulso.

    Em seguida, separe um tempo para se cadastrar nos sites que pretende realizar compras durante o período de promoções. Prefira as lojas conhecidas e em caso de dúvida sobre a reputação da empresa, acesse a lista de sites não recomendados pelo Procon-SP: http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php.

    Além disso, é importante fazer uma pesquisa prévia dos preços logo no início do mês para não cair nas maquiagens de preço. Muitas lojas aumentam o preço normal dos produtos no final de outubro/início de novembro para dar uma falsa impressão de promoção na Black Friday, as famosas oportunidades "pela metade do dobro". A sugestão é utilizar sites para comparar e acompanhar a evolução dos preços como www.jacotei.com.br, www.buscape.com.br ou www.zoom.com.br.

    Desconfie de ofertas que destoam da média de mercado e de lojas que só aceitam pagamento via transferência bancária ou boleto. Segundo especialistas em segurança na internet, a documentação exigida para que uma loja virtual possa receber pagamentos via cartão é extensa, enquanto os boletos podem ser facilmente direcionados para alguma conta laranja.

    Saiba que o cartão de crédito é a forma de pagamento mais segura para efetuar compras na internet, pois em caso de algum problema é mais fácil solicitar o estorno junto ao banco emissor ou à operadora. Mas, caso você utilize o cartão de crédito na Black Friday, tome cuidado para não exceder seu orçamento nem assumir parcelamentos "a perder de vista".

    Diferença entre Renda Fixa e Renda Variável

    31/10/2017

    O Saldo de Conta de cada participante do Plano CD é investido no mercado financeiro conforme o Perfil de Investimento escolhido por cada um. E, como já citamos em outros posts (leia o texto sobre Perfis de Investimento do dia 12/09/2017), a Duprev realiza esses investimentos em aplicações de Renda Fixa e Renda Variável.

    Entender as características de cada uma dessas modalidades de investimento pode nos ajudar a avaliar se escolhemos o Perfil de Investimento mais adequado à nossa realidade, e também a escolher onde investir nossas poupanças pessoais.

    Nos investimentos em Renda Fixa, de forma simplificada, o investidor está emprestando dinheiro a outro agente que esteja precisando e recebe juros por isso. As condições como data de vencimento e taxa de juros são conhecidas no momento da operação. Estes investimentos podem ser pré-fixados quando o retorno é determinado no momento da compra ou pós-fixados quando o retorno é baseado em um indexador mais uma taxa previamente acordada e, assim, só é conhecido ao final da aplicação.

    Apesar das condições serem conhecidas no momento da aplicação, alguns investimentos de Renda Fixa podem sofrer, entre a compra do título e o seu vencimento, oscilações de acordo com o mercado, mas mesmo assim o risco desses investimentos costuma ser baixo.

    Já na Renda Variável, o investidor está adquirindo algo, então não há remuneração por taxa de juros. Nos exemplos mais comuns, as ações de empresas negociadas na bolsa de valores, o investidor se torna proprietário de uma fração da empresa e sua remuneração se dá pela valorização que esta empresa tiver ou, em alguns casos, por dividendos pagos periodicamente aos acionistas. Assim, o potencial de ganhos nesses investimentos é ilimitado, porém, da mesma forma que a empresa pode se valorizar, ela pode perder valor de mercado por diversos motivos fazendo com que o investidor que possua ações desta empresa perca dinheiro.

    Desta forma, essa modalidade de investimentos tem maior risco que os investimentos de Renda Fixa e cada investidor deve avaliar o quanto de risco se quer correr ao comprar ações ou investir em fundos de ações.

    Cursos gratuitos sobre finanças

    24/10/2017

    Existem pessoas que ainda tem dificuldades em organizar o orçamento familiar e não sabem como começar a investir o seu dinheiro. Se faz parte desse grupo, talvez seja o momento de buscar conhecimento sobre finanças com a ajuda de especialistas no assunto. Existem vários cursos que ensinam desde os fundamentos de organização do orçamento doméstico até como planejar a aposentadoria ou investir em ações.

    A B3 Educação, área educacional da Bolsa de Valores por exemplo, oferece diversos cursos, tanto presenciais quanto online, e alguns inclusive são gratuitos. Alguns exemplos de cursos gratuitos da B3 Educação são:

  • Finanças Pessoais e Investimentos em Ações (online)
  • Educação Financeira - módulo Família (presencial)
  • Educação Financeira - módulo Máster (presencial)
  • Como investir na Bolsa (presencial)
  • Outra alternativa são os cursos oferecidos pela Fundação Getúlio Vargas - FGV sobre como fazer investimentos, como organizar o orçamento familiar e como planejar sua aposentadoria. Todos esses cursos são gratuitos e online, com duração entre 8 e 12 horas cada. Para saber mais e se inscrever, acesse http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/

    Falando sobre dinheiro com as crianças

    17/10/2017

    É na infância que acontecem os primeiros contatos com o dinheiro. A partir dos 6 anos de idade, as crianças já começam a aprender valores, preços, troco e também a reconhecer cédulas e moedas. Esse é o momento ideal para começar a ensiná-las alguns conceitos de educação financeira, envolvendo-as na construção do orçamento doméstico e mostrando desde cedo a importância de poupar. Veja 4 dicas para iniciar essa conversa com os pequenos:

    Jogo dos quatro porquinhos

    Uma boa dica para falar sobre reservas, objetivos e escolhas financeiras é o jogo dos quatro porquinhos. Funciona assim: Adesive quatro cofrinhos com as palavras "gastos", "poupança", "investimento" e "doação" e explique para a criança qual o propósito de cada um deles. O porquinho com o adesivo "gastos" é para objetivos de curto prazo como, por exemplo, um lanche na escola. A "poupança" é para objetivos de médio prazo, como a compra de um brinquedo. Já o "investimento" está relacionado a longo prazo, como uma viagem. O último é a "doação", para que a criança reflita sobre a importância de dar algo em troca do que recebe.

    Mesada (ou Semanada)

    Inicie uma "semanada" para que as crianças façam seus planejamentos e separem uma quantia para cada objetivo traçado. A sugestão é de R$1 por ano de idade, por semana. Mas saiba que não é recomendável associar esse dinheiro ao estudo, ou seja, a mesada ou semanada não deve ser um prêmio por boas notas.

    De onde vem o dinheiro

    Explique quais são suas atividades diárias e o valor da sua hora trabalhada. Assim, a criança vai começar a entender que se ganha dinheiro como troca pelo trabalho realizado e, assim, aprender sobre o valor do dinheiro.

    Cartão de Crédito

    É comum escutar "paga no cartão, mãe". É importante explicar para a criança o conceito de crédito e que o cartão não é uma fonte de renda extra.

    Como economizar no presente do dia das crianças

    10/10/2017

    O dia das crianças já é nesta quinta-feira. Se você deixou para comprar os presentes na última hora não se preocupe pois ainda é possível economizar. Veja algumas dicas para fazer a criançada feliz sem comprometer o orçamento da família:

  • Defina um limite
  • Analise o seu orçamento e defina o quanto pode gastar com os presentes. Com esse valor em mente as chances de se agir por impulso e comprar algo acima do planejado são menores.

  • Faça uma pesquisa de preços
  • Não há tempo suficiente para fazer uma ampla pesquisa de preços em lojas físicas ou de realizar a compra pela internet. Mesmo assim, faça uma rápida busca pelo presente que pretende comprar em sites agregadores de preço na internet (como Buscapé e Jácotei). Assim, você terá uma ideia do valor dos presentes para negociar no momento da compra. Pesquise também uma segunda opção de presente, caso a primeira esteja fora do seu orçamento ou você não a encontre.

  • Evite levar os filhos no dia que for comprar os presentes
  • A chance de se gastar mais quando as crianças estão junto é muito maior. Elas podem ficar fascinadas com os brinquedos nas lojas e escolher algum muito mais caro do que você estava pretendendo comprar, por exemplo. Se não tiver jeito, converse com as crianças e estipulem juntos um valor limite para o presente.

  • Se é muito caro, deixe para depois
  • Caso o presente que a criança escolheu esteja fora do seu orçamento, avalie a possibilidade de deixar esse desejo para o Natal. No fim de ano recebemos alguns valores além do nosso salário mensal como 13º salário e bônus, por exemplo, que podem melhorar sua capacidade financeira nessa época.


    Incentivo fiscal na declaração de Imposto de Renda

    03/10/2017

    A legislação brasileira oferece um incentivo para quem realiza contribuições em planos de previdência complementar e faz o modelo completo da declaração de Imposto de Renda.

    O valor das contribuições que você faz no Plano CD da Duprev pode ser deduzido da base de cálculo do imposto de renda, limitado a 12% da sua renda bruta tributável anual. Isso significa que se uma pessoa recebe R$ 100.000 por ano, ela pode deduzir até R$ 12.000 em contribuições para previdência e só será tributada sobre a diferença, R$ 88.000.

    Quando você realiza as contribuições mensais no Plano CD da Duprev, seu salário já vem com o incentivo fiscal calculado no mês a mês, mas caso você precise fazer algum ajuste na declaração anual, poderá pagar menos imposto ou receber uma restituição maior.

    Para aproveitar o incentivo ao máximo é preciso planejar anualmente suas contribuições. Faça uma conta simples para checar se você está usufruindo do incentivo como deveria:

    (1) Some todos os seus rendimentos tributáveis no ano (salário, pro labore, pensão e aluguéis - não inclua 13º salário e bônus/PLR, pois estes têm tributação exclusiva);

    (2) Some o total das suas contribuições a planos de previdência (isso inclui o Plano CD da Duprev e outros planos que você faça parte, com exceção de planos do tipo VGBL);

    (3) Divida o total das contribuições encontrado no item (2) pelo total dos rendimentos encontrado no item (1) e veja o percentual de incentivo.

    Se você não atingiu os 12%, ainda dá tempo de aproveitar o incentivo para a declaração de 2018 (ano-calendário 2017). Veja o valor que está faltando e realize uma Contribuição Esporádica pontual no Plano CD da Duprev. Entre em contato com a equipe da Duprev pelo (11) 4166-8128 ou duprev@dupont.com.br para saber como realizar essa contribuição.

    Como funcionam as contribuições de participante no Plano CD

    26/09/2017

    Os participantes do Plano CD da Duprev podem realizar dois tipos de contribuição mensal: a Contribuição Normal e a Voluntária. Estas contribuições, junto com as contribuições da patrocinadora e a rentabilidade acumulada ao longo do tempo terão impacto direto no valor do seu benefício pelo Plano CD na aposentadoria.

    Na Contribuição Normal, o participante escolhe um percentual inteiro entre 0% a 6% a ser aplicado sobre o seu Salário Aplicável (salário-base mais adicional de periculosidade, se houver) e esse valor é descontado mensalmente no seu contracheque. A vantagem de manter o percentual máximo (6%) nessa contribuição é que a empresa faz uma contrapartida de 100% sobre ela, ou seja, quanto mais você contribui, maior o valor que a empresa deposita em seu nome.

    Quem já faz a Contribuição Normal no percentual máximo também pode realizar a Contribuição Voluntária, escolhendo um percentual entre 1% e 6% a ser aplicado mensalmente sobre o seu Salário Aplicável. Sobre estas contribuições a empresa não faz contrapartida, mas somando suas Contribuições Normal e Voluntária, o participante pode chegar ao limite de 12% do incentivo fiscal oferecido pelo governo. Fique ligado pois o próximo post será sobre este tema.

    Além da Normal e da Voluntária, o plano ainda permite que os participantes realizem Contribuições Esporádicas, de valor e periodicidade livres.

    Para saber mais sobre as contribuições de participante e de patrocinadora, leia o Regulamento do Plano CD (Clique aqui) e utilize o simulador para entender melhor o impacto que as contribuições terão sobre o valor do seu benefício de aposentadoria no plano (Clique aqui).

    Atenção: De 1º a 29 de setembro, você pode alterar os percentuais de Contribuição Normal e Voluntária no Plano Duprev CD. Para solicitar a mudança, basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. A mudança passa a vigorar em até 60 dias após a solicitação.

    Como identificar o seu perfil de investidor

    19/09/2017

    A escolha por um dos Perfis de Investimento é uma decisão pessoal, pois depende de alguns fatores que variam de acordo com o seu momento de vida, como a sua situação financeira e patrimonial, os objetivos e prazos do seu investimento e, principalmente, o quanto de risco você está disposto a correr na aplicação financeira. Tenha em mente também que um dos fatores mais determinantes na escolha do seu Perfil de Investimento não é quanto se quer ganhar no futuro, mas sim a sua tolerância às perdas que podem ocorrer no caminho.

    Quer ver uma reflexão interessante? Quando se tem baixo conhecimento sobre investimentos, seu cotidiano pode dar 'pistas' de como será sua reação com seus investimentos. Um exercício legal é tentar identificar situações de perda que você passou no passado e ver como você reagiu na época. Com o tempo, quando você começar a entender mais sobre investimentos, começará a fazer uma diferenciação entre seu perfil pessoal e seu perfil como investidor.

    Alguns sites de finanças e bancos disponibilizam questionários de auto avaliação para auxiliá-lo na definição do seu Perfil de Investimento como, por exemplo, este: https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/perfil-investidor/. Se preferir, acesse o teste disponível no sistema EFlex.

    Lembre-se: De 1º a 29 de setembro, os participantes do Plano Duprev CD podem alterar o seu Perfil de Investimento. Basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. A mudança passa a vigorar em até 60 dias da solicitação.

    Perfis de Investimento do Plano Duprev CD

    12/09/2017

    De 1º a 29 de setembro, os participantes do Plano Duprev CD podem alterar o seu Perfil de Investimento. Mas você sabe o que é, as opções de perfis e quais os impactos no seu saldo de conta no plano de previdência? Entenda mais no post desta semana.

    Relembre: O que é um Perfil de Investimento?

    Perfil de Investimento é a forma como seu Saldo de Conta é investido, considerando os dois tipos de investimentos feitos pela Duprev atualmente: Renda Variável e Renda Fixa.

    No Plano Duprev CD, são quatro opções diferentes:

    • Perfil 0
    • Perfil 15
    • Perfil 30
    • Perfil 50

    O que muda de um para o outro é o percentual alocado em renda variável, ou seja, os investimentos podem ser feitos em aplicações com maior risco ou com menor exposição ao risco.

    Quanto mais arriscado é o investimento, mais oscilações (tanto para baixo, quanto para cima) ele tende a sofrer. Em compensação, mais rentável se espera que ele seja. Então, avalie seus objetivos de rentabilidade e sua tolerância a perdas antes de optar por um perfil com maior ou menor risco para não se frustrar depois.

    Está indeciso se muda ou não?

    A decisão quanto à escolha/mudança do Perfil de Investimento deve ser feita com responsabilidade, pois influenciará diretamente os rendimentos do seu saldo para a aposentadoria na Duprev. Ao fazer sua escolha, é importante ter em mente algumas reflexões como:

    • Quanto tempo falta para a sua aposentadoria?
    • Qual o valor que você espera ter acumulado no plano até lá?
    • Qual o nível de risco que você está disposto a assumir nos investimentos para alcançar este saldo?
    • Qual a duração esperada de recebimento do benefício?

    Não se esqueça: rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura! Lembre-se de que o plano de previdência é um investimento de longo prazo e eventuais perdas podem acontecer no meio do caminho. Se o seu perfil atual apresentou, por exemplo, uma rentabilidade menor do que os demais nos últimos meses, isso não significa que você tenha que mudar. Inclusive, caso você mude de perfil em um momento ruim, pode ser que quando o perfil se recuperar da perda, você já não esteja mais nele.

    Para solicitar a mudança

    Para alterar o Perfil de Investimento, os participantes devem acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. A mudança passa a vigorar em até 60 dias da solicitação.

    Para saber mais sobre os perfis, clique aqui e leia o Regulamento de Perfis de Investimento. Se quiser ver o histórico de rentabilidade dos Perfis de Investimento, acesse a Área de Participante no site da Duprev.

    Além dos Perfis de Investimento, durante o mês de setembro também é possível alterar os percentuais de Contribuição Normal e Voluntária no Plano CD. Essas mudanças podem ser realizadas duas vezes por ano, em março e/ou setembro. Quem não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.

    Webmeetings sobre o Plano Duprev CD

    05/09/2017

    Durante o mês de setembro os participantes do Plano Duprev CD podem mudar o seu Perfil de Investimento e os percentuais de contribuição no plano. Como estas decisões são muito importantes no planejamento financeiro de cada um e podem surgir dúvidas por parte dos participantes do plano, a Duprev vai realizar quatro palestras via webmeeting nesse mês.

    Estes encontros têm como objetivo relembrar algumas regras do plano, demonstrar como a entidade investe o seu dinheiro no mercado financeiro, esclarecer dúvidas e estimular os participantes a refletirem sobre o seu planejamento previdenciário. Quem ainda não faz parte do Plano Duprev CD também pode aproveitar estes encontros para conhecer o funcionamento do plano e fazer sua adesão.

    Veja os temas das apresentações e os respectivos horários:

    Tema 1 - Regras e Benefícios do Plano Duprev CD

    • 12/09 (terça-feira) das 14h às 15h30
    • 21/09 (quinta-feira) das 10h às 11h30

    Como participar: No dia e horário marcado, siga o passo a passo:

    1. Ligue para 0800.891.4456
    2. Digite o código: 9880137#
    3. Acesse https://connect.uc.att.com/dupont/meet/?ExEventID=89880137 para acompanhar o conteúdo da apresentação.

    Tema 2 - Como a Duprev investe o seu dinheiro

    • 15/09 (sexta-feira) das 11h às 12h
    • 27/09 (quarta-feira) das 14h às 15h

    Como participar: No dia e horário marcado, siga o passo a passo:

    1. Ligue para 0800.891.4456
    2. Digite o código: 9255967#
    3. Acesse https://connect.uc.att.com/dupont/meet/?ExEventID=89255967 para acompanhar o conteúdo da apresentação.

    Lembre-se: De 1º a 29 de setembro, você pode alterar o seu Perfil de Investimento e os percentuais de Contribuição Normal e Voluntária no Plano Duprev CD. Para solicitar a mudança, basta acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações. A mudança passa a vigorar em até 60 dias após a solicitação.

    Alteração do Perfil de Investimento e dos percentuais de
    Contribuição: é você que decide!

    29/08/2017

    Durante o mês de setembro, os participantes do Plano Duprev CD podem alterar o seu Perfil de Investimento e/ou os seus percentuais de Contribuição Normal e Voluntária. Para isso, os participantes devem acessar a página inicial da Duprev e seguir as orientações.

    Lembre-se que essas mudanças podem ser realizadas duas vezes por ano, em março e/ou setembro. Quem não realizar nenhuma alteração continuará com as opções escolhidas anteriormente.

    Dicas da Duprev: Antes de decidir por alguma alteração, faça uma análise do seu planejamento para a aposentadoria e relembre algumas regras do seu plano:

    1. Faça projeções no nosso simulador (Clique aqui)
    2. Leia o Material Explicativo do Plano CD (Clique aqui)
    3. Caso queira entender alguma regra do plano com mais detalhes, leia o Regulamento do Plano CD (Clique aqui)
    4. Veja a Política de Investimentos 2017 (Clique aqui)
    5. Acompanhe o histórico de rentabilidade dos Perfis de Investimento (na Área de Participante do site).

    Quer saber mais? Nas próximas semanas, a página do Rumos trará informações sobre os Perfis de Investimento da Duprev, sobre o impacto da escolha do perfil para o seu saldo de conta no plano e como funcionam a Contribuição Normal e a Contribuição Voluntária no Plano CD. Aguarde!

    Dicas de como economizar combustível

    22/08/2017

    Desde o fim de julho, a alíquota de PIS/COFINS nos combustíveis ficou mais cara e a grande maioria dos postos repassou este reajuste para o consumidor. No caso da gasolina a tributação mais que dobrou, passando de R$ 0,38 para R$ 0,79 por litro. Já os tributos do diesel e do etanol subiram cerca de R$ 0,21 e R$ 0,20 por litro, respectivamente.

    Para que esse aumento não pese tanto no bolso, separamos 5 dicas para você economizar combustível no seu carro:

    1. Diminua o uso do ar-condicionado, pois ele pode elevar o consumo de combustível em até 10%.
    2. Mantenha os vidros fechados, principalmente quando a velocidade for maior que 80 km/h. Dirigir com as janelas abertas interfere na aerodinâmica do carro e aumenta a resistência do ar, elevando o consumo de combustível.
    3. Verifique os pneus, sempre! Pneus com apenas quatro libras abaixo da pressão ideal podem elevar o consumo de combustível do carro em até 15%.
    4. Evite carregar peso desnecessário no carro. Em média, 200 kg a mais geram até 20% de aumento de consumo de combustível.
    5. Fique de olho na qualidade do combustível. Gasolina ou etanol adulterados interferem na média de consumo, pois a leitura do sistema de injeção eletrônica é afetada pela baixa qualidade e composição errada do combustível.

    Atitudes para um bom planejamento financeiro com a família

    15/08/2017

    O planejamento financeiro deve ser um compromisso de toda a família. Uma pessoa pode ser a responsável pelo controle mensal, mas o essencial é que o assunto seja discutido com todos e que cada um tenha entendimento do valor do dinheiro. Uma boa alternativa para o envolvimento de todos é que algumas metas sejam traçadas em conjunto, conforme os objetivos de curto, médio e longo prazo.

    Veja três atitudes que não podem faltar no planejamento financeiro com a família:

    1. Conhecimento das finanças da casa
    2. Antes de tudo, é preciso conhecer o fluxo de caixa da sua casa, que é a movimentação de todo dinheiro que entra (como salário e benefício de aposentadoria) e sai (como contas e compras). O responsável pelo controle deve listar tudo e compartilhar com os outros membros o quanto sobra (ou, às vezes, falta) no fim do mês.

    3. Acompanhamento
    4. O planejamento doméstico deve ser revisado, pelo menos, uma vez por mês. Boas ferramentas para ajudar neste fluxo são as planilhas de orçamento familiar (clique aqui para ter acesso à planilha feita pela Duprev) ou os aplicativos para smartphones*.

    5. Definição de objetivos comuns
    6. Tenha uma conversa com todas as pessoas da casa e trace as metas em conjunto. Entre os exemplos de metas que precisam do empenho de todos da família estão a realização de uma viagem de férias, a compra de um carro novo, a faculdade do filho, a aquisição do imóvel próprio, etc.

    *Dicas de aplicativos:

    Guia Bolso - Gratuito e disponível para IOS/Android
    Possibilita sincronizar contas bancárias e adicionar cartões.

    Minhas Economias - Gratuito e disponível para IOS/Android
    Possibilita construir planilhas bem completas de quanto dinheiro você tem, os gastos realizados e as próximas saídas de recursos.

    A conta de luz está pesando no bolso? Veja algumas dicas para
    economizar energia

    07/08/2017

    Desde 1º de agosto, a conta de luz ficou mais cara devido à falta de chuvas. Os reservatórios de água das principais usinas do país voltaram a secar em julho, o que aumentou a necessidade do uso de energia gerada por termelétricas, mais cara que a gerada pelas hidrelétricas.

    Nesta situação, entra em vigor a bandeira vermelha, onde há a cobrança adicional de R$ 3 a cada 100 kWh consumidos, o que representa cerca de 5% de aumento na conta de luz.

    Como a bandeira está atrelada ao consumo, vale a pena economizar. Veja algumas dicas que podem ajudar sua família a reduzir o uso de energia elétrica:

    • Chuveiro
    • - Quando possível, coloque a chave na posição verão. Essa atitude pode gerar uma economia de energia de até 30%.

    • Máquina de lavar e secar
    • - Espere acumular roupas para utilizar a máquina menos vezes.

      - Evite usar a função secar da máquina e opte por secar as roupas no varal.

    • Eletrodomésticos
    • - Evite o uso de extensões e benjamins, pois eles desperdiçam energia.

      - Desligue a função de stand-by dos aparelhos e retire-os da tomada quando não estiverem em uso.

      - Evite o uso de aparelhos elétricos das 18h às 21h, que é o período de maior consumo de energia.

    • Lâmpadas
    • - Prefira as lâmpadas de LED; uma lâmpada de LED de 9 watts ilumina a mesma coisa que uma fluorescente de 15 watts e uma incandescente de 60 watts. Em uma lâmpada incandescente comum, menos de 10% da energia que passa por ela é transformada em luz. Os outros 90% de eletricidade são perdidos na forma de calor, por isso essas lâmpadas ficam quentes quando ficam acessas por muito tempo.

    Outra dica é fazer um teste se há fuga de energia em casa: primeiro, desligue todos os aparelhos e apague todas as luzes. Após alguns minutos, o medidor de luz deve ficar parado. Caso contrário, pode haver problemas de fiação que colaboram para um maior gasto de energia.

    Custo de vida hoje x Custo de vida na aposentadoria

    01/08/2017

    Quando pensamos em nos aposentar mantendo o mesmo padrão de vida que temos quando estamos trabalhando, a primeira ideia que vem à cabeça é de ter um benefício de aposentadoria com o mesmo valor do nosso salário atual. Mas será que essa estimativa é a mais correta?

    Os gastos que temos na vida ativa não necessariamente vão ser os mesmos depois de se aposentar. Algumas despesas que temos enquanto trabalhamos, como transporte diário ao trabalho ou alimentação fora de casa, não serão mais necessárias depois de se aposentar. Outras despesas como a escola dos filhos ou financiamento da casa própria, normalmente já não existem mais depois de certa idade.

    Ao mesmo tempo, algumas despesas que tem pouco impacto quando somos mais novos podem ter um peso grande em nosso orçamento familiar depois da aposentadoria. O maior exemplo é o custo dos planos de saúde, que cresce de acordo com a faixa de idade, e chega aos maiores patamares depois da aposentadoria.

    Então, ao se planejar para a aposentadoria, é importante refletir sobre o quanto seria uma renda ideal para ter um padrão de vida semelhante ao que se tem hoje, mas pensando na vida que se almeja como aposentado. Com esse valor de renda em mente, nossa sugestão é utilizar o simulador do Plano CD, disponível no site da Duprev. Ele ajuda os funcionários a fazerem projeções e avaliarem periodicamente se os recursos que estão acumulando para a aposentadoria serão suficientes para ter uma renda de acordo com o padrão de vida que buscam no futuro.

    Se você já é aposentado pela Duprev

    Os participantes que já são aposentados pelo Plano CD da Duprev podem fazer esta avaliação do custo de vida de forma ainda mais tangível. Nos meses de fevereiro e agosto de cada ano, é possível solicitar a alteração no prazo ou percentual de recebimento do seu benefício mensal.

    Os participantes que recebem benefício por prazo determinado podem aumentar ou diminuir o prazo pelo qual vão receber sua renda, podendo ser 5, 10, 15, 20 ou 25 anos. Para aqueles que recebem o benefício por percentual sobre o Saldo de Conta, é possível alterar o percentual aplicado, entre 0,5% e 1,5%. Então, se sua renda e seus gastos estão desalinhados, essa é a chance de tentar equilibrar seu fluxo de caixa.

    Mas lembre-se que quanto maior o percentual ou quanto menor o prazo de recebimento que você escolher, mais rápido o seu Saldo de Conta Total no plano irá esgotar. Uma sugestão para sustentar o benefício pelo maior tempo possível é encontrar um equilíbrio entre suas retiradas mensais e a rentabilidade média do seu perfil de investimentos no plano.

    Para solicitar a alteração, basta acessar a Área Restrita do Participante, imprimir o formulário, preenchê-lo e entregá-lo na Duprev até o dia 31/08/17. Em caso de dúvida, entre em contato pelo telefone (11) 4166-8128 ou pelo e-mail duprev@dupont.com.br.

    Isenção de Imposto de Renda para portadores de doenças graves

    25/07/2017

    Os aposentados e pensionistas portadores de doenças graves podem ter isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos de aposentadoria e pensão. Esta isenção é válida tanto para os rendimentos da Previdência Social, quanto para os provenientes de planos de previdência complementar, como o benefício da Duprev.

    Além de ser portador da doença grave, o aposentado ou pensionista não pode estar recebendo rendimentos de atividades empregatícias ou autônomas e também precisa estar aposentado pelo INSS. Caso se enquadre nestas condições, a pessoa deverá procurar o serviço médico oficial da União, dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios para a emissão de um laudo pericial. Este laudo indicará a data de início da doença, se ela é passível de controle e, em caso afirmativo, o prazo de validade do laudo. A isenção será válida apenas para o período que constar no laudo.

    Vale ressaltar que a isenção não dispensa a pessoa de apresentar a Declaração do Imposto de Renda, caso ele se enquadre em uma das condições de obrigatoriedade de entrega da declaração.

    Veja a relação das doenças graves e mais informações sobre a isenção em:
    http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/isencoes/isencao-do-irpf-para-portadores-de-molestia-grave

    Isenção de IR no benefício da Duprev

    Se você é aposentado pela Duprev e já possui isenção do Imposto de Renda relativa ao seu benefício do INSS, é preciso apresentar o laudo pericial à Duprev para pleitear a isenção de IR no benefício que você recebe da entidade. Para saber como e ter mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 4166-8128 ou pelo e-mail duprev@dupont.com.br.

    Diferenças entre os tipos de planos abertos de previdência complementar

    18/07/2017

    Além dos planos fechados de previdência complementar como, por exemplo, os oferecidos pela Duprev aos colaboradores das empresas patrocinadoras, no Brasil existem atualmente duas modalidades de planos de previdência privada que qualquer pessoa pode aderir: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

    O PGBL e o VGBL são planos oferecidos por entidades abertas de previdência privada, como os bancos ou seguradoras. Após um período de acumulação de recursos, ambos os planos vão proporcionar ao participante uma renda mensal, podendo ser vitalícia ou por um período de tempo determinado. Também é possível optar pelo pagamento de todo o saldo acumulado em parcela única.

    A principal diferença entre esses dois tipos de planos é a forma de incidência de imposto de renda sobre o capital. No PGBL, da mesma forma que nos planos fechados como por exemplo o Plano CD da Duprev, os participantes que utilizam o modelo completo de declaração do IR podem deduzir os aportes realizados no ano da base de cálculo do IR, até o limite de 12% da sua renda bruta anual. Porém, no momento do recebimento, o imposto de renda incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda.

    Já no VGBL as contribuições não podem ser deduzidas na declaração anual de Imposto de Renda e, no momento do recebimento, a incidência de imposto de renda ocorre apenas sobre os rendimentos do fundo e não sobre o valor total a ser recebido. Por essa razão, os planos VGBL são mais indicados para quem é isento ou usa o modelo simplificado de declaração de IR. Além disso, também é uma opção para quem já possui um PGBL ou um plano fechado e quer investir mais de 12% da sua renda bruta em previdência.

    Normalmente, nos planos PGBL e VGBL é cobrada uma taxa de carregamento diretamente sobre as contribuições realizadas. Além disso, incide sobre o patrimônio a taxa de administração do fundo. Em resumo, as taxas cobradas nesses planos individuais são significativamente superiores aos custos incidentes sobre os recursos dos participantes da Duprev. Então, antes de depositar seus recursos em um plano aberto, avalie as formas de contribuição disponíveis no Plano CD da Duprev.

    O que fazer com a restituição do Imposto de Renda?

    11/07/2017

    O segundo lote da restituição do Imposto de Renda 2017 será pago na próxima segunda-feira, dia 17 de julho. Ao total, são sete lotes que serão pagos de junho a dezembro, e os contribuintes são enquadrados em cada um deles de acordo com a data da transmissão de suas respectivas declarações. Se você vai receber (ou já recebeu) restituição neste ano, já sabe qual será o destino desse dinheiro?

    Antes de fazer alguma compra por impulso, faça um breve diagnóstico de como está a sua vida financeira - coloque todos os ganhos, gastos e dívidas (se houver) no papel. Assim, será mais fácil definir as prioridades. Se tiver dívidas em atraso, não pense duas vezes: pague-as. Dê preferência para os endividamentos com juros mais caros, como cartão de crédito e cheque especial, além daqueles que afetam a sua qualidade de vida como as contas de luz, água e aluguel, por exemplo.

    Mas se suas contas estiverem em dia, você pode investir este dinheiro: seja para utilizar em sua reserva de emergência, para planejar uma viagem ou até para melhorar sua renda futura na Duprev. Neste caso, se você é participante do Plano CD, realize uma Contribuição Esporádica mediante solicitação para a equipe da Duprev.

    Lembre-se que quem faz o modelo completo da declaração pode deduzir as contribuições a planos de previdência complementar da base de cálculo do IR até o limite de 12% dos seus rendimentos tributáveis anuais. Então, ao investir sua restituição na Duprev, isso poderá ajudá-lo a receber uma nova restituição no ano que vem!

    Para saber todas as datas dos pagamentos dos sete lotes de restituição de IR deste ano, acesse https://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/restituicao-ressarcimento-reembolso-e-compensacao/restituicao/irpf/lotes/cronograma/2017.

    Quando vale a pena investir na poupança?

    04/07/2017

    Você já deve ter ouvido falar que a poupança é o investimento menos rentável no Brasil. Mas será que isso é verdade em 100% dos casos? Vamos comparar algumas diferenças no funcionamento da poupança e dos fundos DI, que costumam ser as opções mais populares entre os investidores iniciantes.

    Hoje em dia, a remuneração da poupança é igual a 6% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Esta regra é válida enquanto a Selic, a taxa básica de juros no Brasil, for superior a 8,5% a.a. Para referência, atualmente a taxa Selic é igual a 10,25% a.a.

    Já os fundos DI têm sua rentabilidade atrelada aos CDI, isto é, Certificados de Depósito Interbancário. Os CDIs, por sua vez, têm rentabilidade sempre bem próxima à Selic que, como falamos acima, é igual a 10,25% a.a. hoje em dia.

    Olhando desta forma, é evidente que a poupança tem rentabilidade pior, pois 6% é menor que 10,25%, porém a comparação não deve parar por aí. Existem duas diferenças fundamentais entre estes dois investimentos que devem ser levadas em conta ao compará-los: as taxas de administração e a incidência de imposto de renda.

    Na poupança, não é cobrada taxa de administração e esta modalidade também é isenta de tributação. Desta forma, a rentabilidade de 6% + TR ao ano é a rentabilidade efetiva que o investidor irá receber neste investimento.

    Quanto aos fundos DI, os bancos cobram taxa de administração, que podem ser muito altas em fundos onde a aplicação mínima é pequena. Em regras gerais, quanto maior é a aplicação mínima do fundo, menor é a taxa de administração cobrada.

    Além disso, há a cobrança de imposto de renda sobre o rendimento da aplicação em fundos de investimento, que começa em 22,5% para investimentos com prazo inferior a 180 dias e pode chegar a 15% para investimentos realizados por mais de 2 anos. A cobrança deste imposto é realizada no momento do resgate do investimento e também semestralmente, em maio e novembro de cada ano (quando é conhecida como 'come-cotas').

    Desta forma, enquanto a rentabilidade do CDI está em 10,25% a.a., deduzindo a taxa de administração do fundo e o imposto de renda, o investidor receberá um retorno efetivo menor que esta taxa.

    Com as reduções que a taxa Selic vem sofrendo no último ano (ela era 14,25% até agosto de 2016) e dependendo do objetivo e volume do investimento realizado, podem sim existir situações em que fundos DI pagam uma rentabilidade líquida inferior à rentabilidade da poupança. Então, antes de aplicar seus recursos nos fundos DI oferecidos pelo gerente do seu banco, avalie outras opções, como os fundos oferecidos em corretoras, títulos públicos atrelados à Selic ou até mesmo a poupança.

    E lembre-se: as reflexões apresentadas neste artigo são voltadas para pequenos investidores em suas poupanças pessoais. No Plano Duprev CD, os investimentos são realizados em com foco em aposentadoria, que é um objetivo de longo prazo. Além disto, por ser um benefício oferecido pela empresa aos seus funcionários, possui características diferenciadas como a contribuição complementar da Patrocinadora que garante um retorno imediato de 100% da contribuição normal do participante, além da contribuição básica para os participantes que possuem salário acima de R$ 5.630,10 e nenhuma cobrança de taxa administrativa (o participante só participa com a taxa de gestão de investimentos). O mesmo acontece com o imposto de renda, por ser um plano de previdência privada, aqueles participantes que fazem declaração completa, podem deduzir suas contribuições na declaração de ajuste anual e se beneficiar do incentivo fiscal.Para saber mais, entre em contato com a Duprev.

    Rentabilidade Mensal na Área de Participante do site da Duprev

    27/06/2017

    Os participantes do Plano CD da Duprev podem acompanhar a rentabilidade do seu perfil de investimento na Área do Participante do nosso site. Um dos questionamentos apontados na Pesquisa Anual de Satisfação da Duprev foi o espaço de tempo entre o fechamento do mês e a atualização das rentabilidades no site que, atualmente, é de cerca de 15 dias.

    O fechamento mensal das cotas é um processo complexo e, para disponibilizar as rentabilidades numa data mais próxima ao fechamento do mês, como fazem os gestores de fundos de investimentos, por exemplo, a Duprev precisaria investir mais em sistemas e equipes contábeis, aumentando o custo administrativo da entidade, sem um benefício evidente para os participantes em contrapartida. É que os investimentos da Duprev são de longo prazo, visando a aposentadoria, e os participantes só podem modificar suas decisões a respeito deles, como escolher um novo perfil, a cada seis meses, em março e setembro. Nesse contexto, esperar alguns poucos dias a mais pela divulgação da rentabilidade do mês vale a pena pela economia com custos administrativos.

    O acompanhamento constante dos resultados do perfil de investimento do participante é muito importante. Porém, como o investimento é de longo prazo, o participante deve ter em mente que eventuais oscilações na rentabilidade mensal de seu perfil não devem ser motivo para escolher outro perfil 'por impulso' ou modificar sua estratégia.

    A Importância das Ações do Programa Rumos

    20/06/2017

    A Duprev promove há vários anos um programa de educação financeira e previdenciária, o Rumos. A ideia surgiu da necessidade de aperfeiçoar a compreensão de conceitos financeiros, do plano de previdência complementar e da preparação para a aposentadoria entre os participantes, além de mostrar a importância de ter uma vida financeira mais saudável.

    De lá para cá, a Duprev vem desenvolvendo várias ações para disseminar continuamente essas informações de forma lúdica, didática e interativa. As atividades acontecem frequentemente e, entre elas, destacam-se:

    • Matérias sobre finanças, investimentos e previdência publicadas semanalmente na página do Programa Rumos.
    • Encontros periódicos com participantes e assistidos. O último foi realizado durante o mês de maio, com o tema "Entenda o Relatório Anual 2016 da Duprev".
    • Palestras sobre os Planos CD e BD, apresentando as regras de cada um dos planos, como elegibilidade dos benefícios, formas de recebimento, contribuições, etc.
    • Palestras sobre os Investimentos no Plano CD, apresentando os resultados dos Perfis de Investimento e mostrando como os recursos do plano são investidos no mercado financeiro.

    Todas as palestras são realizadas via webmeeting e são uma oportunidade de acompanhar mais de perto a administração da entidade, a saúde financeira dos planos e entender suas principais regras.

    Durante este segundo semestre, serão realizadas várias palestras sobre as regras dos Planos CD e BD e os investimentos do Plano CD. Fique de olho nas comunicações enviadas por e-mail e publicadas no site da Duprev para saber as datas, horários e como participar!

    Funcionalidades do site da Duprev

    13/06/2017

    O site da Duprev é o principal canal de comunicação da entidade com os participantes. Nele, é possível saber as novidades e informações dos Planos CD e BD, além de ter acesso a matérias semanais sobre educação financeira e previdenciária.

    Mas, o que algumas pessoas não sabem é que existe a Área do Participante, um espaço restrito, para acompanhar suas informações financeiras dentro da Duprev.

    Plano CD - Ativos

    O que você pode fazer na Área do Participante?

    • Acompanhar o seu saldo acumulado no plano
    • Ver os valores das contribuições mensais de participante e de patrocinadora
    • Acompanhar as rentabilidades mensal e acumulada, de acordo com o seu perfil de investimentos
    • Emitir Certificado de participante
    • Realizar simulações e, assim, avaliar se seu planejamento para a aposentadoria está em linha com seus objetivos no futuro

    *Os valores acima são apenas demonstrativos.


    Plano BD - Ativos

    O que você pode fazer na Área do Participante?

    • Conferir dados do Plano BD
    • Emitir Certificado de participante
    • Realizar simulações* e, assim, avaliar se seu planejamento para a aposentadoria está em linha com seus objetivos no futuro

    * O simulador do Plano BD está temporariamente indisponível devido a problemas técnicos, caso queira realizar uma simulação envie um e-mail para duprev@dupont.com


    Autopatrocinados

    O que você pode fazer na Área do Participante?

    • Emitir 2º via do boleto para pagamento
    • Acompanhar o seu saldo acumulado no plano
    • Ver os valores das contribuições de Autopatrocinado mensais
    • Acompanhar as rentabilidades mensal e acumulada, de acordo com o seu perfil de investimentos
    • Emitir Certificado de participante
    • Realizar simulações e, assim, avaliar se seu planejamento para a aposentadoria está em linha com seus objetivos no futuro

    Aposentados - Planos BD e CD

    O que você pode fazer na Área do Participante?

    • Ver o Extrato com o valor de Benefício mensal e os Descontos de IR
    • Acompanhar as rentabilidades mensal e acumulada, de acordo com o seu perfil de investimentos (apenas para aposentados do plano CD)
    • Baixar o Informe de Rendimentos
    • Emitir Certificado de participante
    • Verificar os Beneficiários cadastrados

    Obs: Periodicamente a Duprev disponibiliza comunicados específicos aos participantes na tela inicial da àrea restrita de participantes. Acompanhe!

    Como acessar a Área do Participante?

    No topo da página principal do site da Duprev - www.duprev.com.br - clique em "Área do Participante".

    Em seguida, informe seu CPF e sua senha. Se você esqueceu sua senha, é só solicitar uma nova e seguir o passo a passo que chegará no seu e-mail da Dupont. Se você não é mais funcionário, deve entrar em contato com a Duprev para cadastrar um novo endereço de e-mail.

    Em caso de dúvidas de como acessar a Área do Participante ligue para (11) 4166-8128.


    Pesquisa Anual de Satisfação da Duprev

    06/06/2017

    A Duprev realizou, no mês de maio, a pesquisa anual para identificar o nível de satisfação com a entidade. O questionário foi aplicado por e-mail aos participantes (ativos, vinculados, autopatrocinados e assistidos) dos Planos CD e BD. Ao total, a pesquisa teve uma participação de 312 pessoas.

    A Duprev obteve um alto nível de satisfação, com uma média de 4,24 pontos na avaliação geral da entidade, em uma escala de 0 a 5. Veja os resultados:

    Avaliação geral: 4,24 pontos

    Rentabilidade dos Investimentos: 3,94 pontos

    Atendimento presencial e por telefone: 3,96 pontos

    Site www.duprev.com.br: 4,10 pontos

    Simulador de benefícios: 3,91 pontos

    Programa Rumos de Educação Financeira e Previdenciária: 3,94 pontos

    Na pesquisa, os participantes também puderam enviar dúvidas, críticas e sugestões para a melhoria do trabalho da entidade. Todas as sugestões foram anotadas e alguns dos temas já serão abordados nos posts do Programa Rumos durante todo mês de junho. Aguarde!


    Relatório Anual da Duprev: o que é o Balanço Patrimonial?

    30/05/2017

    Dentre os principais documentos apresentados no Relatório Anual da Duprev está o Balanço Patrimonial Consolidado. Ele é a demonstração contábil que apresenta a posição patrimonial e financeira da entidade em 31 de dezembro, comparando com a posição nesta mesma data no ano anterior.

    Este documento permite uma análise da situação financeira da Duprev. É composto pelo Ativo, que representa o valor do conjunto dos bens e direitos da entidade, e pelo Passivo, que representa o conjunto de obrigações com terceiros, no caso, os participantes dos planos.

    Clique aqui para ler o Relatório Anual e ter acesso ao Balanço Patrimonial Consolidado da Duprev do exercício de 2016. Na linha "Investimentos" do quadro "Ativo", por exemplo, estão os valores dos bens e direitos da entidade e na linha "Provisões Matemáticas" do quadro "Passivo" estão os valores das obrigações da Duprev com o pagamento dos benefícios dos participantes. Esta conta é dividida em "Benefícios Concedidos" e "Benefícios a Conceder" com as provisões para o pagamento das aposentadorias e pensões já concedidas e para o pagamento dos benefícios dos participantes que ainda não se aposentaram, respectivamente.

    Além disso, nas Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis, também transcritas no Relatório Anual, há explicações mais detalhadas sobre estas e outras contas do Balanço Patrimonial.

    Caso tenha alguma dúvida durante a leitura, envie um e-mail para duprev@dupont.com.


    Web meeting "Entenda o Relatório Anual 2016 da Duprev"

    23/05/2017

    Até o final deste mês acontecerá a última sessão da web meeting "Entenda o Relatório Anual 2016".

    O encontro é uma oportunidade para aprender mais sobre esta importante publicação da Duprev e, assim, acompanhar mais de perto a administração da entidade e a saúde financeira dos Planos CD e BD. Durante a web meeting será possível entender o significado dos principais documentos contidos no Relatório e esclarecer dúvidas gerais sobre a entidade e os planos de previdência.

    Todos os participantes receberam um convite por e-mail com as datas e horários das sessões. Caso você não tenha recebido, entre em contato com a Duprev pelo (11) 4166-8128.

    Como participar: No dia e horário marcado, siga o passo a passo:

    1. Ligue para 0800.891.4456

    2. Digite o código: 9255967#

    3. Acesse https://connect.uc.att.com/dupont/meet/?ExEventID=89255967 para acompanhar o conteúdo da apresentação.


    Relatório Anual da Duprev: O que é o parecer atuarial?

    16/05/2017

    O parecer atuarial é o documento que apresenta os resultados das avaliações atuariais anuais, realizadas por uma consultoria especializada, para que a Duprev acompanhe a saúde financeira dos planos de previdência que administra.

    Na avaliação atuarial são calculados todos os compromissos futuros do plano, ou seja, quanto a entidade tem que provisionar para arcar com o pagamento dos benefícios dos participantes já aposentados e dos que ainda vão se aposentar. Para este cálculo, utilizam-se hipóteses econômicas e demográficas como, por exemplo, a taxa real anual de juros e as tábuas de mortalidade.

    Após o cálculo destes compromissos futuros, chamados de Provisões Matemáticas, o valor encontrado é comparado com o patrimônio do plano. Quando o patrimônio é maior que as obrigações há um superávit ou, caso o patrimônio seja menor que as provisões necessárias, o plano está deficitário. Além dessa análise, no parecer atuarial também são apresentados os valores das contribuições que as patrocinadoras deverão realizar no exercício seguinte para que os planos continuem sustentáveis a curto e longo prazo.

    Clique aqui para ler o Relatório Anual e ter acesso aos pareceres do Plano BD (página 37) e do Plano CD (página 44).
    Caso tenha alguma dúvida durante a leitura, envie um e-mail para duprev@dupont.com.


    Por que a Duprev produz um Relatório Anual?

    09/05/2017

    Antes de tudo, elaborar e divulgar o Relatório Anual são obrigações legais exigidas pela PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar, o órgão que fiscaliza e supervisiona as entidades fechadas de previdência complementar no Brasil.

    De acordo com a legislação, o Relatório deve conter informações que permitam aos participantes e assistidos realizarem uma análise clara e precisa da entidade e seus planos de previdência, por meio de demonstrações das despesas administrativas e com investimentos, demonstrações contábeis da entidade, pareceres atuariais dos planos e a política e os resultados dos investimentos no ano, por exemplo.

    Apesar da obrigatoriedade legal, esta prestação de contas a partir do Relatório Anual também é uma oportunidade que a Duprev aproveita para se aproximar ainda mais dos participantes, assistidos e patrocinadoras, reforçando o compromisso com a transparência e com a qualidade na gestão corporativa.

    Prova disso é que, durante o mês de maio, a equipe da Duprev vai promover encontros virtuais para explicar o significado dos principais pontos do Relatório Anual e esclarecer dúvidas. O objetivo é que os participantes possam aproveitar melhor a riqueza de informações contida no Relatório Anual, mas que nem sempre é explorada devidamente. As datas, horários e passo a passo para participar da webmeeting foram enviadas por e-mail aos participantes. Caso não tenha recebido o convite, fale com a Duprev pelo telefone (11) 4166-8128 ou envie um e-mail para duprev@dupont.com.


    Relatório Anual 2016 da Duprev

    02/05/2017

    O Relatório Anual 2016 da Duprev já está disponível para leitura. Ele é um importante instrumento para que os participantes fiquem por dentro da administração da Duprev e da saúde financeira do seu plano de previdência complementar.

    Nele é possível acompanhar diversos documentos como as demonstrações contábeis da entidade, os demonstrativos de investimentos e os pareceres atuariais dos planos, transcritos na íntegra. Por meio dessa leitura, será possível conhecer mais sobre todo o trabalho que a equipe da Duprev realiza durante o ano para atender às expectativas dos mais de dois mil participantes que fazem parte dos nossos planos.

    Clique aqui para acessar o Relatório Anual 2016.

    Web meeting "Entenda o Relatório Anual da Duprev"

    Para ajudar os participantes a entenderem este importante documento, durante o mês de maio, a equipe da Duprev vai promover encontros virtuais para explicar o significado dos principais pontos do relatório e esclarecer dúvidas. Em breve, os participantes receberão um e-mail com as datas e horários, além das orientações para acessar a web meeting.


    Seguro Residencial: garantia contra imprevistos

    25/04/2017

    O Seguro Residencial é uma modalidade de seguro que protege o imóvel do segurado contra eventos que possam gerar uma despesa repentina e significativa decorrente de algum tipo de prejuízo, como roubo, incêndio, queda de raio, danos elétricos, desmoronamento, vendaval, entre outros. Sabemos que a conquista da casa própria é o sonho de muitos brasileiros, logo os que já conseguiram realizar este sonho devem proteger o patrimônio constituído e esta modalidade de seguro é uma das melhores formas de fazê-lo.

    O que muita gente não sabe é que, além das coberturas citadas acima, geralmente os seguros residenciais oferecem alguns serviços de assistência como chaveiro, consertos de equipamentos, manutenção elétrica e hidráulica, fixação de quadros, persianas e prateleiras, entre outros. Estes eventos, apesar de não terem a gravidade de um incêndio, por exemplo, podem sim desestabilizar o orçamento mensal, então é bom estar protegido nestes casos também.

    Antes de contratar um seguro de residência o ideal é entender o que contempla a apólice - coberturas e adicionais, os direitos e obrigações do segurado e da seguradora, bem como comparar diferentes propostas e, assim, avaliar qual vale mais a pena. O valor do seguro leva em conta o padrão da residência e é calculado a partir do valor de reconstrução do imóvel e das probabilidades de ocorrerem os eventos contratados, mais as coberturas adicionais.


    Seguro de vida: motivos para ter

    18/04/2017

    Apesar do seguro de automóveis ser a modalidade mais vendida no país, a contratação do seguro de vida teve um alto crescimento nos últimos anos. De acordo com a SUSEP, a Superintendência de Seguros Privados, o serviço cresceu 86% entre 2010 e 2015. Entre os motivos para esse aumento está a melhoria do poder aquisitivo, principalmente da classe média brasileira, que faz com que as pessoas percebam a necessidade de se planejar e adotar medidas preventivas a favor de si próprias e de suas famílias.

    O seguro de vida deve ser considerado um item básico no planejamento financeiro pois ele assegurará a subsistência da família por um período, em caso de morte, acidente ou invalidez do segurado. O valor da indenização paga caso ocorra algum destes eventos é isento de Imposto de Renda e, em caso de morte, é feito independentemente do inventário ou partilha de bens.

    Ao contratar uma apólice, a pessoa deve fornecer informações sobre o estilo de vida e saúde e, para calcular o preço, a seguradora leva em consideração a probabilidade de morte do contratante durante o período de vigência do seguro.

    Para saber o valor ideal da indenização é preciso levar em conta os gastos mensais da família e multiplicar pelo tempo necessário para que os beneficiários consigam se reestruturar. Tendo este valor em mente, antes de contratar efetivamente o seguro, é importante fazer uma pesquisa de mercado, comparando os preços, pacotes de coberturas, exclusões e carências.

    Você Sabia?

    A DuPont oferece seguro de vida como parte do pacote de benefícios flexíveis aos funcionários ativos, em condições normalmente mais vantajosas que as encontradas no mercado. Verifique sua elegibilidade e as condições atuais deste benefício definidas na Política de Benefícios e, qualquer dúvida, entre em contato com a área de RH/Benefícios de sua localidade.

    Além disso, os participantes do Plano de Previdência Complementar administrado pela Duprev contam com a segurança do benefício de pensão por morte, com projeção do saldo de conta, que mitiga parcialmente a necessidade de seguro de vida. Quer saber mais? Envie um e-mail para duprev@dupont.com.br.


    Como economizar nas compras de Páscoa

    11/04/2017

    Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), 63% dos brasileiros têm o hábito de presentear na Páscoa. A data do calendário cristão é a principal do setor e no ano passado, por exemplo, foram produzidas mais de 14 mil toneladas de chocolate, o que representou 58 milhões de ovos.

    Mas antes de sair comprando e gastar mais do que pode, é preciso planejar e pesquisar alguns detalhes como a variação de preços de um mesmo produto em diferentes lojas e o peso versus o formato do produto. Por exemplo, a caixa de bombons chega a ser 84% mais barata que os ovos de número 15, com pouco mais de 200g, enquanto o tablete é 44% mais barato. Veja, abaixo, mais algumas dicas para economizar na Páscoa:

    Como solicitar as mudanças:

    1) Estipule um valor máximo

    Faça uma lista de quem você irá presentear indicando os valores que pretende gastar para cada uma dessas pessoas. Não esqueça de somar e ver se o total está compatível com o seu orçamento.

    2) Compre pela internet

    Apesar do valor do frete, comprar os chocolates pela internet pode ser uma boa opção quando o site oferecer cupons de desconto ou preços mais atrativos do que nas lojas físicas.

    3) Dê preferência para os chocolates artesanais

    Uma boa alternativa para gastar menos é optar pela compra de chocolates caseiros. Geralmente, o preço é menor do que as opções industrializadas. Agora, se você leva jeito na cozinha, pode arriscar e fazer os seus próprios ovos e bombons e, assim, economizar ainda mais.


    Crédito rotativo do cartão de crédito terminou. O que isso significa?

    04/04/2017

    Significa que, desde ontem (03 de abril), a regra do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito mudou.

    Pela nova regra, o consumidor só poderá pagar o valor mínimo da fatura uma única vez e, se não quitar o restante no mês seguinte, não poderá "empurrar" a dívida realizando o pagamento mínimo novamente nos próximos meses. Neste caso, os bancos poderão oferecer uma outra opção mais vantajosa para quitar a fatura, como o parcelamento com juros menores do que os do crédito rotativo. Vale ressaltar que estes são os juros mais altos do mercado e fecharam o ano de 2016 com taxa de 484,6% ao ano.

    A nova regra pretende acabar com a bola de neve nas dívidas do cartão e, como consequência, reduzir a inadimplência e os juros.

    Lembre-se que o cartão de crédito pode ser um aliado na administração das suas finanças, se utilizado com sabedoria. Antes de utilizá-lo, faça seu planejamento financeiro e veja quanto pode gastar no cartão de forma a ter dinheiro para pagar o valor total da fatura no fim do mês. Se necessário, reveja o limite do seu cartão - que deve ser de, no máximo, 50% da sua receita líquida - e acompanhe o extrato parcial de sua fatura com frequência para não ser pego de surpresa!


    Reforma da Previdência! E agora?

    28/03/2017

    A reforma da Previdência Social é dos assuntos mais comentados nos últimos meses, mas qual o motivo dessa mudança?

    A Previdência Social funciona pelo sistema de repartição simples, isto é, as contribuições dos trabalhadores na ativa são usadas para pagar os benefícios dos trabalhadores já aposentados. Como a expectativa de vida dos brasileiros está aumentando e a taxa de fecundidade diminuindo, a tendência é que este sistema se torne insustentável ao longo dos anos. Por isso, as principais mudanças propostas são que a idade mínima de aposentadoria seja de 65 anos e que o período mínimo de contribuição seja de 25 anos, diferente da regra atual onde é possível se aposentar com apenas 15 anos de contribuição.

    O benefício hoje em dia é calculado utilizando o fator previdenciário, que leva em consideração a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de sobrevida de cada um. Se a reforma for aprovada, a forma de cálculo será modificada e levará em consideração apenas o tempo de contribuição do participante: a proporção do benefício que o trabalhador terá direito será de 51% mais 1% a cada ano de contribuição pago, o que irá, em conceito, estimular os trabalhadores a contribuírem por mais tempo para terem um benefício maior.

    Com este cenário de discussões acaloradas e incertezas, é essencial repensar o planejamento para a aposentadoria e contar com outros recursos além da Previdência Social no futuro. Desta forma, a previdência complementar se faz mais necessária do que nunca.

    Plano CD da Duprev

    Participar do Plano CD da Duprev é uma alternativa interessante, pois entre as vantagens, está a contrapartida da empresa de 100% sobre a sua Contribuição Normal, ou seja, quanto mais você contribui, maior o valor que a empresa deposita em seu nome. Se você já faz parte do plano, aproveite para aumentar o percentual da sua Contribuição Normal e Voluntária. A solicitação pode ser feita até o dia 31 de março. Para saber mais, leia o post do dia 07/03.


    Declaração de Imposto de Renda: dicas para evitar a malha fina

    21/03/2017

    O período de entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda 2017 já começou e os contribuintes têm até às 23h59 de 28 de abril (sexta-feira) para entregarem as suas declarações. A principal dica é não deixar tudo para a última hora para evitar erros causados pela pressa e pela falta de documentos. Veja algumas dicas para não cair na malha fina:

    • 1) Preenchimento errado

      Atenção na hora de digitar os números na declaração, inclusive os centavos e vírgulas. Qualquer número invertido ou ausente pode gerar conflito com os dados informados por terceiros (Exemplo: Seu empregador informa os seus rendimentos à Receita Federal mas o valor digitado por você não 'bate' por erro de digitação).

    • 2) Omitir rendimentos

      A omissão de rendimentos é um dos motivos que mais levam os contribuintes a caírem na malha fina da Receita Federal. Além do trabalho assalariado na empresa, também é preciso declarar o que se recebeu por trabalhos temporários ou como autônomo, bem como os salários dos dependentes, por exemplo.

    • 3) Incoerência nas despesas médicas

      Fique atento para lançar as despesas médicas em nome das pessoas físicas corretas, uma vez que há despesas pertencentes ao declarante e outras aos seus dependentes e a Receita Federal cruza estes dados com os informados pelos profissionais de saúde e pelas seguradoras.

    • 4) Incoerência entre a renda declarada e as despesas no cartão de crédito

      Os gastos no cartão acima de R$ 5 mil por mês são informados à Receita pelas administradoras de cartão de crédito. A incompatibilidade destes gastos com a renda do contribuinte pode gerar suspeitas por parte da Receita Federal e levar à malha fina.

    Atenção! A partir deste ano, a Receita Federal passou a exigir CPF para maiores de 12 anos (antes a idade mínima era 14 anos). Para saber mais sobre o que mudou para 2017, além de outras informações sobre este tema, acesse www.receita.fazenda.gov.br

    Pague menos Imposto de Renda em 2018

    Quem faz a declaração completa do Imposto de Renda pode deduzir o valor das contribuições realizadas no Plano da Duprev até o limite de 12% da renda bruta anual. Sendo assim, que tal maximizar suas Contribuições Normal e Voluntária e aproveitar todo o incentivo para o próximo ano? Leia o post na página do Programa Rumos do dia 07/03, para saber mais sobre o período de alterações no seu plano de previdência.


    Quanto é necessário guardar para a aposentadoria?

    14/03/2017

    Especialistas em educação previdenciária sugerem que para formar sua reserva para a aposentadoria, o ideal é poupar 18% da sua renda todo mês, porém sabemos que a maioria dos trabalhadores brasileiros poupa abaixo deste target, e este percentual depende dos objetivos e aspirações de cada um.

    Uma maneira interessante de avaliar suas contribuições é utilizar o simulador do Plano CD, disponível no site da Duprev - www.duprev.com.br. A ferramenta foi desenvolvida para ajudar os participantes da Duprev e funcionários da DuPont que ainda não fazem parte do plano a projetarem o saldo que podem acumular para a aposentadoria e o benefício que podem receber no futuro. Mas lembre-se de que os valores apresentados no simulador são apenas estimativas.

    Aproveite para verificar se seus percentuais de contribuição estão alinhados às suas expectativas futuras. Até o dia 31 de março você pode alterar esses valores, além de mudar o perfil de investimento se quiser.


    Março: mês de alterações no seu plano de previdência

    07/03/2017

    De 6 a 31 de março, os participantes do Plano Duprev CD podem alterar o Percentual da sua Contribuição Normal e Voluntária e o seu Perfil de Investimento.

    Percentual da Contribuição Normal

    Os participantes do Plano Duprev CD podem realizar a Contribuição Normal, mensalmente, com percentuais inteiros entre 0 e 6% sobre o Salário Aplicável (salário-base + adicional de periculosidade, se houver).

    A vantagem de manter sempre o percentual máximo é que a empresa faz contrapartida de 100% sobre esta contribuição. Assim, quanto mais você contribui, maior o valor a empresa deposita em seu nome.

    Percentual de Contribuição Voluntária

    Os participantes que já realizam a Contribuição Normal no percentual máximo podem aumentar a sua reserva para a aposentadoria realizando a Contribuição Voluntária de até 6% do Salário Aplicável. Esta contribuição não tem a contrapartida da empresa, porém se o participante somar as duas contribuições (Normal + Voluntária) é possível ir até o limite de 12% e, assim, obter o incentivo fiscal na Declaração de Imposto de Renda.

    Perfil de Investimento

    Perfil de Investimento é a forma como seu Saldo de Conta é investido, considerando os diversos tipos de investimentos, como Renda Fixa e Renda Variável, por exemplo.

    Na Duprev, são quatro diferentes Perfis (Perfil 0, Perfil 15, Perfil 30 e Perfil 50) e o que muda de um para o outro é o percentual alocado em cada um dos tipos de investimentos citados acima, ou seja, os investimentos podem ser feitos em aplicações mais agressivas e com maior risco ou mais conservadoras e com menor exposição ao risco.

    Ao escolher seu perfil, tenha em mente que a aposentadoria é um objetivo de longo prazo e saiba que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Para saber mais sobre esse assunto antes de escolher seu perfil, leia o post do dia 13/09/2016.

    Como solicitar as mudanças:

    Para alterar o seu Percentual da Contribuição Normal ou Voluntária, ou o seu Perfil de Investimento, basta acessar o site da Duprev (página principal) e seguir as orientações.

    As mudanças podem ser realizadas duas vezes por ano, em março e setembro, e não são obrigatórias, ou seja, se você optar por não alterar um desses pontos, continuará com as opções escolhidas anteriormente.


    Resultado das Eleições dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev

    02/03/2017

    Terminou na última sexta-feira (24/02) o período de votação para a escolha dos representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev.

    Os candidatos escolhidos foram da Chapa 2:

    TITULAR SUPLENTE PERCENTUAL DE VOTOS
    CONSELHO DELIBERATIVO Claudia Pohlmann Gonzaga da Silva Karen Sarita Musafir 54,34%
    (407 votos)
    CONSELHO FISCAL Elenilton Rudiger Johann Katyere Peres

    Ao total foram 749 votos, sendo 742 válidos, 335 para a Chapa 1 (44,73%), 407 para a Chapa 2 (54,34%), 4 em branco (0,53%) e 3 nulos (0,40%).

    A posse será no dia 31 de março de 2017 e os conselheiros terão um mandato de 3 anos.

    Os eleitos irão participar das atividades realizadas nos Conselhos Deliberativo e Fiscal, sendo a voz dos Participantes e Assistidos na estrutura organizacional da Entidade.

    Para saber mais sobre o papel dos Conselhos Deliberativo e Fiscal na Duprev, leia os posts na página do "Rumos" dos dias 21 de fevereiro e 24 de janeiro.


    Alexandre Carvalho explica papel dos Conselhos da Duprev

    21/02/17

    Até às 15h do dia 24 de fevereiro, os participantes da Duprev podem votar em representantes que atuarão nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev. Votar é simples: basta acessar este site, inserir as credenciais que recebeu por e-mail ou por carta, e escolher a chapa que deseja eleger. Já estão disponíveis as mensagens das chapas aos eleitores no site da Duprev.

    Para falar sobre a importância dos Conselhos, conversamos com Alexandre Carvalho, Diretor Superintendente da Duprev. Confira a entrevista, abaixo:

    Como a Duprev é governada?

    A primeira coisa importante a saber é que Duprev é separada da DuPont. Ela não é um departamento da companhia, e a DuPont também não é dona da Duprev. Pelo contrário: a Duprev é uma prestadora de serviços, e seu patrimônio pertence inteiramente aos participantes. Portanto, por ser independente, a Duprev é governada por três órgãos estatutários: o Conselho Deliberativo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva.

    Qual a importância dos Conselhos para o funcionamento da DuPrev?

    O Conselho Deliberativo dá as diretrizes gerais de funcionamento da Duprev. Entre suas duas atividades mais importantes, os conselheiros deliberativos elaboram a política de investimentos - que é uma das decisões cruciais do fundo de pensão -, e escolhem os membros da Diretoria Executiva, que é o órgão que cuida das atividades diárias da Duprev. Por sua vez, como o próprio nome diz, o Conselho Fiscal fiscaliza se as decisões do Conselho Deliberativo estão sendo cumpridas.

    Por que os participantes devem eleger seus representantes?

    O Conselho Deliberativo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva são compostos por três pessoas cada, sendo que os participantes da Duprev podem escolher um terço dos membros dos Conselhos, e os demais são apontados pela DuPont. A participação na escolha dessas pessoas é importante, porque, afinal, é o dinheiro de cada participante que será administrado. É interessante saber quem está cuidando do patrimônio e como as decisões são tomadas. Idealmente, os participantes devem eleger candidatos que considerem de confiança e capacitados para tomar decisões desse tipo.

    De que forma os participantes podem fiscalizar a atuação dos Conselhos?

    O engajamento dos participantes é especialmente importante na fiscalização de suas contas. Recomendo que todos acompanhem sua situação individual pelo site e que leiam o relatório anual da Duprev, publicado em abril também no site, que explica tudo o que foi feito com os investimentos e qual a posição atual dos planos.

    São os Conselhos que decidem se um plano de aposentadoria continua, muda ou acaba?

    A DuPont é quem decide se quer continuar com um plano do jeito que está, mudar suas características ou acabar com ele. Os conselhos da Duprev apenas conferem se o que a DuPont solicitou está de acordo com a lei e aprovam o pedido, sugerem modificações ou rejeitam. Por exemplo, o que um participante já acumulou em um plano nunca pode ser tomado de volta. Os conselheiros checam esse tipo de coisa. E uma vez que os Conselhos aprovam o pedido da DuPont para mudar ou terminar um plano, a Duprev ainda deve pedir aprovação do órgão do governo que fiscaliza os fundos de pensão, a Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar).

    Em caso de dúvida sobre o Processo de Eleição, contate a Comissão Eleitoral por e-mail: duprev@dupont.com



    Chegou a hora de votar! Ajude a escolher os membros dos Conselhos da Duprev

    14/02/17

    Já começou o período de votação para a escolha dos representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev. A votação é online e vai das 08:30 do dia 13 de fereveiro até as 15:00 do dia 24 de fevereiro. O resultado será divulgado no dia 02 de março pelo site da Duprev e os candidatos eleitos serão empossados no dia 31 de março.

    Como votar

    • 1. Clique aqui
    • 2. Insira o seu CPF e a senha personalizada que você recebeu por e-mail ou por carta. Caso não tenha recebido a senha, entre em contato pelo e-mail duprev@dupont.com ou pelo telefone 4166-8128.
    • 3. Escolha a chapa que deseja votar entre as opções abaixo e confirme seu voto: para acessar os currículos dos candidatos, acesse os links: Chapa 1 e Chapa 2

    Plantão de apoio

    Para quem estiver com dificuldades para votar ou com qualquer outro tipo de dúvida, serão realizados plantões nos dias 15 e 16 em Alphaville e 20 e 21 em Santa Cruz do Sul. Nestes plantões, além de sanar eventuais dúvidas, os eleitores serão auxiliados na recuperação de senha e, caso desejem, poderão realizar a votação na hora também

    Além dos plantões, você pode tirar suas dúvidas através do telefone (11) 4166-8128 ou do e-mail duprev@dupont.com.



    Currículo dos candidatos para os Conselhos da Duprev07/02/17

    Todos os candidatos a representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev devem apresentar alguns requisitos mínimos como, por exemplo, ter nível superior completo, ser participante do plano há pelo menos 3 anos e possuir experiência comprovada em atividades da área financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização ou de auditoria.

    Desta forma, veja um breve resumo do currículo profissional de cada um dos candidatos das duas chapas que estão participando do processo eleitoral:

    Para ver os currículos completos, acesse a página principal do site da Duprev e clique no comunicado sobre as Eleições dos Conselhos 2017. Lembre-se que o período de votação será entre os dias 13 e 24 de fevereiro.



    Eleições dos Conselhos Deliberativo e Fiscal na Duprev: confira as chapas inscritas

    31/01/17

    O período de inscrição dos candidatos a representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev já terminou e agora é possível conhecer a composição das duas chapas inscritas:

    CONSELHO DELIBERATIVO CONSELHO FISCAL REPRESENTANTE DA CHAPA
    CHAPA 1 Titular: Walter Arruda Camargo

    Suplente: José Luiz de A. Lotufo
    Titular: José Roberto Priore

    Suplente:
    Marco Aurélio Machado
    José Carlos Siqueira
    CHAPA 2 Titular: Claudia Pohlmann Gonzaga da Silva

    Suplente: Karen Sarita Musafir
    Titular: Elenilton Rudiger Johann

    Suplente: Katyere Peres
    Não informado

    Na próxima segunda-feira (06/02) serão divulgados os currículos com foto dos candidatos homologados. Aguarde!

    Lembre-se que o período de votação começa no dia 13 de fevereiro. Acompanhe os comunicados nas próximas semanas para saber como e quando votar. Qualquer dúvida, acesse www.duprev.com.br e veja as informações e os documentos do processo eleitoral.



    O papel dos Conselhos Deliberativo e Fiscal na Duprev24/01/17

    Muitos participantes não conhecem toda a estrutura e os processos de Governança Corporativa da Duprev. A Entidade possui três órgãos estatutários, responsáveis por sua orientação, fiscalização e administração: o Conselho Deliberativo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva.

    Segundo o Estatuto da Duprev, 1/3 (um terço) dos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal devem ser representantes dos participantes ativos e assistidos, enquanto o restante deve ser indicado pelas patrocinadoras do plano.

    Atribuições dos Conselhos da Entidade

    O Conselho Deliberativo é responsável pela fixação das diretrizes da Entidade e, na prática, suas ações vão desde aprovações orçamentárias e de cálculos atuariais até alterações no regulamento do plano de benefícios.

    Já o Conselho Fiscal tem um papel de acompanhar e fiscalizar a gestão, examinando os demonstrativos de resultados atuariais e os balancetes contábeis dos planos, por exemplo.

    Em resumo, são órgãos que prezam pelo objetivo principal da Duprev, de conceder benefícios previdenciários aos funcionários do grupo Dupont, por meio de uma gestão segura e competente.

    Desta forma, para que haja uma harmonia entre os objetivos dos participantes e das patrocinadoras, a participação dos membros eleitos pelos participantes é fundamental, visto que eles serão a voz dos participantes dentro da Entidade.

    Fique atento: eleições dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev

    O período de votação para a escolha dos representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Duprev acontecerá nos dias 13 a 24 de fevereiro. Serão eleitos um membro efetivo e um suplente para cada um dos conselhos e eles terão mandatos de três anos.

    Importante: Já está disponível no site da eleição a lista das chapas inscritas. A homologação da candidatura será no dia 06/02. Acesse o site para conhecer seus candidatos - www.duprev.com.br.

    Acompanhe os comunicados nas próximas semanas para conhecer os candidatos, como e quando votar e o resultado! Qualquer dúvida, acesse www.duprev.com.br e veja as informações e os documentos do processo eleitoral.



    Lista de material escolar: dicas para economizar17/01/17

    Para quem tem filhos, o início de ano significa uma despesa a mais no orçamento familiar: a compra dos materiais escolares.

    Este ano, de acordo com o Procon de São Paulo, o material teve um aumento médio de 13%, quase o dobro da inflação acumulada de dezembro de 2015 a novembro de 2016. O órgão também verificou que há uma grande variação de preços para um mesmo produto e marca de uma loja para outra, e esta diferença chega a ser de mais de 450%. Assim, para economizar é preciso se planejar e pesquisar os valores com antecedência. Confira algumas dicas:

    • 1) Reaproveite o material

      Veja o que a criança já tem e está em bom estado. É possível reaproveitar estojo, lápis de cor, mochila, cadernos pela metade e até mesmo livros didáticos dos filhos mais velhos ou de amigos em idade escolar diferente.

    • 2) Compra compartilhada

      Reúna um grupo de pais e faça a compra em lojas que oferecem descontos na compra de grandes quantidades.

    • 3) Produtos de personagens

      Os produtos com personagens da moda e acessórios licenciados são mais caros. Opte por um material mais simples. Converse com a criança sobre a escolha e, se preciso, negocie a compra de apenas um produto com o seu personagem favorito.

    Por fim, não esqueça de fazer uma lista antes de sair de casa para não comprar nada por impulso!


    Preparando-se para as despesas de início de ano10/01/17

    Para a maioria da população brasileira, o mês de janeiro é marcado por grandes despesas. Tem os impostos como IPTU e IPVA, a matrícula escolar dos filhos, a lista de material escolar, as renovações de seguros, além de eventuais dívidas não quitadas do ano anterior.

    Sem o devido planejamento, uma pessoa que estava com uma situação financeira estabilizada pode perder o controle e ficar com as contas no vermelho. Para não se perder diante destes gastos, coloque no papel todas suas dívidas de início de ano. Caso ainda não tenha os valores de todas elas, utilize os valores pagos no ano anterior e adicione a inflação mais uma 'gordurinha' para estar prevenido.

    Com a lista em mãos, defina as prioridades. Caso tenha dívidas antigas, se esforce para quitá-las o quanto antes para evitar o acúmulo de juros. Dependendo do tipo de dívida, é possível renegociar com os credores e conseguir descontos.

    Quem está com dinheiro sobrando pode optar por pagar o IPVA e o IPTU à vista, porém alguns especialistas indicam que esta opção só vale a pena se o desconto for superior a 8%. A outra opção é deixar o dinheiro reservado para estes impostos em algum investimento e só ir resgatando os valores das parcelas e deixar o restante rentabilizando.

    Duas dicas importantes: Em tempos de resultados fracos no setor varejista, é possível que as lojas façam liquidações em janeiro. Antes de comprar, tenha certeza que o dinheiro para as despesas de início de ano já esteja guardado. Além disso, lembre-se que estas despesas são previsíveis; logo, comece desde já uma poupança para não passar sufoco em janeiro de 2018.

    Em breve, vamos trazer algumas dicas de como economizar na compra do material escolar dos filhos. Aguarde!


    Como economizar na ceia de Natal20/12/16

    Segundo um levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas, os itens para a ceia de Natal estão 10,19% mais caros se comparados com o ano passado. O aumento dos preços foi, portanto, acima da inflação de 6,72% registrada nos últimos 12 meses. Entre os itens que apresentaram maior alta estão o azeite (17,52%), o vinho (16,95%) e as frutas frescas (16,91%).

    Para economizar na sua ceia, faça uma lista dos produtos que pretende comprar e pesquise seus preços. Evite fazer as compras na véspera pois, além dos produtos ficarem mais caros, as lojas vão estar mais cheias e tumultuadas e pode ser que você tenha que comprar tudo em uma única loja e não aproveite os preços pesquisados.

    Outra dica é ser criativo e montar o cardápio da festa com itens que não sofreram tanta variação no valor. Alguns exemplos são o lombo suíno e o bacalhau que subiram 3,18% e 1,69%, respectivamente, ou ainda o pernil suíno que ficou 4,93% mais barato.

    Calcule a quantidade de comida e bebida por pessoa para evitar desperdício, alguns sites na internet ajudam você a fazer esta conta e, se preferir, faça a ceia em conjunto com os amigos e familiares. Se cada convidado levar um prato ou bebida, todos economizam e ainda haverá uma variedade maior.


    Segunda parcela do 13º: oportunidade para iniciar uma poupança13/12/16

    A segunda parcela do décimo terceiro será paga nos próximos dias, e este é um dinheiro que chega numa época de consumo aquecido, seja com as festas de fim de ano, os amigos secretos na empresa e na família, os presentes e as viagens. É importante estar atento ao seu planejamento financeiro para que este dinheiro não desapareça sem você perceber.

    Se seus gastos para esta época (e para as despesas do início do ano que vem) já estão sob controle, esta é uma boa oportunidade para iniciar uma poupança para um objetivo de curto, médio ou longo prazo.

    Imagine uma pessoa que recebe um salário mensal de R$ 5.000. Vamos utilizar o mesmo salário fixo durante a carreira e, para facilitar os cálculos, vamos supor que a segunda parcela do 13º, líquida de todos os descontos, seja de R$ 2.000. Se esta pessoa guardar este valor todo ano em um investimento que tenha uma rentabilidade real de 5% ao ano, veja quanto esta pessoa irá poupar:

    Observe que, quanto maior o tempo que o dinheiro é investido, maiores são os juros que vão acumulando. Neste exemplo, fazendo este exercício durante 30 anos (toda a carreira), a maior parte da poupança é proveniente da rentabilidade.

    E mesmo que você não consiga poupar todo seu 13º, o importante é dar o primeiro passo. Veja nosso post do dia 08/11 com outras dicas para utilizar seu décimo terceiro.


    Presentes de Natal sem dívidas06/12/16

    Chegou o Natal, época de estar com a família e presentear quem a gente gosta. Porém, antes de mexer no bolso e se deixar levar pela emoção, é preciso avaliar o orçamento para não iniciar o próximo ano no vermelho.

    De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em 2015 dois a cada dez brasileiros ficaram com o nome sujo em razão de dívidas feitas com a compra de presentes de Natal e festas de fim de ano. Dentre este grupo que ficou com o nome sujo no Natal de 2015, 54% ainda estão nessa situação.

    Para não entrar nesta lista, destacamos 5 dicas para as compras de Natal:

    1.  Defina um valor limite para todos os presentes. Este será o teto do ano, então todos os presentes terão que ser planejados para não ultrapassá-lo.

    2.  Faça a lista de quem será presenteado. Com o valor definido acima e esta lista, você terá uma ideia do gasto médio por pessoa. Com os nomes no papel, defina o que dar para cada um. Se definir a lista de pessoas antes do valor limite, com certeza você irá gastar mais.

    3.  Caso necessário, reveja a lista (ou os presentes) Não é preciso aumentar o valor limite e retirar alguém da lista, basta ter alternativas criativas para algumas pessoas, como a elaboração de um cartão, uma foto como lembrança ou chocolates. Afinal, às vezes o que importa é o gesto e não o valor do presente!

    4.  Pesquise os preços. Existem diversos sites de busca de preços para te ajudar nesta tarefa. Mas, se for comprar pela internet, fique atento ao prazo de entrega.

    5.  Fuja das compras no cartão de crédito. Comprar no crédito é uma tentação para extrapolar o valor limite dos presentes. Evite iniciar o ano novo com dívidas e parcelamentos.

    Como guardar dinheiro para a sua próxima viagem29/11/16

    O primeiro passo é definir um percentual para poupar mensalmente para este objetivo. Alguns especialistas recomendam 10% do salário por mês. Depois, é hora de escolher o destino que seja compatível com essa reserva. Caso já exista um lugar em mente, é necessário fazer a conta inversa: primeiro coloque na ponta do lápis o valor total da viagem (Passagens, hotel, alimentação, compras e transporte, por exemplo. Inclua também seguro-viagem e um valor para emergências) e depois veja quanto tempo será necessário para economizar todo o dinheiro.

    Dica! Um estudo recente mostrou que o momento ideal para encontrar o melhor preço de passagens para voar no Brasil é com 21 dias de antecedência. Já para viagens no exterior, esse tempo é maior. Para a Europa, por exemplo, é de 165 dias (20% de desconto) e para a América do Norte é de 166 dias (50% de desconto).

    É importante que toda família tenha conhecimento do planejamento financeiro para a viagem. Pequenas atitudes durante o momento de acumulação são válidas, como eliminar alguns gastos desnecessários, economizar nos passeios de fim de semana e também utilizar programas de milhagem durante o ano para facilitar no momento da compra das passagens aéreas.


    Qual o valor ideal para se ter em uma reserva para emergências? 22/11/16

    Ninguém está livre de imprevistos como um acidente, a perda de emprego, problemas de saúde ou uma manutenção na casa. Sejam grandes ou pequenas, além de tirarem a nossa tranquilidade, as emergências afetam o bolso.

    Para não utilizar linhas de crédito, que podem ter juros altíssimos, é importante formar uma reserva de emergência. Esta reserva deve cobrir desde eventos menores como um conserto da geladeira em casa, ou a franquia do seguro do carro em caso de acidente, até imprevistos maiores como um tratamento de saúde ou a demissão de algum membro da família.

    Utilizando este exemplo da perda de emprego como base, o ideal é que a reserva de emergência seja suficiente para manter os seus compromissos financeiros por, pelo menos, seis meses ou até um ano em momentos de instabilidade econômica. Ou seja, se você tem uma despesa de R$2.000,00 por mês, a reserva deve ser entre R$12 mil e R$24 mil. O importante é avaliar quanto tempo levaria para a recolocação no mercado de trabalho considerando a idade, área de atuação, salário e qualificação, por exemplo.

    E não esqueça: depois de constituída esta reserva, ela deve ser mantida sempre! Caso você precise recorrer a ela, não se esqueça de repor os valores utilizados para estar sempre protegido.


    Já sabe o que fazer com o seu 13º salário? 08/11/16

    De acordo uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo 42,5% dos brasileiros pretendem utilizar a primeira parcela do 13º salário para quitar dívidas, enquanto 22,5% ainda não sabem o que fazer com este dinheiro, 20% pretendem poupar e os demais querem utilizar a renda extra para comprar presentes, viajar ou reformar a casa.

    Se você está no grupo dos indecisos, veja 4 dicas para aproveitar ao máximo este dinheiro extra:

    1) Quitar dívidas
    Os juros das dívidas costumam ser mais altos que dos investimentos, então antes de começar a poupar, é preciso zerar as dívidas. Priorize as que tenham juros mais altos, como as de cartão de crédito e tente sempre renegociar com o banco antes.

    2) Guardar para as despesas de início de ano
    Faça uma lista dos gastos já esperados para o início de 2017, como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar, por exemplo.

    3) Iniciar uma reserva de emergência
    Utilize esse dinheiro para formar uma poupança para emergências para situações imprevistas, como a perda de emprego, problemas de saúde ou até situações menores como o conserto de uma geladeira, por exemplo. Fique ligado pois faremos um post somente com este tema em breve.

    4) Fazer Contribuição Esporádica para o seu plano na Duprev
    Se você optar para fazer uma Contribuição Esporádica para o seu plano de previdência, além de aumentar a sua reserva para a aposentadoria, poderá aproveitar o incentivo fiscal para a declaração de imposto de renda em 2017. Se quiser saber mais, entre em contato com a Duprev.


    Quanto preciso ter de reserva para a aposentadoria?01/11/16

    Não existe uma resposta única para esta pergunta pois isso vai variar de pessoa para pessoa. A reserva terá que ser suficiente para gerar um benefício que, junto à renda do INSS, seja capaz de arcar com o padrão de vida que a pessoa deseja ter no futuro, o que inclui os gastos com as necessidades básicas como alimentação e moradia, com plano de saúde, lazer, entre outros.

    Quando se inicia a acumulação desta reserva cedo os depósitos mensais acabam sendo menores e não pesam tanto no bolso. E no plano CD da Duprev a patrocinadora participa na formação desta reserva junto com o participante, o que faz uma grande diferença no longo prazo.

    É importante que o participante acompanhe periodicamente a evolução do seu saldo e, conforme aconteçam mudanças relevantes na vida como casamento, nascimento de um filho ou uma promoção na empresa, por exemplo, a reserva seja reavaliada considerando a nova realidade do participante.

    A ferramenta ideal para fazer este acompanhamento é o simulador de benefícios da Duprev, que permite projetar o saldo até a data da aposentadoria com base no patrimônio já acumulado e nas contribuições que serão realizadas até lá. Se quiser saber mais, leia o post publicado no dia 18 de outubro.


    Finanças em casa 25/10/2016

    Ter as finanças domésticas organizadas é muito importante para a harmonia e a tranquilidade da família. Assim como funciona nas empresas, você também precisa conhecer o fluxo de caixa da sua casa. Ele é uma avaliação da movimentação do dinheiro ao longo do mês, o que entra e o que sai do bolso dos membros da família, ou seja, das receitas e despesas, respectivamente. Uma boa ferramenta para ajudar neste fluxo é uma planilha de orçamento familiar, que pode ser encontrada no site da Duprev. Além da organização básica das finanças, pequenas atitudes podem fazer a diferença no bolso.

    Veja algumas dicas de como manter-se em linha com as contas:

    Em casa

    • Invista em lâmpadas econômicas, que reduzem em até 87% o consumo de energia;
    • Tome banhos rápidos. Além de preservar sua pele, você economiza água;
    • Lave e passe roupas uma vez por semana. Além de água, você economiza energia elétrica.

    No mercado

    • Compras "picadas" geram mais gastos. Faça a lista de compras e otimize seus gastos;
    • Evite ir ao mercado com fome, pois a chance de ceder às tentações é maior.

    No trânsito

    • Opte por carros mais econômicos, principalmente se você fica muito tempo no trânsito;
    • Avalie alternativas de transporte, como carona, bicicleta, transporte público, etc.

    No shopping

    • As promoções são grandes tentações, seja forte e resista;
    • Controle o impulso e avalie se a compra é realmente necessária e se cabe no seu orçamento.

    Lazer

    • Você não precisa se trancar em casa no fim de semana e se privar de fazer coisas de que gosta. A dica é usar o bom senso e o equilíbrio.

    Simuladores da Duprev - ferramentas de apoio18/10/16

    O site da Duprev conta com duas ótimas ferramentas para ajudar os seus participantes e também não participantes a terem uma visão do futuro.

    Na página inicial, os funcionários que ainda não estão inscritos no plano podem simular contribuições e o benefício para a aposentadoria a partir do valor do salário e algumas informações básicas.

    Já na área restrita do site, destinada aos participantes do plano, o simulador de benefícios permite projetar um saldo para a aposentadoria com base no patrimônio já acumulado e nas contribuições que são realizadas para o plano. Desta forma, o participante pode avaliar se deve ou não aumentar os aportes mensais, por exemplo.

    A ferramenta também apresenta diferentes simulações para o recebimento da aposentadoria, de acordo com as opções do regulamento. Além disso, é possível ver o efeito que o imposto de renda terá sobre o benefício no futuro.

    Acesse www.duprev.com.br e faça suas simulações.


    Benefício Mínimo: entenda esta vantagem do Plano Duprev CD11/10/16

    Os participantes do Plano Duprev CD terão direito a um Benefício Mínimo caso, no momento da aposentadoria, invalidez ou morte, não tenham acumulado saldo suficiente na sua Conta Total.

    Esta situação pode ocorrer para participantes que não tenham direito as contribuições da empresa, que não façam contribuições ao plano ou que efetuem percentuais baixos de contribuição, por exemplo.

    A fórmula do Benefício Mínimo é a seguinte: 3 x (Salário + Periculosidade) x Tempo de Serviço/30, que corresponde aproximadamente a um salário + periculosidade para cada 10 anos de empresa, limitado a 30 anos. Então, faça as contas: se no momento de receber seu benefício seu saldo acumulado no plano for inferior a esta fórmula, você receberá exatamente este valor, pago em parcela única.

    Mas lembre-se que, para ter direito, é preciso fazer a adesão ao Plano Duprev CD. Para saber como aderir, entre em contato com a equipe da Duprev ou clique na opção "Cadastre-se aqui", na página principal do site da entidade.


    Contribuição da patrocinadora te ajuda para o futuro04/10/16

    Como participante ativo do Plano Duprev CD, você pode fazer contribuições mensais e ainda contar com a contrapartida da empresa patrocinadora de até 6% do seu salário de participação, uma importante ajuda na construção do seu patrimônio para a aposentadoria.

    Mas, o que talvez muita gente não saiba, é que mesmo sem fazer contribuições normais ao plano, a Patrocinadora fará, mensalmente, uma contribuição básica equivalente a 2% da parcela do salário de participação do participante que exceder a 10 UPs (R$ 5.189,00 - em outubro/16). Ou seja, se o seu salário de participação mensal é de R$ 10.189,00, por exemplo, a patrocinadora contribuirá com R$ 100 mensais (10.189 - 5.189 = 5.000 x 2%) para a sua conta, ainda que você não contribua nada!

    Outro ponto que merece destaque é que a contribuição básica é calculada também sobre o 13º salário e o PPR. Neste último caso, como o PPR é somado ao salário, no mês em que ele é pago, alguns salários abaixo de 10 UPs podem superar esse limite e, consequentemente, entrar na faixa da contribuição básica da patrocinadora.

    Com uma vantagem dessa, não tem desculpa para não estar no plano. Se você ainda não é participante e quer se inscrever, entre em contato com a Duprev. A inscrição pode ser feita a qualquer momento!


    Investimentos da Duprev27/09/16

    As contribuições que você e a DuPont fazem para o Plano Duprev CD são investidas no mercado financeiro para que, no futuro, este saldo se transforme em renda para a sua aposentadoria. Por meio dos Perfis de Investimento, a Duprev pode utilizar alguns dos segmentos de investimentos para aplicar os recursos do Plano Duprev CD, sempre em acordo com a Política de Investimentos e os limites da legislação.

    Atualmente, o portfólio da Dupont conta com investimentos em Títulos Públicos Federais - em sua maior parte atrelados à inflação -, e em cotas de um fundo de investimento que replica o índice Ibovespa, que é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo.

    Lembre-se que a principal diferença entre os perfis da Duprev é o percentual de alocação dos recursos em renda fixa e renda variável. Caso queira alterar a sua opção, aproveite a campanha de alteração de perfil de investimento que vai até 30 de setembro.


    Rentabilidade dos perfis da Duprev20/09/16

    Sabemos que lidar com investimentos nem sempre é fácil, mas você pode ficar despreocupado pois a Duprev conta com uma equipe especializada para cuidar da gestão dos seus investimentos.

    Observe, no gráfico abaixo, como tem se comportado a rentabilidade dos perfis oferecidos pela Entidade em comparação com importantes índices do mercado desde 2003 e, ainda, o acumulado de 2016 (*Retorno YTD). Há períodos de alta e outros de baixa mas, ao longo do tempo, os resultados são bastante satisfatórios.

    Nenhum investimento está totalmente livre de risco, até mesmo a renda fixa pode apresentar rentabilidade negativa em alguns momentos. Mas é importante lembrar que a aposentadoria é um investimento para o longo prazo e que, na maioria das vezes, há tempo para se recuperar de eventuais perdas.

    Por isso, acompanhe regularmente a rentabilidade do seu perfil na Duprev. E se não estiver confortável com a sua opção, aproveite a campanha de alteração de perfil de investimento que vai até o dia 30 de setembro para reavaliar sua escolha.


    Perfil de investimento - uma escolha consciente13/09/16

    A escolha do perfil de investimento é de total responsabilidade do participante. É necessário que você tenha em mente qual a sua expectativa de rentabilidade para os seus recursos no plano, o risco que está disposto a assumir nos investimentos, quanto tempo falta para a sua aposentadoria, a duração esperada de recebimento do benefício e a composição do seu patrimônio fora da Duprev (quanto mais conservador for o seu patrimônio fora do plano, mais você pode arriscar nele e vice-versa).

    Investimentos mais agressivos possuem maiores riscos e são menos previsíveis, mas podem proporcionar ganhos maiores e também perdas maiores. Por isso, esses investimentos são recomendados para prazos mais longos, assim, há tempo para recuperação no caso de perdas significativas. Já os investimentos mais conservadores apresentam menores riscos, porém, sua rentabilidade tende a ser menor e, geralmente, são utilizados como investimentos de curto e médio prazo.

    É importante lembrar que rentabilidades obtidas no passado não são garantia para o futuro. Porém, é sempre aconselhável observar o histórico de rentabilidade dos perfis, disponível em www.duprev.com.br, como um dos aspectos a considerar na escolha pela troca ou permanência no seu perfil. Avalie periodicamente sua situação no plano para que a sua opção reflita de forma adequada o seu momento de vida. Um movimento mal calculado pode trazer prejuízos difíceis de reverter. Quando se trata de um investimento a longo prazo, como é a aposentadoria, é necessário cautela na escolha do melhor perfil e de quando fazer alterações.

    Você pode testar sua tolerância ao risco por meio de questionários que fazem uma avaliação do seu perfil de investidor. No site do E-Flex há um teste disponível e você ainda pode encontrar outras opções em sites de bancos e corretoras, como as duas apresentadas abaixo:

    http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/perfil-investidor/

    http://www.terra.com.br/istoedinheiro-temp/testes/perfil_investidor/index.htm

    E lembre-se que você tem até o dia 30 de setembro para alterar o seu perfil de investimento.


    Quanto é necessário guardar para a aposentadoria?06/09/16

    Especialistas em educação previdenciária sugerem que para formar sua reserva para a aposentadoria, o ideal é poupar 18% da sua renda todo mês, porém sabemos que a maioria dos trabalhadores brasileiros poupa abaixo deste target, e este percentual depende dos objetivos e aspirações de cada um.

    Uma maneira interessante de avaliar suas contribuições é utilizar o simulador do Plano CD, disponível no site da Duprev - www.duprev.com.br. A ferramenta foi desenvolvida para ajudar os participantes da Duprev e funcionários da DuPont que ainda não fazem parte do plano a projetarem o saldo que podem acumular para a aposentadoria e o benefício que podem receber no futuro. Mas lembre-se de que os valores apresentados no simulador são apenas estimativas.

    Aproveite para verificar se seus percentuais de contribuição estão alinhados às suas expectativas futuras. Até o dia 30 de setembro você pode alterar esses valores, além de mudar de perfil de investimento se quiser. Quer saber mais? Acesse o site da Duprev e leia o post publicado no dia 30 de agosto.


    Setembro é mês de campanha na Duprev30/08/16

    De 1º a 30 de setembro, os participantes do Plano Duprev CD têm a opção de alterar seus percentuais de contribuição e perfis de investimento. É um momento importante para reflexão e planejamento da aposentadoria.

    Para alterar o percentual de contribuição ou o perfil de investimento, basta acessar o sistema Eflex e seguir as orientações. As mudanças são opcionais, ou seja, aqueles que estiverem confortáveis com suas escolhas não precisam acessar o sistema Eflex nem fazer alterações.

    Nas próximas semanas, você verá informações mais detalhadas sobre contribuições e perfis de investimento, além de orientações para fazer uma boa escolha.

    Importante: as alterações podem ser realizadas apenas no Plano Duprev CD, ou seja, os participantes do Plano Duprev BD (plano antigo) não participam da campanha.


    Plano Duprev CD oferece condição diferenciada em caso de moléstia grave23/08/16

    Como já informamos por aqui, para ter acesso ao seu saldo na Duprev antes da aposentadoria é necessário perder o vínculo com a empresa. Mas existe uma exceção a esta regra que beneficia os participantes portadores de moléstia grave. De acordo com o regulamento do plano, os participantes e assistidos nessa condição poderão optar por receber o saldo de conta total na forma de pagamento único. É um apoio importante, que pode ser útil diante de uma situação difícil.

    Para que fique claro, são consideradas moléstias graves AIDS, alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, Doença de Paget em estados avançados (osteíte deformante), doença de Parkinson, esclerose múltipla, espondiloartrose anquilosante, fibrose cística, hanseníase, nefropatia grave, hepatopatia grave, neoplasia maligna (câncer), paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa.

    Se você precisar de orientação sobre o assunto, entre em contato com a Duprev.


    Tire suas dúvidas16/08/16
    É possível sacar o dinheiro que acumulei no Plano Duprev antes da aposentadoria?

    Depende! O resgate do saldo das contribuições de participante no plano só é possível se você for desligado da empresa, ou seja, for demitido ou pedir demissão. Caso contrário, essa movimentação não é permitida pelas regras do plano e pela legislação brasileira.

    Lembrando apenas que em caso de resgate você terá acesso somente ao seu saldo de participante (suas contribuições ao plano) e perderá o saldo da patrocinadora.

    Para maiores informações sobre a regra do resgate, leia o post publicado em 7 de março de 2016.


    Patrimônio independente: sinônimo de mais segurança09/08/16

    A Duprev tem o compromisso de administrar com qualidade o patrimônio dos participantes do plano de previdência complementar para que tenham um futuro mais seguro financeiramente.

    A empresa patrocinadora, apesar de ser responsável pelos custos administrativos da entidade, não pode utilizar e não tem acesso ao patrimônio da Duprev, formado pelas contribuições dos participantes, pelas contribuições da empresa em nome do participante e pela rentabilidade obtida nos investimentos. Em caso de reestruturação judicial ou falência da empresa patrocinadora, os credores também não podem tomar o patrimônio da Duprev. Este patrimônio é completamente independente do patrimônio da DuPont, por exemplo, o que garante mais segurança no pagamento futuro dos benefícios de aposentadoria.

    Quer saber mais sobre a administração do seu plano de previdência complementar? Envie um e-mail para duprev@dupont.com


    Vantagens da Duprev - Taxa administrativa02/08/16

    Você sabia que como participante ativo da Duprev, ou seja, aquele que é funcionário da Dupont e está inscrito no plano de previdência, você não paga taxa administrativa? É isso mesmo. No Plano Duprev CD, você acumula recursos para a sua aposentadoria e tem a vantagem de não pagar taxas para a manutenção do plano, prática comum nos planos de previdência aberta, aqueles oferecidos por bancos e seguradoras. É cobrada apenas uma pequena taxa de custódia e gestão dos investimentos, conforme o perfil escolhido (0,04% do saldo, na média dos perfis, em 2015).

    Se você já é participante ativo, certamente está se beneficiando. E se ainda não está inscrito no plano, não perca tempo. Consulte o site da Duprev www.duprev.com.br e faça sua inscrição.


    Economize na compra de passagens aéreas19/07/16

    Sair de férias é sempre muito bom. Mas, às vezes, a compra das passagens aéreas pode se transformar em uma saga. Comprar passagens aéreas com muita antecedência nem sempre é o melhor negócio, você pode acabar pagando mais caro. Confira algumas dicas importantes para facilitar a sua vida e ainda economizar dinheiro.

    • Um estudo feito pela agência online Expedia, em parceria com a Airlines Reporting Corporation (ARC), indica que comprar passagens para trechos domésticos com até 21 dias de antecedência pode garantir preços cerca de 40% mais baratos.
    • Já para voos internacionais, 5 meses de antecedência, em média, costuma ser um bom período para fechar a viagem.
    • Fique de olho nos sites e aplicativos que anunciam ofertas e comparam preços. Existem vários, como Skyscanner, Melhores Destinos, Decolar, Passagens Imperdíveis.
    • Inscreva-se em programas de milhagem. Se você viaja bastante ou tem um cartão de crédito cadastrado em programas de bônus, pode aproveitar boas ofertas.

    Aproveite as férias!


    Guia básico para viajar de carro 12/07/16

    Julho é mês de férias! E uma boa pedida pra aproveitar essa época é pegar o carro e cair na estrada. Mas antes de partir para o merecido descanso, fique atento a algumas dicas para economizar, listadas abaixo:

    • Cuidados mecânicos - antes de uma viagem, o ideal é ir ao mecânico para revisar todos os itens imprescindíveis para o correto funcionamento do carro. Procure uma oficina de confiança ou com boas recomendações. Isso evita dor de cabeça e gastos desnecessários com serviços caros ou mal feitos.
    • Pneus - lembre-se de calibrar os pneus de acordo com as indicações do manual do carro. Verifique se seu carro requer calibragem diferente em função da quantidade de passageiros. Além de mais segurança, esse cuidado reduz o consumo de combustível.
    • Troca de óleo - não deixe para verificar o nível do óleo na última hora, pois se precisar trocar, você vai acabar parando no primeiro posto que aparecer e o custo pode ser mais alto. Verifique esse item com antecedência e, se for necessário trocar, pesquise os preços.
    • Iluminação - confira se todas as lâmpadas do carro estão funcionando e reguladas. Dirigir com uma lâmpada queimada, além de ser perigoso, é uma infração de trânsito e gera multa.
    • Falsas promoções - fique atento para não cair em "ofertas" de serviços desnecessários na revisão do carro e que acabam com o seu orçamento.

    Pé na estrada e boas férias!


    Vai viajar para o exterior? Veja algumas dicas de câmbio para você não perder dinheiro

    05/07/16

    Como marinheiro de primeira viagem ou não, a troca de moedas sempre gera muitas dúvidas. E para sua viagem não virar uma cilada e você acabar perdendo dinheiro, esse é um assunto que deve ser pensado com antecedência e estar no topo do seu planejamento de férias. Listamos algumas dicas:

    • Pesquise quais moedas o país de destino aceita. Para saber qual moeda vale mais a pena, acompanhe as cotações e faça simulações. No momento, em alguns países da América do Sul por exemplo, está valendo mais a pena levar real e trocar no país de destino. Caso fique na dúvida, leve uma moeda fácil de trocar em qualquer parte do mundo, como o dólar norte americano.
    • Leve um pouco de dinheiro em espécie e um cartão pré-pago. A maior parte do dinheiro pode ficar no cartão pré-pago, por ser a forma mais segura, porém, atualmente o IOF é mais alto. Deixe o dinheiro vivo para as despesas de início de viagem, como transporte e alimentação. Lembre-se de declarar valores acima de R$ 10mil à receita federal antes de sair do país!
    • Veja se será possível sacar dinheiro em caixas eletrônicos e se é comum aceitar cartão de crédito. Se for possível, desbloqueie o seu cartão de débito ou crédito para viagens internacionais com o seu banco ou com a operadora do cartão. Mas, lembre-se que todas as transações com cartão têm o IOF maior do que nas transações de câmbio de dinheiro em espécie.
    • Evite voltar com a moeda do país que visitou. Se sobrar dinheiro em espécie, troque antes de embarcar ou, caso planeje fazer compras na volta, use no freeshop ao invés de pagar no cartão. Pode não ser muito fácil negociar a moeda de fora no Brasil e você pode perder dinheiro por isso.

    Planeje com antecedência, e boas férias!


    Férias em modo econômico: programe-se21/06/2016

    Seja para descansar ou para fugir da rotina, sair de férias contribui para a saúde mental e física, além de ser fundamental para repor as energias! Mas, atenção, mesmo nesta hora tão prazerosa é preciso ter planejamento para que as férias não comecem com o pé esquerdo e você não volte cheio de dívidas novas e não programadas. Anote algumas dicas:

    • Estabeleça o seu orçamento. Tenha em mente duas informações básicas: para onde quer ir e quanto pode gastar.
    • Vai viajar de avião? Procure investir nos programas de milhagens ou pesquise tarifas promocionais em sites como Melhores Destinos, Passagens Imperdíveis, Skyscanner.
    • Hospede-se em locais que tenham uma copa ou cozinha, assim você pode economizar em algumas refeições comprando comida em mercados locais.
    • No roteiro da viagem, alterne atrações mais caras com aquelas que sejam mais baratas. Aproveite para pesquisar o circuito cultural gratuito do destino que você escolher.

    E boa viagem!


    Use o crédito a seu favor - cheque especial07/06/2016

    Que atire a primeira pedra quem nunca entrou no cheque especial por um diazinho sequer, mesmo que por um descuido. Nessa modalidade de crédito, no momento em que o consumidor acaba com o seu saldo em conta corrente, automaticamente começam a correr juros, que são debitados na própria conta.

    Mas é preciso cautela. Especialistas orientam que o consumidor tenha um limite de cheque especial que não ultrapasse 30% da sua renda. Se você começar a se endividar para pagar os juros do cheque especial, é preciso procurar um forma alternativa de crédito com taxas menores para que a dívida não se transforme em uma bola de neve. O melhor mesmo é nunca entrar no cheque especial, pois as taxas de juros cobradas beiram 300% ao ano, segundo dados do Banco Central (base: maio/2016).


    Use o crédito a seu favor - empréstimo pessoal 31/05/2016

    Essa modalidade de crédito, também conhecida como crédito pessoal, é um empréstimo oferecido por bancos e financeiras, em que os recursos são colocados à disposição do cliente, sem que ele precise informar de que forma utilizará o dinheiro. Em geral, a quantia é creditada na conta corrente ou liberada por meio de cheque nominal.

    O limite para o empréstimo pessoal geralmente está atrelado à renda do consumidor. Alguns bancos oferecem limites pré-aprovados por cliente e, neste caso, a contratação é bem simples e pode ser feita pela internet, por telefone ou no caixa automático. O pagamento das parcelas pode ser debitado direto na conta corrente ou por meio de boleto bancário.

    O empréstimo pessoal costuma ter taxas de juros menores que as do cartão de crédito e do cheque especial mas, ainda assim, deve ser contratado só em caso de real necessidade e com planejamento. Como as taxas são menores, pode ser uma boa saída para cobrir gastos inesperados, ou ainda para quitar uma dívida com juros muito altos.

    Acompanhe, nas próximas semanas, informações sobre outras modalidades de crédito no Programa Rumos.



    Use o crédito a seu favor - cartão de crédito 03/05/2016

    O cartão de crédito pode ser um excelente aliado na administração das suas finanças, porém, é necessário usá-lo com sabedoria. Dependendo da data em que você fizer compras terá até 40 dias para pagá-las, nada mal! Entretanto, se você não pagar a fatura total na data do vencimento pode ser o início de uma enorme dor de cabeça. Principalmente, se optar por pagar o valor mínimo da fatura, sabendo que o restante será apresentado na próxima, com juros muito salgados. Só para dar uma ideia, os juros médios do cartão de crédito alcançaram 432,24% ao ano, em março de 2016, segundo pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A melhor opção sempre é pagar a fatura integral do cartão e fugir desses juros exorbitantes.

    Essa modalidade de crédito pode ser interessante para compras parceladas, mas somente quando não houver a cobrança de juros e as parcelas couberem no seu orçamento. Outro benefício do cartão de crédito é a possibilidade de participar de programas de fidelidade que acumulam milhas e pontos para trocar por passagens aéreas e produtos.

    Acompanhe, nas próximas semanas, informações sobre outras modalidades de crédito no Programa Rumos.


    Use o crédito a seu favor - consórcio 26/04/2016

    O consórcio consiste em um grupo de pessoas (físicas ou jurídicas) interessadas em comprar um bem (pode ser um carro, um imóvel...) e que não têm a necessidade de tê-lo em mãos imediatamente. Esse grupo deve ser administrado por uma empresa que cobrará uma taxa de administração para viabilizar o funcionamento do consórcio.

    A administradora divide o valor do bem em parcelas de modo que a soma das parcelas pagas pelos consorciados, mensalmente, permita adquirir um ou mais desses bens. Esse processo permite que um ou mais consorciados sejam contemplados por sorteio, recebam uma carta de crédito e possam comprar o bem à vista. A maioria dos planos de consórcio permite, ainda, que os participantes ofereçam lances para antecipar prestações. O maior lance leva a carta de crédito.

    Uma vantagem do consórcio em relação a outras modalidades de crédito é o baixo custo, pois as taxas de administração costumam ser baixas. Em contrapartida, o tempo para dispor do dinheiro pode ser longo. Nesse caso, não é a melhor opção para quem deseja adquirir o bem imediatamente. Além disso, para o último contemplado do grupo, o consórcio não terá sido um bom negócio, porque ao longo do tempo pagou parcelas para que os outros adquirissem o bem e não obteve juros durante o período.

    Acompanhe, nas próximas semanas, informações sobre outras modalidades de crédito no Programa Rumos.


    Use o crédito a seu favor - financiamento 19/04/2016

    O financiamento é uma modalidade de crédito em que uma instituição, que pode ser financeira ou não, fornece recursos para que alguém adquira um determinado bem, que deve ser previamente informado. Os tipos mais comuns são o imobiliário e o de carros.

    Por meio do financiamento, você pode antecipar um consumo e adquirir um bem imediatamente. O custo disso é a cobrança de taxa de juros, que nesta modalidade de crédito pode ser elevada e, normalmente, varia de acordo com o tempo em que essa dívida será paga. Ao contratar um financiamento, você deve ficar atento ao Custo Efetivo Total, conhecido como CET, que reúne, além da taxa de juros negociada, seguros, tarifas e tributos. Veja alguns prós e contras do financiamento:

    Vantagens:

    • Opção de antecipação total ou parcial do saldo devedor, reduzindo encargos financeiros
    • Disponibilidade imediata do dinheiro para adquirir o bem
    • Em alguns casos, não é necessário dar um valor de entrada

    Desvantagens:

    • Mais exigências para aprovação de cadastro
    • Pagamento de um seguro obrigatório no caso de financiamento imobiliário

    Acompanhe, nas próximas semanas, informações sobre outras modalidades de crédito no Programa Rumos.


    Seja um consumidor consciente e use o crédito a seu favor 11/04/2016

    O consumo inconsequente (que é o oposto do consumo consciente) é um dos maiores responsáveis pelo endividamento excessivo. Um consumidor consciente questiona suas decisões de consumo, diferencia desejos de necessidades, pesquisa preços e taxas, utiliza o crédito quando é realmente necessário, entre outras medidas.

    E já que falamos em crédito, é importante esclarecer que cada uma das modalidades de crédito tem suas vantagens e desvantagens e, em comum, permitem a antecipação de um consumo que, em outras circunstâncias, só poderíamos concretizar após juntar o dinheiro necessário. O custo disso é a cobrança de taxa de juros, que pode variar bastante. O crédito pode ser um grande aliado ou um grande inimigo, tudo depende do uso que fazemos dele.

    Nas próximas semanas, o Programa Rumos vai apresentar mais detalhes sobre as principais modalidades de crédito. Fique ligado!


    Você conhece as diferenças entre os regimes de tributação? 05/04/2016

    No momento em que você adere a um plano de previdência complementar como o da Duprev, deve escolher o regime de tributação que incidirá sobre o seu benefício no futuro ou sobre o resgate. Há dois regimes de tributação possíveis para planos de aposentadoria: o Progressivo e o Regressivo. A escolha por um dos regimes é individual e irreversível, não podendo ser alterada posteriormente. Entenda mais sobre cada um deles.

    Regime Progressivo
    Nesse regime, o que define a alíquota do imposto de renda a ser aplicada é o valor que você receberá, seja como benefício de renda mensal ou resgate de contribuições.

    O imposto final a ser cobrado será ajustado na declaração anual do imposto de renda no modelo completo.

    Rendimentos líquidos mensais (R$) Alíquota Parcela a deduzir (R$)
    Até 1.903,98 Isento 0,00
    De 1.903,99 até 2.826,65 7,5% 142,80
    De 2.826,66 até 3.751,05 15,0% 354,80
    De 3.751,06 até 4.664,68 22,5% 636,13
    Acima de 4.664,68 27,5% 869,36

    Ano-calendário 2015

    Regime Regressivo
    Nesse regime, a alíquota do Imposto de Renda a ser aplicada depende do tempo em que as contribuições ficam no Plano. Cada contribuição tem uma "data de nascimento" e o imposto é calculado considerando a idade de cada uma, conforme tabela abaixo. Quanto mais antiga a contribuição, menos imposto será cobrado. E o pagamento é feito utilizando sempre as contribuições mais antigas.

    O imposto é cobrado exclusivamente na fonte, por este motivo, não será levado para ajuste na declaração anual do imposto de renda.

    Prazo de acumulação decada contribuição Alíquota
    Até 2 anos 35%
    Acima de 2 até 4 anos 30%
    Acima de 4 até 6 anos 25%
    Acima de 6 até 8 anos 20%
    Acima de 8 até 10 anos 15%
    10 anos ou mais 10%

    Dicas para fazer o seu dinheiro render 29/03/2016

    Final do mês chegou e não sobrou nada do salário? Veja 3 dicas para dar uma "esticada" no salário:

    1) Saiba quanto você ganha e gasta
    Baixe a planilha de orçamento doméstico no site www.duprev.com.br ou um app para seu smartphone (GuiaBolso, Moni, Wally+ etc.) e anote o quanto você recebe e gasta por mês, até mesmo o cafezinho ou chocolate que compra depois do almoço. Esse é o primeiro passo para identificar onde você pode economizar.

    2) Economize nas compras do dia-a-dia
    Faça lista de compras antes de ir ao mercado e farmácia. Compre apenas o essencial em padarias ou armazéns perto de casa, pois geralmente, tais lugares cobram mais caro em alguns produtos que acabamos comprando por comodismo.

    3) Faça atividades gratuitas com a família
    A cidade oferece várias atrações de graça, como museus e parques. Que tal aproveitar para conhecer lugares novos sem gastar? Na internet, você encontra diversos roteiros com programas gratuitos.


    Apresentação Investimentos 24/03/16


    Reveja suas contribuições 14/03/16

    Será que não é hora de investir um pouco mais no seu futuro? Durante todo o mês de março você pode avaliar suas contribuções ao plano Duprev e, se necessário, solicitar alteração no percentual, para mais ou para menos. Se você suspendeu suas contribuições, também pode aproveitar o mês de março para retomá-las. A solicitação de alteração de percentual de contribuição deve ser conforme orientação disponível no site da Duprev.

    Lembre-se de que as contribuições ao plano de aposentadoria podem ser deduzidas da base de cálculo do imposto de renda até o limite de 12% da sua renda bruta anual. Quanto mais você contribuir menos imposto pagará, e o seu futuro agradece.


    Resgate de contribuições 07/03/16

    Se você se desligar da empresa antes de ser elegível a um dos benefícios do seu plano Duprev, pode contar com o instituto do resgate, que permite que você saque o saldo das contribuições que fez para o plano. Neste caso, independentemente do tempo de participação no plano, não é possível resgatar o saldo das contribuições feitas pela empresa, apenas as que você fez.

    O pagamento do resgate poderá ser feito em até 12 parcelas mensais e consecutivas, atualizadas mês a mês.

    Importante: No resgate, há a incidência do imposto de renda.


    Portabilidade - leve seu saldo com você 26/02/16

    Você sabia que se tiver mais de 3 anos de vinculação ao plano da Duprev e se desligar da empresa pode levar todo o seu saldo com você? Sim, isso é possível por meio do instituto da Portabilidade. Você pode transferir 100% do seu saldo, inclusive as contribuições da patrocinadora feitas em seu nome, para um plano de benefício administrado por outra Entidade de Previdência Complementar, sem pagar imposto. É uma boa oportunidade de seguir com o seu planejamento para a aposentadoria.

    Importante: o saldo portado para outra entidade somente poderá ser utilizado para fins de aposentadoria, não será possível resgatá-lo posteriormente.

    Para mais detalhes consulte o regulamento do Plano CD no site da Duprev.


    Benefício Proporcional Diferido 22/02/16
    Mais uma possibilidade de continuar no plano após o desligamento


    Se você tiver mais de 3 anos de vinculação ao plano e se desligar da empresa antes de ser elegível a um dos benefícios da Duprev, pode optar pelo Benefício Proporcional Diferido (BPD). Ou seja, você mantém o saldo total no plano sem fazer novas contribuições, até atingir os requisitos necessários para a aposentadoria. Se você não fizer a opção por outro instituto disponível no plano, terá presumida sua opção pelo Benefício Proporcional Diferido.

    Como funciona: no BDP você passa a ser um participante vinculado e deve assumir as contribuições para o custeio das despesas administrativas, que serão descontadas diretamente do seu saldo de conta. Se o participante vinculado vier a falecer, os beneficiários terão direito a receber o saldo de conta na forma de pagamento único. E, em caso de invalidez, você pode contar com a aposentadoria por invalidez. Uma vez na condição de BPD você ainda poderá optar pelo resgate ou pela portabilidade, cessando sua vinculação ao plano.

    Para mais detalhes consulte o regulamento do Plano CD no site da Duprev.


    Autopatrocínio - como continuar no plano após o desligamento 16/02/16

    Se você se desligar da empresa antes de ser elegível a um dos benefícios do seu plano Duprev e quiser continuar no plano, pode optar pelo instituto do Autopatrocínio. Ou seja, você continua contribuindo para o plano até quando quiser ou atingir os requisitos necessários para a aposentadoria. Essa opção deve ser feita em até 30 dias do recebimento do extrato de desligamento enviado pela Duprev.

    Como funciona: você deve assumir as suas contribuições, aquelas que seriam feitas pela empresa e ainda a taxa administrativa. As contribuições devem ser pagas 12 vezes ao ano e em dobro no mês de dezembro. Se o autopatrocinado vier a falecer, os beneficiários terão direito a um benefício de pensão por morte. E, em caso de invalidez, você pode contar com a aposentadoria por invalidez. No futuro, antes de se aposentar, você ainda poderá optar pelo resgate ou, se tiver completado 3 anos de participação no plano, pela portabilidade ou pelo benefício proporcional diferido, de acordo com as regras do plano.

    Atenção: se o autopatrocinado deixar de pagar 3 contribuições sucessivas ou 6 alternadas, terá sua inscrição cancelada.

    Para mais detalhes consulte o regulamento do Plano CD no site da Duprev.


    Opções disponíveis em caso de desligamento 11/02/16

    Se você se desligar da empresa antes de ser elegível a um dos benefícios do seu plano Duprev, contará com algumas opções em relação ao saldo acumulado. Veja quais são:

    Resgate - você pode resgatar o saldo das contribuições que fez para o plano, mas perde todo o saldo das contribuições feitas pela patrocinadora em seu nome e paga imposto de renda sobre o valor resgatado

    Portabilidade - se tiver mais de 3 anos de vinculação ao plano, você pode transferir 100% do seu saldo para um plano de benefício administrado por outra Entidade de Previdência Complementar, sem pagar imposto.

    Autopatrocínio - você pode continuar contribuindo para o plano até atingir os requisitos necessários para a aposentadoria. Nesse caso, assume também as contribuições da empresa e a taxa administrativa.

    Benefício Proporcional Diferido (BPD) - se tiver mais de 3 anos de vinculação ao plano, você pode optar pelo Benefício Proporcional Diferido, ou seja, manter o saldo total no plano sem fazer novas contribuições, até atingir os requisitos necessários para a aposentadoria.

    Fique atento aos próximos posts com informações mais detalhadas sobre cada uma das opções.


    Posso ter rentabilidade negativa em investimentos de renda fixa? 21/01/16

    Por conta de alguns fundos de investimento terem o nome de "renda fixa", o investidor pode ter uma ideia errada sobre o que isso significa, pois entende que a rentabilidade da renda fixa sempre será positiva, todos os meses. Mas não é bem assim.

    Apesar de o nome dizer que a renda é "fixa", existe um mecanismo chamado "marcação a mercado", que é o procedimento adotado pelos gestores dos fundos de investimentos para estabelecer um valor em reais para cada um de seus títulos (públicos ou privados) ao longo do tempo e, na somatória dos títulos, saber o quanto vale sua carteira no total. Este valor é o que poderia ser obtido caso os títulos fossem vendidos numa determinada data, antes do seu vencimento. Como efeito, a marcação a mercado causa variações no valor da cota do fundo, tanto positivas como negativas.

    Para ilustrar com um exemplo, as LTNs (Letras do Tesouro Nacional) são títulos prefixados do governo federal que você pode adquirir facilmente por meio do Tesouro Direto. Imagine uma LTN que pagará ao investidor o valor fixo de R$ 1.000,00, em Jan/2017, mês de seu vencimento. O seu preço, ou seja, o valor pelo qual o investidor pode comprar ou vender essa LTN, muda dia a dia. Mas, no vencimento em Jan/2017, o valor fixo de R$1.000,00 será pago ao investidor, independentemente das variações diárias do preço.

    No dia 29/01/2015, a LTN com vencimento em Jan/2017 tinha um preço individual de R$ 799,78, à taxa de 12,39% ao ano. Ou seja, um investidor que comprou dez desses títulos naquela data pagou R$ 7.997,80. Após a reunião do Copom do Banco Central no dia 31 de janeiro de 2015, a taxa dessa LTN Jan/2017 subiu para 12,52% a.a. e o preço de 10 títulos passou para R$ 7.983,80. Caso o investidor quisesse vender seus títulos nesse momento, ele perderia R$ 14,00 - que é a diferença entre o que ele pagou nos títulos e o que eles valiam naquele momento no mercado, resultando em uma rentabilidade negativa no período.


    Exemplo: LTN com vencimento em jan/2017
    Taxa em jan/2015: 12,39% Taxa em set/2015: 12,52%
    Preço Unitário: R$ 799,78 Preço Unitário: R$ 798,38
    Valor de 10 títulos: R$ 7.997,80 Valor de 10 títulos: R$ 7.983,80
    Valor aplicado pelo gestor: - R$ 7.997,80 Valor aplicado pelo gestor: + R$ 7.983,80
    Resultado: - R$ 14,00 e consequentemente uma rentabilidade negativa

    Entretanto, se ao invés de vender os 10 títulos naquela ocasião, o investidor mantivesse o investimento até a data do vencimento, ou seja, até Jan/2017, receberia R$10.000,00 (R$1.000,00 por LTN), e a diferença entre o valor investido e o valor recebido seria a sua rentabilidade (R$10.000,00 - R$7.997,80 = R$2.002,20), positiva.

    Ou seja, um título de renda fixa prefixado pode apresentar rentabilidade negativa em determinados períodos após a sua compra, dependendo de como o seu preço varia no mercado. Mas, se for mantido até o vencimento, apresentará a rentabilidade positiva esperada na data da sua aquisição.

    OBS: Valores aproximados, não consideram taxas, impostos nem a possibilidade de "calote" pelo emissor do título.

    Rumos - Programa de Educação Financeira e Previdenciária da Duprev 25/11/15

    Iniciativa pretende disseminar informações para melhorar a relação das pessoas com o dinheiro e com o futuro, a partir de situações do cotidiano.

    A Duprev, entidade que administra o seu plano de previdência complementar, lança, durante o mês de novembro, o seu programa de educação financeira e previdenciária, chamado Rumos.

    A ideia surgiu da necessidade de aperfeiçoar a compreensão de conceitos financeiros, do plano de previdência complementar e da preparação para a aposentadoria entre os participantes, além de mostrar a importância de ter uma vida financeira mais saudável.

    O programa, que será contínuo, disponibilizará informações didáticas para orientar a vida financeira e o planejamento para a aposentadoria, que merece tanto atenção para o aspecto financeiro - responsável pela manutenção da qualidade de vida após a fase laboral - quanto para os aspectos emocional, social e de saúde, que muitas vezes ficam esquecidos nesse processo de transição.

    Os temas serão abordados a partir de situações do dia a dia - como utilizado na campanha de lançamento do programa, que tem o tema "viagem para o futuro" e traça um paralelo com o planejamento de uma viagem de férias -, despertando a importância da decisão, do planejamento e do impacto que as escolhas atuais terão no futuro.

    O conteúdo do programa, do mais básico ao mais complexo, foi pensando com o objetivo de aproximar os participantes do assunto, de maneira lúdica, interativa e sem complicações.

    A partir deste mês, serão realizadas várias ações, como palestras, entrega de cartilhas e materiais de apoio que vão ajudar os funcionários e seus familiares a terem uma visão mais ampla sobre o assunto e, consequentemente, fazerem melhores escolhas relacionadas com o dinheiro e com o futuro.


    Saiba Mais...

    A Duprev promoverá palestras sobre Educação Financeira e Previdenciária em algumas unidades para apresentar conceitos importantes quanto ao gerenciamento das suas finanças e planejamento da sua vida para o futuro. Não perca essa oportunidade, aguarde os convites e participe!

    O que você vai ganhar com o programa?

    • Contribuição, Perfil de Investimentos, benefício, tributação, PGBL, VGBL...? Agora vai ficar mais fácil entender todos aqueles conceitos difíceis sobre previdência e as regras do plano da Duprev;
    • Descobrir porque nunca é cedo demais para começar a falar de previdência;
    • Saber mais sobre a importância de ter sonhos, objetivos e um planejamento;
    • Se aproximar mais da administração da sua poupança para a aposentadoria;
    • Conhecer e entender as alternativas para administrar e aumentar seu patrimônio;
    • Entender para ter um melhor controle do seu orçamento e a encontrar o equilíbrio de gastos;
    • ...e muito mais.


    • 06454-080Alameda Itapecuru, 506 – Alphaville – Barueri/SP
    • (0xx11) 4166-8128seg. a sex. das 10hs às 15hs